terça-feira, 31 de julho de 2018


Em qualquer nação do mundo, é provável que você encontre parte da população vivendo uma vida de conforto e prazer, desfrutando de luxos e desfrutando de experiências raras e exóticas. Dentro dessas mesmas populações estão pessoas que não podem pagar as necessidades da vida, muito menos sonhar com estilos de vida pródigos. Esses segmentos da sociedade geralmente não têm abrigo, comida suficiente para comer, água limpa e roupas básicas.
Um olhar para essa disparidade de vida pode levá-lo a acreditar que a distância entre os estilos de vida é grande demais para superar, mas há muitas coisas que uma única pessoa pode fazer para melhorar o bem-estar daqueles que vivem na pobreza.

1. Entenda os Obstáculos da Pobreza

Sem uma compreensão dos desafios da pobreza, é difícil ajudar apropriadamente. Por exemplo, muitas vezes não é suficiente para fornecer um pouco de roupa ou uma refeição aqui e ali. Famílias e indivíduos presos em um ciclo de pobreza são frequentemente privados da educação que poderia tirá-los de suas circunstâncias ou de cuidados de saúde adequados para garantir que eles sejam fisicamente capazes de melhorar suas situações.

As pessoas das comunidades pobres podem não ter as mesmas oportunidades de emprego do que aquelas em condições mais confortáveis. Enfrentando desvantagens econômica, social e politicamente, segmentos inteiros da população podem ficar presos em um ciclo sem os meios de se libertarem.

2. Reconhecer talentos e valor

Demasiadas vezes, as pessoas assumem que presentes de dinheiro e bens são suficientes para fazer mudanças duradouras nas comunidades pobres. Embora essas doações sejam necessárias, elas realmente não abordam o problema subjacente. Uma das primeiras coisas que você pode fazer como indivíduo é mudar sua perspectiva.

Em vez de ver essas pessoas como projetos, reserve um tempo para conhecer pessoas. Ao conhecê-los, você reconhecerá o potencial de sucesso, ao mesmo tempo em que vai amar e respeitar indivíduos e grupos de pessoas. Como parte dessas interações, você pode fornecer acesso a novas oportunidades de emprego ou auxiliar na superação de barreiras cotidianas.

3. Reconhecer Influências Externas

É uma atitude um tanto prevalente que os pobres são pobres porque não fizeram o suficiente para mudar sua situação. No entanto, à medida que você obtém informações sobre os problemas enfrentados pelas comunidades empobrecidas, você começará a reconhecer as ligações entre os direitos reprodutivos, os direitos dos trabalhadores e o sistema de justiça criminal. Mesmo em países ricos , há dificuldades para implementar políticas e programas governamentais que possam aliviar a pobreza, a falta de educação, a falta de assistência médica e a desigualdade de renda. Se você conseguir parar de culpar os pobres pelas circunstâncias, você poderá começar a afetar uma mudança positiva.

4. Aumentar a Conscientização

Nos bairros onde a água limpa é garantida, pode ser difícil imaginar a luta pela água voltada para os pobres nas áreas rurais. Quando a educação pública é mais ou menos gratuita, é difícil acreditar que algumas crianças não possam pagar por suas escolas locais. Segundo o Banco Mundial , 1 em cada 10 pessoas sobrevivem com menos de US $ 1,90 por dia. Essa é uma questão que é fácil ignorar quando você está cercado por outras famílias afluentes.

5. Doe dinheiro e bens com sabedoria

Assistência financeira atenciosa pode ser um benefício para aqueles que precisam. No curto prazo, essas doações podem fornecer uma refeição para uma família ou garantir mais um mês de abrigo. Se você espera fazer uma diferença de longo prazo, no entanto, talvez queira combinar seus esforços com outras pessoas, como organizações de caridade.

Lola Karimova-Tillyaeva é um exemplo desse tipo de trabalho. Ela combinou seus esforços com a UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que busca levar a educação a comunidades empobrecidas, promover a união e a valorização das culturas e defende a importância da liberdade de expressão. Identifique organizações com objetivos que se alinhem com os seus e combinem seus recursos com os deles para alcançar benefícios duradouros.

6. Fundraisers e Drives do Patrocinador

As mídias sociais e as comunicações eletrônicas globais tornaram mais fácil do que nunca unir as pessoas em um único esforço. Comunidades em todo o mundo foram atingidas por furacões, terremotos e outros desastres naturais. Notícias sobre esses desastres viajaram rapidamente, inspirando doações de socorro a desastres ; fornecimentos de emergência, comida, dinheiro e serviços voluntários chegaram de todo o mundo. Quando você vê uma necessidade, você pode patrocinar um esforço de captação de recursos on-line, organizar uma campanha de coleta ou reunir voluntários para concluir os projetos necessários, como a construção de um poço.

