quarta-feira, 3 de outubro de 2018




Fonte: Whatsapp





Como já era de se esperar, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, afirmou em comício na noite desta segunda-feira (1°), no Rio de Janeiro, que continuará procurando qualquer forma jurídica de livrar o ex-presidente Lula da cadeia. O chefe do poste está preso em Curitiba desde abril.

O candidato que aparece numericamente seis pontos percentuais à frente de seu eventual adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), disse que toda segunda-feira, quando visita Lula, sente que "eles" ficam incomodados.

"Vou ver todas as formas jurídicas de ajudar o Lula porque o Lula está preso injustamente e todo mundo sabe disso", afirmou. "Ficam querendo dar uma roupagem de legalidade para uma tamanha arbitrariedade como essa."

Durante o comício na Cinelândia, Haddad atacou seu provável adversário em seu ponto mais fraco, explorando a alta rejeição de Bolsonaro entre o eleitorado feminino: "Fico pensando no que passa na cabeça dessas pessoas para fazer política ofendendo as mulheres", disse, acrescentando que elas "carregam o país nas costas" com quatro jornadas de trabalho diárias.

Haddad focou seu discurso criticando o que vê como uma conduta dos aliados de Bolsonaro de ofender as mulheres.

Citou a declaração de seu vice, o general Hamilton Mourão, que relacionou a violência com a ausência de figuras masculinas nas famílias. Também lembrou do filho de Bolsonaro, Eduardo, que afirmou que as mulheres de direita são mais bonitas e higiênicas do que as de esquerda.

Curiosamente, tanto Haddad quanto o próprio Bolsonaro buscam a polarização nestas eleições, tentando a todo custo induzir o eleitor à conclusão de que apenas os dois têm chance de vencer a disputa. Aliados confidenciam que Bolsonaro é o adversário dos sonhos de Lula. Com altíssimos índices de rejeição entre as mulheres e os eleitores mais pobres, Bolsonaro perderia a eleição para praticamente todos os adversários num eventual segundo turno.

Com informações da Folha

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Que sua rejeição por ele não seja maior que sua rejeição pela corrupção

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua rejeição de ver o país governado de dentro da prisão pelos comandos de um candidato condenado em duplo grau de jurisdição, assim como ocorre com os líderes das facções criminosas já tão conhecidas.

Que a sua rejeição por ele não seja maior que os ensinamentos que recebeu de seus pais sobre não subtrair aquilo que é dos outros.

Que sua rejeição por ele não seja maior que os princípios de educação, moral e cívica que aprendeu quando criança nos bancos das escolas, na época em que escola ensinava o que, realmente, era papel da escola.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que sua indignação com a inversão de valores existentes em nossa sociedade atual.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que seu medo de viver o que já está vivendo a população dos países “amigos deles”, tais como, Venezuela, Bolívia e Cuba.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua indignação com cada escândalo de corrupção e desonestidade revelados na lava a jato.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que seu pânico de viver numa sociedade tão insegura, onde pais de família são mortos diariamente e audiências de custódias são criadas para soltar aqueles que deveriam pagar por seus crimes.

Que sua rejeição por ele não te leve ao grave erro de demonizar a polícia e santificar bandido.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua defesa pelo fortalecimento da família, como estrutura básica da sociedade.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que sua repulsa pelo mal que as drogas têm causado em nossas famílias.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua esperança de ter um país melhor para viver.

Que sua rejeição por ele não tire sua capacidade crítica de apurar tudo que é tendencioso na mídia.

Enfim, que sua rejeição por ele não te deixe cego a ponto de não enxergar que, neste momento, o Brasil está numa UTI e seu voto deve ser ÚTIL para salvá-lo.

Não brinque com isso, não se iluda com a maquiagem dos discursos bonitos, a coisa é séria.

Na hora de votar, lembre-se de sua essência e do que, realmente, sempre foi importante para você.

(Texto que circula nas redes sociais. Autoria atribuída à Dra. Isabele Papafanurakis Ferreira Noronha, juíza substituta da 6ª Vara Criminal de Londrina – PR)

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018



Empolgado com a possibilidade concreta da volta do PT ao poder nestas eleições, o ex-ministro e ex-presidente do PT José Dirceu já não consegue mais conter o entusiasmo de enfrentar o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no 2.º turno. Sem demonstrar qualquer constrangimento, o condenado criticou, durante entrevista, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou juízes de cederem à “pressão da mídia” e ao “clamor popular”.

“Primeiro, deveria tirar todos os poderes do Supremo e ser só Corte Constitucional”, afirmou o petista ao site 180 graus. “O Judiciário não é poder da República. Nossa constituição estabeleceu três poderes, mas só existem dois: os eleitos, que têm soberania popular, o Legislativo e o Executivo. O Judiciário é um órgão, que tem que ter autonomia, independência.”

