sexta-feira, 31 de outubro de 2014

quinta-feira, 30 de outubro de 2014


CIRCULANDO NO FACEBOOK


















Brasil, um país de todos...os bandidos



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Por Olavo de Carvalho, Em 11 Dez 2014


Uma elite de psicopatas sobe ao poder e se cerca de adeptos e militantes que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria
A saúde mental de uma comunidade pode ser aferida pela dos indivíduos que ela eleva aos mais altos postos e incumbe de representá-la. O mais breve exame do Brasil sob esse aspecto leva a conclusões que já ultrapassam a escala do alarmante e se revelam francamente aterrorizantes.
Já tivemos um presidente que achava lindo fazer sexo com cabritas, se gabava de haver tentado estuprar um companheiro de cela – prova de macheza, segundo ele – e confessava entre risos as mais cínicas mentiras de campanha. É claro que a tropa dos seus guarda-costas e marqueteiros corria, nessas ocasiões, para dar a essas declarações o sentido de meras brincadeiras, mas, supondo que o fossem, é igualmente evidente que pessoas adultas normais não se divertem com gracejos tão torpes.
Qualquer que fosse o caso, no entanto, a conduta desse cidadão não sugeria nenhuma doença mental e sim propriamente uma psicopatia – a deformidade moral profunda que sufoca a voz da consciência e autoriza o indivíduo a viver de manipulações, trapaças e crimes sem nunca enxergar nisso nada de anormal.
Já mencionei, em outros artigos, o livro do psiquiatra Andrew Lobaczewski, Ponerologia: Psicopatas no Poder (Vide Editorial, 2014), em que uma equipe de médicos poloneses condensa os resultados de décadas de observação da elite comunista que dominava o país, e descreve tecnicamente o fenômeno da "patocracia", o governo dos psicopatas.
Mas, como explica o próprio dr. Lobaczewski, quando uma elite de psicopatas sobe ao poder, ela se cerca de adeptos e militantes que não são psicopatas, mas que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam em vez de aceitar os dados da realidade, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria. A histeria é um comportamento fingido e imitativo, no qual o doente nega o que percebe e sabe, criando com palavras um mundo fictício cuja credibilidade depende inteiramente da reiteração de atitudes emocionais exageradas e teatrais.
Um exemplo, já antigo, esclarecerá isso melhor.
Todo mundo conhece o deprimente episódio da discussão feia na qual a deputada Maria do Rosário xingou seu colega Jair Bolsonaro de "estuprador". Incrédulo, o deputado perguntou:
-- Agora sou eu o estuprador?
A deputada, fria e pausadamente, confirmou:
-- É sim.
O deputado, que não é lá muito famoso pelas boas maneiras, deu-lhe uma resposta brutalmente sarcástica ("não vou estuprar você porque você não merece") e a adversária ameaçou dar-lhe uns tapas, deixando de cumprir o intuito ante a promessa de um revide, sendo então chamada de "vagabunda" e tendo um dos mais célebres chiliques da história política nacional.
Está tudo gravado.
As circunstâncias que precederam o acontecimento são muito reveladoras. Bolsonaro tinha apresentado um projeto de lei que previa penas mais severas para os estupradores, inclusive antecipando o prazo de maioridade penal para que a punição pudesse alcançar tipos como Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, um dos estupradores e assassinos mais cruéis que este país já conheceu.
Maria do Rosário era contra a antecipação da maioridade e defendia penas mais brandas para estupradores e assassinos de menos de dezoito anos.
O projeto do deputado Bolsonaro era aprovado por mais de 90% da população.
Defensora de uma causa impopular, e cunhada, ela própria, de um estuprador de menores, Maria do Rosário tinha todos os motivos para ficar com os nervos à flor da pele quando se discutia estupro e menoridade. Chamar de estuprador o algoz maior dos estupradores não fazia o menor sentido, evidentemente, exceto como inversão histérica da situação real.
Do ponto de vista penal, admitindo-se que ambos os parlamentares tenham cometido delitos, o da deputada foi bem mais grave. Nosso Código Penal pune com seis meses a dois anos de detenção o crime de calúnia (imputação falsa de ato delituoso) e com apenas um a seis meses de detenção o de injúria (ofender a dignidade e o decoro de alguém). Pior: a lei concede atenuante ao delito de injúria se é cometido em revide a insulto anterior, e um segundo e maior atenuante se o revide foi imediato. Os dois atenuantes aplicavam-se à conduta do deputado Bolsonaro. Em comparação com Maria do Rosário, ele estava praticamente inocente no episódio.
Bem, esses são os dados objetivos da situação, mas a reação da esquerda nacional quase inteira, seguida de perto por toda a grande mídia, foi levantar um escarcéu dos diabos contra o deputado, chegando a pedir a cassação do seu mandato e apresentando Maria do Rosário como vítima inocente de uma violência verbal intolerável.
Por mais intenso que seja o ódio político que se vota a um inimigo, simplesmente não é normal inverter de maneira tão flagrante a lógica dos fatos e o seu sentido jurídico para fazer do agredido o agressor e do revide injurioso, por mais grosseiro que fosse, um crime mais grave que o de calúnia.
Pior: todos os que incorreram nessa loucura faziam-no em tom de tão profunda indignação – alguns chegando até às lágrimas --, que não pareciam, de maneira alguma, estar mentindo deliberadamente. Ao contrário: a coisa era uma inversão histérica genuína, característica, indisfarçável. E coletiva.
A passagem do tempo não parece tê-la curado, mas agravado. Ainda esta semana, como o deputado Bolsonaro relembrasse o episódio, mostrando não arrepender-se do que tinha dito a Maria do Rosário, a deputada Jandira Feghali viu nisso, não, como seria normal, uma prova de falta de educação, mas – pasmem – uma confissão de estupro. E, aos berros, exigia a cassação do mandato de Bolsonaro, alegando que "não podemos admitir a presença de um estuprador nesta Casa". Não deixa de ser significativo que, nessa mesma semana, uma pesquisa da Universidade da Califórnia revelasse que a incapacidade de perceber o sarcasmo pode ser um sintoma de demência.
Porém ainda mais significativo é que, também na mesma semana, a deputada, lendo uma frase minha segundo a qual todos deveríamos "atirar à cara dos comunistas, em público, todo o mal que fizeram", lançou o alarma: Olavo de Carvalho prega assassinato de comunistas!
O histérico não enxerga o que está diante dos seus olhos, mas o que é projetado na tela da sua imaginação pelo medo e pelo ódio.