7. Envolva-se em Políticas Públicas


Preste atenção às leis e projetos de lei existentes e tome medidas para reconhecer seus efeitos na sociedade, especialmente naquelas populações que vivem na pobreza. Patrocine e apóie políticas e leis que visam reduzir a pobreza e melhorar as circunstâncias daqueles que não têm as mesmas vantagens que você desfruta.

Como apenas uma pessoa, você pode não sentir que pode fazer muito para aliviar o sofrimento daqueles que vivem na pobreza. No entanto, existem passos que você pode tomar para aumentar a conscientização, mudar a mente e melhorar as circunstâncias de famílias ou indivíduos em sua comunidade. Se você optar por fazer doações ou influenciar políticas públicas, seus esforços certamente servirão de exemplo para os outros.

http://ifpnews.com/coverage/7-ways-to-combat-poverty/




segunda-feira, 30 de julho de 2018


Segundo dados obtidos pelo Instituto Sou da Paz por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), o número de novas armas de fogo registradas no Brasil no ano passado foi cerca de oito vezes superior ao registrado dez anos antes.

Em 2007, foram registradas 3.901 novas armas para pessoas físicas e, em 2017, foram 33.031, o que representa um crescimento de cerca de 744,7% em uma década.

No ano passado, havia 328.893 armas registradas nas mãos de pessoas físicas no país, sendo o estado campeão o Rio Grande do Sul, com 52.909, seguido de São Paulo (48.487) e Santa Catarina (33.392).

Mas a que se deve esse aumento? O crescimento do número de registros de armas de fogo estaria diretamente ligado ao aumento do cenário de violência em todo o Brasil? A aquisição de armas pela população se deve, entre outras causas, à sensação de total insegurança vivida pela população brasileira?

Para Bruno Langeani, gerente do Instituto Sou da Paz, a resposta é sim.

"Sim, acho que uma das principais explicações para essa crescente demanda da população em comprar uma arma tem a ver, sim, com a insegurança. A gente teve um aumento de homicídios em várias regiões, principalmente olhando a região nordeste. E aí, da perspectiva individual, a gente precisa compreender esse medo da população e entender que isso traz consequências dentro dessa decisão de comprar ou não comprar uma arma", disse ele em entrevista à Sputnik Brasil.

"E isso tem tanto a ver com indicadores reais, com crimes que subiram de fato em muitos estados, mas também com quanto que circula de informação sobre violência nos estados."

De acordo com o pesquisador, embora, com medo da violência, as pessoas prefiram investir em armas, uma possível revogação do Estatuto do Desarmamento, como defendem alguns políticos que devem disputar as eleições de outubro, o que aumentaria, sem dúvida, ainda mais o número de armas em circulação, aumentaria também justamente esses já assustadores índices de violência. Ele explica que não é preciso especular muito para chegar a tal conclusão, já que esse período já existiu na nossa história.

"A taxa de mortos por arma de fogo pré-Estatuto do Desarmamento era 7% ao ano. E aí, mesmo depois do Estatuto do Desarmamento, que teve uma primeira queda em 2004 e 2005, e depois volta a subir, ele [o índice] volta a subir em números muito menores. Ele crescia a uma taxa de 7% ao ano e ele passa, depois, a crescer a uma taxa de 0.3%", destacou. "Então, a gente precisa olhar com carinho para a manutenção dessa legislação".

Ainda para o especialista, são muitos os riscos à segurança aumentados pelo maior número de armas em circulação, que vão desde acidentes ao aumento no número de casos de suicídios.

http://parstoday.com/pt/news/brazil




sexta-feira, 17 de novembro de 2017



A Procuradoria da da República no Distrito Federal solicitou à 10ª Vara Federal de Brasília que sejam bloqueados R$ 24 milhões em bens e valores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dofilho mais novo dele, Luís Cláudio.

As informações são da coluna Expresso, da revista Época.

O pedido foi feito no âmbito da Operação Zelotes. O ex-presidente é acusado de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O esquema envolveria prorrogação de incentivos fiscais concedidos a montadoras de veículos por meio de Medida Provisória editada pela administração do ex-presidente e às negociações do governo brasileiro para a compra de caças suecos.

Fonte: http://parstoday.com/




quarta-feira, 18 de outubro de 2017



Os advogados de Dilma Rousseff vão anexar o depoimento de um delator que confessou à Justiça brasileira ter dado dinheiro para subornar parlamentares na votação do processo de impeachment (destituição).

َA informação foi divulgada hoje numa nota assinada pelo advogado da ex-chefe de Estado, José Eduardo Cardozo.

O advogado alega que o depoimento de Lúcio Funaro, um agente do mercado financeiro que confessou ter dado um milhão de reais para o ex-deputado Eduardo Cunha comprar apoio de deputados e aprovar o afastamento da ex-Presidente, tornou todo o processo nulo.