Há poucos dias, o candidato a vice na chapa de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão, também sugeriu uma mudança na Constituição, feita por 'notáveis' escolhidos por ele e não pelo povo. O candidato do PT, Fernando Haddad, também vem defendendo a criação de uma nova Constituição. Segundo críticos, quem não consegue sequer respeitar a Carta Magna não tem o direito de propor mudanças de acordo com sua conveniência. A Constituição Cidadã tem seus defeitos, mas ela foi criada justamente para tirar o poder das mãos dos poderosos.

Com informações da Veja

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018


Os investigadores da Lava Jato realizaram novas diligências a partir de documentos apreendidos na casa de Lula e encontraram um verdadeiro tesouro contendo mais de uma centena de objetos valiosíssimos recebidos por Lula no governo, como obras de arte, moedas e até uma espada cravejada de diamantes.

Foaam encontrados presentes e joias raras supostamente recebidos por Lula durante encontros oficiais com chefes de estado. Os objetos de valor inestimado estão guardados, sem custo algum, em 23 caixas lacradas numa agência do Banco do Brasil, localizada no centro de São Paulo, desde 21 de janeiro de 2011, mês em que Lula deixou o governo.

Durante o cumprimento do último mandado de busca e apreensão contra Lula, os policiais encontraram em sua residência um documento intitulado “Termo de Transferência de Responsabilidade (Custódia de 23 caixas lacradas)", datado de 19 de março de 2012. No material, consta a informação de que os bens estão sob a guarda da mulher de Lula, Marisa Letícia Lula da Silva, e de seu filho Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Entre os responsáveis pela entrega dos presentes na agência está Rogério Aurélio Pimentel, assessor especial do ex-presidente, apontado como suspeito de ter bancado despesas da reforma do sítio em Atibaia, São Paulo, frequentado ao menos 111 vezes por Lula, conforme divulgou a revista Época

Entre os mais de cem objetos encontrados, classificados como joias e obras de arte, estão medalhas, moedas, comendas, espadas, adagas, escultura, entre outras peças que Lula ganhou durante o seu governo em missões oficiais em diversos países, do Chile à Ucrânia. A PF precisou de dois dias para analisar todo o acervo. Desde janeiro de 2011 até hoje, “o material não foi movimentado ou alterado”. De acordo com o relatório da PF, o gerente da agência do BB, Sérgio Ueda, disse que “não há custo de armazenagem para o responsável pelo material”.


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terça-feira, 21 de agosto de 2018


O ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, Dias Toffoli, anda sumido desde que foi citado pelo delato da Lava Jato e amigo de Lula, Léo Pinheiro. O petista de carteirinha foi citado em um relatório da Polícia Federal, mas contou com a blindagem do ex-procurador-geral da República, rodrigo Janot.

O silêncio de Toffoli é compreensível. O acordo de delação de Léo Pinheiro está sendo finalmente negociado pela nova chefe da PGR, Raquel Dodge.

No relatório da PF na Lava Jato, Toffoli é apontado n por sua relação de subserviência aos interesses de outros corrupto amigo do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai, preso na Operação Passe Livre, 21.ª fase da Lava Jato, em 24 de novembro de 2015, condenado a 9 anos e 10 meses de prisão por gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção.

A Polícia Federal afirma no relatório que Bumlai detinha influência ‘na Suprema Corte, na pessoa do ministro Dias Toffoli’, vice-presidente da Corte máxima. O documento, subscrito pelo agente da PF Antonio Chaves Garcia, foi encaminhado ao delegado Filipe Hille Pace e anexado aos autos da Lava Jato.

A PF chegou a esta conclusão após analise do material apreendido em endereço do economista Maurício Bumlai, filho do pecuarista. No HD, os agentes acharam ‘alguns contatos’ de ex-ministros do Governo Lula ligados a números de telefone. A PF destacou ainda, no documento de 12 páginas, o telefone da Granja do Torto e nomes com quem supostamente Bumlai mantinha contatos, como os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho.

“Insta mencionar que a família Bumlai, em razão dos contatos encontrados, detinha uma influência política muito grande durante o período em que Partido dos Trabalhadores (PT) estava no poder. A influência não era somente em agentes políticos da Administração Pública (Poder Executivo), mas também na Suprema Corte, na pessoa do Ministro Dias Toffoli”, diz o agente, às páginas 10 e 11.
Toffoli foi advogado-geral da União de 2007 a 2009, no segundo governo Lula. Chegou ao Supremo, por indicação do petista, em 23 de outubro de 2009.