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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Enquanto a CV agia...a outros esquecia!!!

  • Cláudio Humberto
  • 13 de dezembro de 2014
  •  
Empresa de filho de ministro fatura R$148 milhões
A Petra Energia S/A, que tem como vice-presidente Pedro Barros Mercadante Oliva, filho do ministro Aloízio Mercadante, faturou R$ 148,1 milhões do governo federal entre 2013 e 2014, quando o petista se transformou no poderoso chefe da Casa Civil. Segundo o Sistema Integrado de Informações Financeiras do Governo Federal (Siafi), a verba foi empenhada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, que foi comandado pelo mesmo Aloizio Mercadante nos anos de 2011 a 2012.

  • Meu paipai
Da verba empenhada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do ministério, R$ 47,1 milhões já foram pagos à Petra Energia.

  • Um atrás do outro
Em 2013, o ministério empenhou R$ 42,8 milhões para a Petra Energia em agosto, e mais R$ 47,6 milhões no mês seguinte, setembro.

  • Lucro bilionário
Fundada em 2008 para explorar petróleo e gás, a Petra virou a maior  concessionária de blocos de terra do País, tem áreas em MG, MA e AM

  • Olho na África

O presidente da Petra, Roberto Viana, já perfurou 16 poços na Bacia de São Francisco (MG), e tem expandido negócios para África. Hum…