"Na delação premiada [acordo de confessar crimes em troca da redução da pena] do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do 'impeachment'", considera José Eduardo Cardozo.

"A defesa de Dilma Rousseff irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF [Supremo Tribunal Federal], em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma Presidente legitimamente eleita", completou.

Dilma Rousseff foi destituída do cargo de Presidente do Brasil em agosto do ano passado ao ser considerada culpada da prática de crimes fiscais ao final de um longo processo julgado pelos membros do Congresso, que junta as câmaras baixa (Câmara de Deputados) e alta (Senado) do parlamento.

Um juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) já havia negado um pedido para anular o 'impeachment' em 2016, mas a defesa da ex-Presidente entrou com um recurso sobre a decisão.

Fonte: http://parstoday.com







terça-feira, 23 de maio de 2017


Em pronunciamento, presidente afirma que Joesley Batista está sendo investigado por especulação financeira, já que ele comprou US$ 1 bilhão antes da divulgação da gravação

Durante pronunciamento neste sábado (20), Temer observou que, em decorrência dessa “gravação fraudulenta e manipulada”, os irmãos Batista especularam contra a moeda nacional. “A notícia foi vazada, seguramente por gente ligada ao grupo empresarial, que antes de entregar a gravação comprou um bilhão de dólares porque sabia que isso provocaria o caos no câmbio” afirmou.
Assista:


“O autor do grampo está livre e solto passeando pelas ruas de Nova York”, ponderou. “Ele não passou nem um dia na cadeia. Não foi preso, não foi julgado, não foi punido e, pelo jeito, não será. Cometeu, digamos assim, o crime perfeito”, argumentou.

Investigação na CVM

Temer ainda relatou que o empresário Joesley Batista, sabendo que a divulgação da gravação também reduziria o valor das ações da sua empresa, vendeu-as antes da queda da bolsa de valores. “Não são palavras minhas apenas, esses fatos já estão sendo apurados pela Comissão de Valores Mobiliários. A JBS lucrou milhões e milhões de dólares em menos de 24 horas”, observou.

Fonte: http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-planalto/noticias/2017/05/empresario-ganhou-milhoes-com-gravacao-sem-autenticidade-comprovada-diz-temer




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Eu pergunto

e quem seriam os candidatos?

Temos gente decente pra isto agora?



quarta-feira, 10 de maio de 2017

(Graças a Deus)


Um juiz brasileiro chamado Ricardo Augusto Soares Leite, da 10.ª Vara Federal de Brasília, ordenou a suspensão das atividades do Instituto Lula, organização sem fins lucrativos mantida pelo ex-presidente do país Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão, tomada no último dia 5, foi publicada hoje.

No despacho, o juiz brasileiro justifica sua decisão afirmando que há indícios de que delitos podem ter sido iniciados ou instigados na sede do instituto, localizada em São Paulo.

"O próprio acusado [Lula da Silva] mencionou que no local se discutia vários assuntos, e há vários depoimentos que imputam pelo menos a instigação de desvios de comportamentos que violam a lei penal, a prudência e a cautela recomendam a paralisação de suas atividades", escreveu o magistrado.

"Há indícios abundantes de que [o Instituto Lula] se tratava de local com grande influência no cenário político do país, e que possíveis tratativas ali entabuladas fizeram eclodir várias linhas investigativas", completou.

A decisão foi divulgada um dia antes do ex-presidente brasileiro prestar o primeiro depoimento como réu em um processo da Operação Lava Jato, que apura crimes cometidos na Petrobras e em outras empresas públicas do país.

Na quarta-feira, Lula da Silva prestará depoimento ao juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da operação Lava Jato em primeira instância, na cidade de Curitiba.

Neste julgamento, o ex-chefe de estado brasileiro é acusado de ter recebido um apartamento de luxo na cidade do Guarujá, litoral de São Paulo, da empreiteira OAS como pagamento e suborno em troca de influência em contratos desta empresa com a Petrobras.

Lula da Silva nega as acusações e diz que não é o proprietário do imóvel, que ainda está no nome da construtora brasileira OAS.