Entre 2014 e 2016, ele acumulou a função de ministro do Supremo com a de presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Antes de assumir a cadeira na Corte máxima, Toffoli advogou para as campanhas presidenciais de Lula em 1998, 2002 e 2006.

“Chama atenção o contato do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que foi advogado do Partido dos Trabalhadores (PT) e indicado para o STF no Governo Lula”, ressalta o documento.
O relatório da Polícia Federal aponta que o objetivo na análise era buscar documentos, arquivos, planilhas, notas fiscais, e-mails, troca de mensagens e outros dados julgados úteis, que possuam algum relevo para a investigação.

“Diante do exposto, a pesquisa realizada no material disponibilizado à equipe de análise, antes da conclusão das investigações, não pode ser considerada exaustiva, ficando a cargo da Autoridade Policial solicitar novas pesquisas, caso entenda necessário, bem como a avaliação acerca da eventual existência de empecilho jurídico/legal ou comprometimento de posteriores diligências relacionadas ao fornecimento das informações apresentadas neste relatório.”


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segunda-feira, 20 de agosto de 2018



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu, nessa segunda-feira (30/7)), da polêmica decisão dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, STF, que suspendeu o início do cumprimento da pena imposta pelo Tribunal Regional da 4ª Região (TRF 4) ao ex-ministro José Dirceu.

Há pouco mais de 30 dias, or 3 votos a 1, a Segunda Turma STF decidiu soltar Dirceu, num ato que, segundo Raquel Dodge, representou uma “Violação do devido processo legal e desrespeito à Constituição”

Condenado a 30 anos e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena neste ano.

A proposta de libertar José Dirceu partiu do ministro Dias Toffoli e foi seguida pelos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Raquel Dodge alegou ainda que houve omissão quanto ao contraditório e ao respeito ao devido processo legal, uma vez que o Ministério Público não foi intimado para se manifestar.

“Na prática, o MPF foi surpreendido pela decisão, sem que tivesse tido qualquer oportunidade de defender sua posição, com violação do devido processo legal.”

Segundo a chefe da PGR, a peça que sustentou a decisão – o acordão condenatório do TRF4 – sequer foi apresentado pela defesa para embasar o pedido. No documento, Dodge sustenta que o julgamento possui vícios relativos tanto às regras processuais quanto à fundamentação adotada na concessão do habeas corpus. Segundo ela, a origem do pedido analisado pelos ministros não foi um habeas corpus e sim uma petição apresentada ao relator após julgamento que indeferiu uma reclamação, o que deixa claro, de acordo com a PGR, que o curso regimental foi totalmente atípico.

“De acordo com o Código de Processo Civil e as Súmulas 634 e 635, do STF, pedido com pretensão cautelar para a concessão de efeito suspensivo a recurso extraordinário é cabível quando a admissibilidade já tenha sido analisada pelo tribunal de origem, o que não ocorreu no caso de José Dirceu. Além disso, também foi desrespeitada a Constituição Federal, que estabelece os casos em que o STF é competente para processar e julgar originariamente habeas corpus.”

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domingo, 19 de agosto de 2018



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, tem sido um dos integrantes da Segunda Turma da Corte que mais tem sofrido com as críticas, após suas decisões controversas de soltar bandidos presos pela Lava Jato, como Eike Batista e José Dirceu. Gilmar tem sido mais criticado que Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski pelo que fato destes dois últimos são tradicionais aliados do PT e defensores da organização criminosa comandada por Lula.

Já Gilmar ainda contava com a confiança de uma parcela da sociedade por suas críticas contra o lulopetismo. Mas ao virar a casaca e passar a defender os interesses dos maiores criminosos da história do país, o ministro passou a ser alvo de duras críticas até mesmo por parte de colegas do Supremo.

Acuado e sem justificativas plausíveis para suas posições, o ministro conta apenas com a defesa de sua esposa, Guiomar Mendes, funcionária da firma de advogados que presta serviços ao ex-bilionário Eike Batista. A Mulher de Gilmar Mendes não vê nenhum problema em trabalhar para um criminoso que foi solto graças ao voto de seu marido e saiu em defesa do ministro.

Segundo a coluna Painel da Folha, Guimar enviou mensagem emotiva a amigos e contatos no meio jurídico. No texto, fez enfática defesa do marido e condenou os ataques que ele vem sofrendo desde que votou pela libertação de presos da Lava Jato.

A mulher de Gilmar Mendes tenta justificar suas posições tentando melhorar a atmosfera para o marido no Supremo e tenta explicar que o que Gilmar fez, soltar criminosos contumazes, foi para proteger a sociedade e a Lava Jato.