segunda-feira, 27 de outubro de 2014





domingo, 26 de outubro de 2014

Por Jair Bolsonaro, em 18 Dez 2014
Em 1º de novembro de 2003, um menor de idade conhecido como Champinha e quatro comparsas surpreenderam um casal de jovens –Felipe Café, 19, e Liana Friedenbach, 16– que estava acampado. Felipe foi executado no dia seguinte com um tiro na nuca. Ela viveu horrores ao ser estuprada em rodízio por seus algozes, até ser executada, no dia 5, a golpes de facão.
Dias depois, no Congresso, eu concedia entrevista à Rede TV sobre a redução da maioridade penal quando, inopinadamente, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) começou a me ofender gratuitamente, bradando que eram de minha responsabilidade aqueles crimes. Em seguida, ela me chamou de estuprador. Repetiu a ofensa e, em resposta ao meu questionamento, reafirmou que eu era estuprador.
Minha reação ocorreu num reflexo e, ante a agressão verbal injusta, respondi que não era estuprador, mas que, se fosse, não a estupraria porque ela não merecia. Seguindo-se ofensas recíprocas e a ameaça dela de me dar uma bofetada na cara, reagi defensivamente e a alertei de que, se ela me agredisse, também seria agredida. Tudo isso pode ser comprovado por vídeos na internet.
Qualquer pessoa que preza seus familiares se sentiria ofendida e muitas teriam a mesma reação.
Já me rotularam de homofóbico por ser contra o "kit gay" nas escolas do ensino fundamental e, recentemente, também fui rotulado de racista por ser contra as cotas. No caso "Preta Gil", em que fui acusado de racista depois de entrevista ao programa "CQC", da Band, o procurador-geral da República, em junho deste ano, pediu ao STF o arquivamento do processo porque o "CQC" informou não possuir mais a fita "bruta" do programa.
Entendo ser o parlamentar que melhor encarna a dura oposição ao governo do PT, em especial dos seus integrantes que tentaram mergulhar o Brasil numa aventura cubana.
Eles se incomodam comigo quando falo do passado de seus ícones, como Carlos Lamarca, que, antes de desertar, "despachou" mulher e dois filhos para Cuba, ou sobre os crimes cometidos pela VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) –de Dilma Rousseff e seu ex-marido Carlos Araújo– como a execução do jovem tenente Alberto Mendes Júnior.
Buscando restabelecer a verdadeira história recente do país, apresentei o projeto de lei nº 8.246/2014, que visa criar nova Comissão da Verdade para, entre outros crimes, apurar a afirmação do jornalista Ancelmo Gois de que só podia transitar pelo Brasil graças à carteira de identidade falsa fornecida, pasmem, pela KGB, o serviço secreto soviético.
A verdade tortura muitos parlamentares do PT, PSOL e PC do B, em especial quando, na semana passada, acusei na Comissão de Direitos Humanos o aliciamento de jovens estudantes para a Guerrilha do Araguaia para serem estupradas pelos seus comandantes comunistas.
Devemos acreditar no PT, que rejeita qualquer investigação no sequestro, tortura e execução do prefeito Celso Daniel, ou no Exército, que, impulsionado pela mídia, pela Igreja Católica, pela OAB, por mulheres nas ruas, por empresários e pela maioria esmagadora da Câmara e do Senado salvaram o país do comunismo em 1964?
Enquanto eu for parlamentar, restará ao PT apenas o direito de gritar.
JAIR BOLSONARO, 59, capitão da reserva do Exército, é deputado federal pelo PP-RJ



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sábado, 25 de outubro de 2014

Os bebês gêmeos



Uma certa manhã, Dilma, Presidenta do Brasil, ficou surpresa ao ler a seguinte notícia nos jornais:

“Maria Sebastiana, uma jovem mãe brasileira, não assistida por qualquer bolsa do governo, residente em Brasília, registra em um cartório Capital Federal, seus dois filhos gêmeos, recém-nascidos: uma menina e um menino, com os nomes de Dilma e Brasil.”

Honrada pelas circunstancias, Dilma decide visitar a mãe em questão, para mostrar seus agradecimentos pela decisão de dar a seus filhos gêmeos o seu próprio nome e o nome do pais que preside, pelo menos na sua imaginação. Ao chegar na modesta residência da jovem mãe, encontra Maria Sebastiana dando de mamar no peito para a bebê Dilma. A Presidenta reitera seus agradecimentos e pergunta para a mãe dos gêmeos:
- Aonde está Brasil, o irmãozinho dessa querida esfomeada que não para de mamar?

Maria Sebastiana responde que Brasil está dormindo profundamente faz bastante tempo. Estranhando a resposta, a Presidenta tem a ousadia de aconselhar para que a mãe desperte o garoto para que assim a Presidenta possa ter a oportunidade de vê-lo. A resposta de Maria Sebastiana deixa a Presidenta sem fala:

- Senhora Presidenta, acho melhor não acordar o Brasil porque se Brasil desperta Dilma deixa de mamar... 