Fonte:http://parstoday.com/pt/news/brazil-i18702-brasil_justi%C3%A7a_federal_suspende_atividades_do_instituto_lula



quarta-feira, 19 de abril de 2017




,,,,sem vergonha,,traidor da pátria,,,bandido,,,chefe da mega quadrilha,,,manipulador,,mentiroso,,,salafrário,,encantador de burros,,,



terça-feira, 18 de abril de 2017



Autor: Odilon de Oliveira - Juiz Federal em Campo Grande - MS
Publicado por: Marco Euzébio in Blog

Tenha ou não sido criminosa a queda do avião em que viajava Teori, certo é que, na condição de relator da Lava-Jato, operação de alcance internacional e cobrindo, no Brasil, centenas de empresários e políticos, incluindo o Presidente da República, esse ministro jamais poderia fazer uso desse tipo de aviação. Também pelo fato de ficarem hangarados durante muito tempo, em locais sem vigilância, essas aeronaves podem ser facilmente sabotadas. A importância do caso de que cuidava, ainda que em férias ou fora do serviço, Teori, no mínimo, teria que se valer da aviação comercial, pouco exposta a sabotagem e menos sujeita a acidentes, ou voar em avião da Força Aérea Brasileira. Jamais se deslocar em carro sem blindagem, e andar sempre com escolta composta também por policiais federais. Isto não é regalia, mas medida para proteger relevantes interesses nacionais. O interesse não era do Ministro Teori, mas da nação brasileira, pelo que os cuidados com sua segurança não podiam depender da vontade dele. Não se trata de opção da autoridade a ser protegida, mas de imposição do Poder Público. Em jogo, no caso, além do interesse pessoal e familiar na proteção do ministro, estavam interesses nacionais e internacionais. É obrigação da autoridade aceitar a proteção e os rigores dela, ainda que a situação, como é comum, acarrete-lhe constrangimentos. Caminho por essa seara não como curioso, mas na condição de juiz federal criminal há trinta anos, dezoito dos quais com proteção da Polícia Federal, ininterruptamente. Quem decide sobre o nível de segurança é o órgão que a presta, e não o protegido. Do mesmo modo, é o coordenador da segurança, ou, circunstancialmente, o chefe da escolta quem dá a palavra final sobre o que deve ou não fazer o protegido, isto para ser evitada situação de risco. O Ministro Teori sequer se encontrava com escolta, embora a própria natureza da operação que comandava, como relator, não deixasse a menor dúvida sobre o alto grau de risco a que se sujeitava. Dúvida também não pode haver de que o setor de segurança do Supremo Tribunal Federal falhou por incompetência. A mesma negligência não pode acontecer com o Juiz Federal Sérgio Moro, inegavelmente na mira de centenas de investigados na Operação Lava-Jato, muitos já condenados por ele. Infelizmente, o Brasil, líder em audiência no mundo da criminalidade, afrontado por facções que superam, em crueldade, o Estado Islâmico, não tem uma cultura de segurança de autoridades. Trata-se de matéria completamente negligenciada, inobstante muitos assassinatos tenham ocorrido, inclusive de alguns magistrados atuantes na esfera criminal. A situação brasileira impõe a criação de uma doutrina a respeito, assentada em eficiente normativo, que ainda não existe, no âmbito dos três Poderes da República. Isto é o básico para proteger quem lida com essa criminalidade arrogante e sem limite.


segunda-feira, 20 de março de 2017


O Ministério da Agricultura confirmou nesta segunda-feira que a China suspendeu a entrada de carne brasileira no país até o Brasil prestar esclarecimentos sobre suposto esquema de fraude em inspeções, revelado pela Polícia Federal, envolvendo pagamento de propina para a liberação de produtos sem fiscalização adequada.


Mais cedo, uma fonte na China havia dito à Reuters que a suspensão das compras de carne brasileira seria uma medida de "precaução".

Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as exportações de carne do Brasil à China somaram 1,75 bilhão de dólares no ano passado, respondendo por cerca de 13 por cento do total.

A decisão chinesa ocorre após a Coreia do Sul intensificar as fiscalizações de carne de frango importada do Brasil e banir temporariamente as vendas de produtos de frango da BRF, maior produtora de carne de frango do mundo.

Além dos países asiáticos, a Comissão Europeia também disse nesta segunda-feira que está monitorando as importações de carne do Brasil e que todas as empresas envolvidas no escândalo de carne terão acesso negado ao mercado da União Europeia.

O Ministério da Agricultura afirmou não ter recebido ainda comunicado formal tanto da Coreia do Sul quanto da UE.

Em operação lançada na sexta-feira e batizada de Carne Fraca, a Polícia Federal mobilizou agentes para desarticular uma organização criminosa envolvendo fiscais agropecuários e cerca de 40 empresas, incluindo as gigantes BRF e JBS. A investigação apontou fraudes na fiscalização sanitária, com o pagamento de propina para liberação de mercadorias adulteradas e estragadas.

Em resposta, o Ministério da Agricultura informou que uma fábrica da BRF em Mineiros (GO) e duas unidades da Peccin em Curitiba (PR) e Jaraguá do Sul (SC) foram interditadas cautelarmente, e que equipes de auditoria foram designadas para apurar irregularidades em outros 18 estabelecimentos citados na operação da PF.


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