“O juiz observa regras e essas regras nem sempre são compreendidas”, escreveu Guiomar. No trecho mais forte, chamou de”desinformados infelizes” os que não percebem que, “em última análise, são os que ele mais objetiva proteger”.


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sábado, 18 de agosto de 2018




Enquanto a maioria dos presidenciáveis diz que o Brasil pode caminhar para um cenário de “venezuelização” se o adversário ganhar, parcela significativa do PT tem reiterado apoio ao país vizinho"

"A Venezuela extrapolou o âmbito da política externa para se tornar um dos temas centrais na campanha eleitoral. Jair Bolsonaro (PSL), por exemplo, afirma que a volta do PT ao Planalto representaria uma “venezuelização” do Brasil. Geraldo Alckmin (PSDB) diz o mesmo em relação a petistas e ao próprio Bolsonaro.

A visão dos presidenciáveis é clara: se o adversário ganhar, o país caminhará para um cenário caótico semelhante ao do país vizinho, com hiperinflação, desemprego, escassez de alimentos e medicamentos, insegurança e crise institucional.

O que dizem os petistas sobre a Venezuela?
E o que dizem os petistas sobre a questão? Fernando Haddad, candidato à Presidência do partido, declarou recentemente que a Venezuela já não é uma democracia. “Quando você está em conflito aberto, como está lá, não pode caracterizar como uma democracia. A sociedade não está conseguindo, por meios institucionais, chegar a um denominador comum”, afirmou, em 13 de agosto.

A opinião, entretanto, está longe de ser consensual em seu partido. Nos últimos meses, parcela significativa do PT tem reiterado seu apoio ao regime ditatorial de Nicolás Maduro. A presidente da sigla, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), é hoje o principal nome a respaldar essa posição publicamente.

Em julho de 2017, Gleisi manifestou, em nome do PT, solidariedade a Maduro no 23º Encontro do Foro de São Paulo, congregação partidos de esquerda da América Latina e do Caribe. “Temos a expectativa de que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da Revolução Bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”, declarou.

Dois meses depois, documento assinado por Gleisi e Monica Valente, secretária de Relações Internacionais do PT, também fazia elogios a Maduro. “Em nome do PT expressamos nosso forte apoio e celebramos o constante compromisso do governo de submeter as divergências ao voto popular, como mostrou o recente processo de uma Constituinte, permitindo que o povo decida seu próprio futuro”, dizia a nota.

Em maio deste ano, pouco antes da eleição que garantiu mais um mandato para Maduro, texto assinado por Valente no site do PT defendia a lisura e a transparência do processo político na Venezuela.

A Assembleia Constituinte venezuelana foi instalada há um ano para reescrever a Constituição do país. A nova Carta Magna ainda não saiu do papel, mas nesse período a Constituinte, controlada por Maduro, anulou a Assembleia Nacional opositora, instalou uma comissão que levou ao indiciamento de seus principais rivais e cassou as duas maiores siglas adversárias.

Em retribuição à solidariedade petista, membros da Constituinte venezuelana criticaram duas vezes a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Agora, Lula adota tom mais distanciado
Depois de afirmar em vídeo que Maduro se “destacou brilhantemente na construção de uma América Latina mais democrática e solidária”, Lula adotou recentemente um tom mais distanciado.

Em março, um mês antes de ser preso, disse à agência AFP que não está acompanhando de perto a situação venezuelana e que não havia conversado nos meses anteriores com Maduro.

O petista afirmou ainda que, em 2013, quando o mandatário assumiu o poder como herdeiro político de Hugo Chávez (1954-2013), lhe enviou uma carta dizendo que “achava que era prudente ele trabalhar para harmonizar a Venezuela”.

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sexta-feira, 17 de agosto de 2018



O general Hamilton Mourão, candidato à vice na chapa do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, criticou direitos do trabalhador, como 13º salário e adicional de férias, e defendeu uma 'implementação séria da reforma trabalhista'. O agora político falou em palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana e classificou benefícios garantidos ao trabalhador como 'jabuticabas'.

“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada doze, como é que nós pagamos treze? É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, disse o militar reformado.

Sobre as pensões vitalícias que consomem bilhões dos cofres públicos pagas pelo trabalhador a filhas de militares, nenhuma palavra. Pensão para maior de 21 anos, saudável e apta a trabalhar, já é uma vergonha. Além de ricas, a maior parte das pensionistas evita o casamento no civil, de modo a garantir o recebimento do benefício durante toda a vida. Mourão também não criticou privilégios vergonhosos das elites dominantes, bancados com dinheiro dos impostos do trabalhador, como auxílio-moradia, auxílio-educação de até R$ 7 mil por mês para filhos até 24 anos, até 80 dias de férias de membros do Judiciário, etc.

Com informações do BR18


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