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Por Guilherme Fiuza
Quem, em sã consciência, pode apostar que um grupo que se enraizou no Estado brasileiro para saqueá-lo fará tudo diferente agora?
Ao ser diplomada no TSE para o novo mandato, Dilma Rousseff propôs um pacto nacional contra a corrupção. Quase na mesma hora, a Controladoria-Geral da União afirmava que a compra da Refinaria de Pasadena não foi um mau negócio, foi má-fé. Dilma presidia o Conselho de Administração da Petrobras, responsável pela aprovação da negociata. A dúvida é se os critérios para a compra da refinaria e para o pacto anticorrupção serão os mesmos.
O Brasil precisa saber urgentemente qual será o papel do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, no pacto nacional contra a corrupção. Nas investigações da Polícia Federal, Vaccari é acusado de beneficiário do esquema do petrolão, e de injetar propinas na campanha de Dilma - essa mesma que foi reeleita e diplomada declarando guerra à corrupção. As faxinas da presidente deixariam o FBI de cabelo em pé.
Os EUA, aliás, já foram apresentados às entranhas do governo popular, com a chegada do escândalo da Petrobras à Justiça americana. O problema é que lá não tem um Lewandowski ou um Dias Toffoli para tranquilizar os companheiros na última instância. Também não tem um ministro da Justiça servindo de garoto de recados do marqueteiro petista. Como incluir os americanos, holandeses e suíços lesados pelo petrolão no pacto contra a corrupção? Será que o apoio deles custa mais do que os da UNE e do MST?
Uma das ascensões políticas mais impressionantes nos últimos anos foi a do ex-deputado André Vargas. Virou secretário de comunicação do PT e chegou a falar grosso com o STF no julgamento do mensalão - cuja transmissão televisiva ele queria embargar. Depois provocou Joaquim Barbosa publicamente, fazendo a seu lado o gesto do punho cerrado dos mensaleiros. André Vargas chegou à vice-presidência da Câmara dos Deputados, nada menos. Aos inocentes que não entendiam aquela ascensão meteórica, veio, enfim, a explicação: Vargas era comparsa do doleiro Alberto Youssef, o operador do petrolão.
Essa singela crônica de sucesso mostra que hoje, no Brasil, não há nada mais claro e seguro do que a lógica de funcionamento do PT. A qualquer tempo e lugar que você queira compreendê-la, o caminho é simples: siga o dinheiro.
Seguindo o dinheiro (farto) do doleiro, a polícia chegou a uma quadrilha instalada na diretoria da Petrobras sob o governo popular. Tinha o Paulinho do Lula, tinha o Duque do Dirceu, tinha o tesoureiro da Dilma, tinha bilhões e bilhões de reais irrigando a base de apoio do império petista. Um ou outro brasileiro mal-humorado se lembrou do mensalão e resmungou: mais um caso de corrupção no governo do PT. Acusação totalmente equivocada.
O mensalão e o petrolão não são casos de corrupção. Pertencem a um sistema de corrupção, montado sob a bandeira da justiça social e da bondade. Vamos repetir para os que seguiram o dinheiro e se perderam no caminho: trata-se de um sistema de corrupção. E as investigações já mostraram que esse sistema esteve ligado diretamente ao Palácio do Planalto nos últimos dez anos. Um deputado de oposição disse que o maior medo do PT não era perder a eleição presidencial, mas que depois Dilma fizesse a delação premiada.
E lá vai o Brasil para mais quatro anos dessa festa. Quem tem autoridade para acreditar que o método será abandonado? Quem em sã consciência pode apostar que um grupo político que se enraizou no Estado brasileiro para saqueá-lo irá fazer tudo diferente agora? Responda, prezado leitor: quem são as pessoas nesse governo ou nesse partido capazes de liderar uma guinada virtuosa? Lula? Dilma? Vaccari? Mercadante? Pimentel? Cardozo? Carvalho? Dirceu? Delúbio?
Mesmo depois de passada toda a propaganda suja da eleição, mesmo depois de exposta a destruição da maior empresa brasileira pelos que juravam amá-la, Dilma não recuou. Foi para cima do Congresso e rasgou a Lei de Responsabilidade Fiscal. Obrigou o parlamento a legalizar o golpe do governo popular contra a política de superávit - que é um dos pilares da estabilidade monetária. O que falta fazer?
Que passe de mágica devolverá a credibilidade a um governo desmoralizado no país e no exterior? Quem vai querer investir aqui com esse bando de parasitas mudando as regras ao sabor das suas conveniências fisiológicas? Quem tem coragem de afirmar (com alguma dignidade) que os próximos quatro anos poderão reerguer esse Brasil em processo de argentinização?
Num sistema parlamentarista razoável, a extensão do escândalo na Petrobras já teria derrubado o governo. Os acordos de delação premiada já indicaram que Dilma e Lula sabiam de tudo. Se o Brasil quiser (e o gigante abrir pelo menos um dos olhos), essa investigação chegará onde tem que chegar. Esse é o único pacto possível contra a corrupção.
Em 1992, quando Collor estava balançando, já por um fio, Bussunda resolveu dar a sua contribuição e apareceu diante do Palácio do Planalto vestindo um tomara-que-caia - "em homenagem ao presidente". É isso que falta?
 Veja como publicado em O Globo: 

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Por Gen Div R-1 Newton Álvares Breide
No final da década de 70, este jovem tenente cursava a Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro. Ao retornar para casa, sempre encontrava na esquina da Belfort Roxo com Nossa Senhora de Copacabana, um mendigo de boa aparência, cerca de quarenta anos, mas com uma chaga na perna de dar dó. A ferida aberta ia do joelho quase até ao tornozelo. Ele, sentado na calçada, na passagem das pessoas, recebia esmolas de quase todos os transeuntes.
O desconforto que me causou a situação daquele coitado não me parecia possível resolver com apenas alguns trocados. Minha consciência pedia mais!
Na farmácia mais próxima comprei esparadrapo, gaze, água oxigenada, pomada secante, sulfa e coisas do gênero. Com a simplicidade de quem acha que está ajudando, agachei-me e entreguei a ele a sacola com os medicamentos. Sua reação ficou gravada na minha memória para sempre. O tom de voz só era suplantado pelo olhar odioso que me destinou quando deixou fluir sua raiva ao dizer mais ou menos o seguinte: "Qual é a sua, cara? Quer acabar com o meu ganha-pão? Some daqui com essa porcaria!"
A ficha caiu. O falso mendigo queria manter a ferida aberta para sempre. Não lhe interessava ética, verdade, trabalho digno ou qualquer outro sentimento nobre. O vil metal, abocanhado com facilidade, fazia com que enganasse as pessoas com sua pretensa condição de desassistido e injustiçado pela sociedade. Ao longo daquele ano, quando passava pelo seu ponto privilegiado, ele sorria com sarcasmo e deboche.
O comportamento da Comissão Nacional da Verdade (CNV) é similar ao do falso pedinte. Não interessa a seus integrantes e àqueles que a criaram a pacificação que a Lei da Anistia propõe. A chaga tem de continuar aberta e sangrando para render polpudas indenizações a uns e menosprezo a outros! Acusações sem provas, ilações infundadas, dúvidas risíveis e condenações sem direito ao contraditório e à ampla defesa maculam qualquer resquício de verdade que possam ter obtido.
Os crimes abjetos e violentos do terrorismo e da guerrilha – causa – foram esquecidos pela CNV. Só são lembradas as inconformidades da lídima repressão do Estado – consequência. Entretanto, sempre é bom lembrar que só ao Estado é dado o direito de emprego da força na sua autodefesa, quer seja a ameaça externa ou interna.
Em respeito à inteligência dos leitores, nem vou tratar do escopo ideológico da luta armada imposta ao Brasil pela esquerda radical. Até a velhinha de Santo André, que jura não ter o PT qualquer envolvimento na morte do Celso Daniel e no aparecimento de mais sete cadáveres, não engole o subterfúgio ardiloso de que as organizações terroristas lutavam pela democracia.
A sanha ideológica espúria que pautou a criação da malsinada CNV, estribada no revanchismo, produziu, tão somente, a versão fantasmagórica daqueles que pretendem mudar a história, transformando guerrilheiros, terroristas e outros criminosos em paladinos do bem.
A acusação pusilânime contra os generais presidentes é prova cabal da leviandade, parcialidade e má fé que de forma perene estão amalgamadas no seu relatório final.
O contundente absurdo, entre outros, vem com a proposta de um pedido de desculpas das Forças Armadas. Desculpas por ter evitado a "cubanização" do Brasil? Ou por impedir a nossa transformação em uma "maravilha bolivariana" onde a população não tem, sequer, acesso aos artigos de primeira necessidade?

Felizmente, essa ridícula proposta será atendida quando o sargento Garcia prender o Zorro ou os Comandantes das Forças Singulares se tornarem covardes. A probabilidade é a mesma!



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Chocante revelação de Augusto Nunes, da revista VEJA, comprova assassinato de guerrilheiro executado por seus companheiros terroristas e  ignorado pela famigerada CNV que, solidária com os assassinos, silencia  respeito e, com isso, invalida a inclusão da vítima no imenso rol dos beneficiados com as multimilionárias indenizações concedidas a muitas centenas de ativistas e simpatizantes, vivos ou mortos.








O terrorista que matou o companheiro de luta armada


http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/


12/12/2014
às 16:16 \ Direto ao Ponto
O terrorista que matou o companheiro de luta armada está fora da lista da Comissão da Verdade e o assassinado foi condenado ao esquecimento perpétuo. Haja cinismo
 
O que acho da Comissão da Verdade e do relatório que acaba de ser divulgado? Um post de 3 de julho de 2012 antecipou a resposta. Confira. Volto no fim.  

Márcio Leite de Toledo tinha 19 anos quando foi enviado a Cuba pela Aliança Libertadora Nacional, para fazer um curso de guerrilha. De volta ao Brasil em 1970, tinha 20 quando se tornou e um dos cinco integrantes da Coordenação Nacional da ALN, organização de extrema-esquerda fundada pelo terrorista Carlos Marighela. Então com 19 anos, fazia parte do quinteto o militante comunista Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, o “Clemente”. Da mesma forma que o Paz da certidão de nascimento, o codinome Clemente contrastava com o temperamento e o prontuário de um devoto da violência.

Em outubro de 1970, numa reunião clandestina, os componentes da Coordenação Nacional debateram as circunstâncias do assassinato de Joaquim Câmara Ferreira, que havia 11 meses substituíra o chefe supremo Marighela, fuzilado numa rua de São Paulo por uma milícia liderada pelo delegado Sérgio Fleury. Sob o argumento de que estavam percorrendo o caminho mais curto para a eliminação física dos engajados na luta armada, Márcio propôs aos demais dirigentes uma pausa na guerra desigual.

Não era a primeira vez que aquele companheiro desafinava do restante da direção, desconfiou  Clemente. Demorou duas horas para concluir que Márcio era um dissidente prestes a traí-los, entregar-se à polícia da ditadura e contar o muito que sabia. Demorou dois dias para convencer o restante da cúpula a avalizar seu parecer. Demorou um pouco mais para, com o endosso dos parceiros, montar o tribunal revolucionário, propor a pena capital e aprovar a sentença que, já com 20 anos,  ajudou a executar numa rua de São Paulo.

Convocado para uma reunião de rotina do alto comando, Márcio foi para o encontro com a morte no fim da tarde de 23 de março de 1971. Antes de sair do apartamento que lhe servia de esconderijo, o condenado que não tivera o direito de defender-se e sequer suspeitava da tocaia deixou um registro manuscrito: “Nada me impedirá de continuar combatendo”, prometeu-se. Não imaginava que fora proibido de continuar vivendo. Assim que chegou ao ponto combinado na região dos Jardins, foi abatido a tiros.

Alguns foram disparados por Clemente, acaba de admitir o terrorista aposentado ao jornalista Geneton Moraes Neto, que o entrevistou para o programa Dossiê, exibido pela Globo News neste 30 de junho. O vídeo abaixo reproduz o trecho da entrevista em que o depoente se transforma oficialmente em assassino confesso. “Então nós fomos lá e cumprimos a tarefa”, diz Clemente depois de resumir a decisão do tribunal revolucionário composto por três juízes com pouco mais de 20 anos de idade. “Cumprir a tarefa” é bem menos chocante que “executar um companheiro de luta contra a ditadura”.

Entrevistador competente, Geneton vai direto ao ponto: “Você participou diretamente da execução, então?” Com a placidez de quem recita uma receita de bolo, Clemente enfim assume a autoria do crime. “Essa é uma informação que até hoje eu não dei”, avisa. “E, na verdade verdadeira, eu não dei também porque ninguém teve essa atitude de chegar e me perguntar diretamente. Participei, sim, da ação. A tiros… a tiros…” A expressão sem culpas e o olhar de quem não perde o sono por pouca coisa informam que, para o declarante, tirar ou não a vida de um ser humano é algo que merece tanta reflexão quanto ir à praia ou ficar na piscina do prédio.

A maioria dos integrantes da Comissão da Verdade divide o universo que resolveu devassar  em torturadores a serviço da ditadura e heróis da resistência. Uns merecem o fogo do inferno, outros só merecem a gratidão do país (e desfrutar de uma Bolsa Ditadura de bom tamanho). Em qual dessas categorias devem ser enquadrados Carlos Engênio Coelho Sarmento da Paz e Márcio Leite de Toledo? O algoz pode alegar que a execução de um dissidente que também combatia a ditadura militar foi um acidente de percurso? Essa espécie de homicídio foi engavetada pela anistia? A família da vítima de um crime que o Estado não cometeu pode figurar na relação dos indenizados? Como reparar a memória do jovem executado? A Comissão da Verdade está convidada a oferecer respostas convincentes para tais interrogações.

Bem menos complicado é responder à pergunta feita por Clemente em novembro de 2008, quando voltei a tratar do episódio infame: “O que quer o jornalista Augusto Nunes quando publica um artigo como este?”. Simples: quero deixar claro que não há nenhuma diferença entre o torturador que matou Vladimir Herzog e o terrorista que executou Márcio Leite de Toledo. Um a serviço da ditadura militar, outro a serviço da ditadura comunista, ambos são assassinos sem direito ao perdão.

Márcio Leite de Toledo está fora da lista de mortos e desaparecidos divulgada no relatório da Comissão da Verdade. Carlos Eugênio Coelho Sarmento da Paz  está fora da relação dos responsabilizados por violências contra os inimigos do regime. O assassino foi absolvido. A condenação ao esquecimento perpétuo consumou o segundo assassinato da mesma vítima. Os sherloques do passado, diplomados na escola do cinismo, decidiram que um terrorista podia tudo. Até matar o companheiro de luta armada. Haja canalhice.



Martim




terça-feira, 21 de outubro de 2014



Assunto: Depoimento e testemunho sobre o Pré-Sal - a farsa de Lula

"Quando os que mandam perdem ou não tem vergonha, os que obedecem perdem o respeito".

Isso é o que impera em nosso país, a partir do governo incompetente e cheio de exemplos de mal caráter, exemplificado pelo próprio Lulla.
Podridão, corrupção, falta de vergonha e ética, malandragem, sacanagem e tudo de ruim acontece a todo momento e
assola e toma conta do país.

Como conviver com tudo isso? é uma pena que tenhamos que passar por isso!







Testemunho do Pré-sal: Carlos Galani Dos Santos

”Em 1978, eu, Carlos Galani dos Santos, trabalhei em uma plataforma marítima de prospecção de petróleo na bacia de Santos. A concessão da área era da British Petróleun, a plataforma era da Pennzóil e a firma em que eu trabalhava, como Auxiliar de Geólogo, era a Oil, (Ocean Inchcape do Brasil). A plataforma tinha o nome de SEDCO 706.
Sedco 700 Séries, é uma unidade semi-submersível, capaz de operar em ambientes moderados e profundidades de até 2.000 m (6.562 pés) * usando 18 ¾ “BOP 10000 psi e riser marinho de 21″ OD.
 
A base era em São Sebastião, de onde saia o helicóptero que nos levava para a plataforma. O tempo de vôo era de uma hora e distava aproximadamente 200 KM, já na beira da plataforma continental do Brasil. Com tempo bom se avistava da plataforma a claridade da cidade do Rio de Janeiro em noites claras. Estas informações é para que se situem na localização aproximada. 
Pois bem, meu trabalho consistia em recolher amostras coletadas das brocas de perfuração, trata-las e analisa-las quanto à presença de carbono, o que indicaria a possibilidade de haver ou não petróleo naquele furo.
E, sim, havia carbono em quase todos os furos que eram feitos. Mas, a profundidade em que eram encontrados estes indícios da possibilidade de haver petróleo tinham uma lâmina d´agua na média de 176 metros e os furos eram todos com mais de 3.000 metros!
Foram centenas de furos e todos devidamente marcados quanto à localização e lacrados com cimento, pois não havia na época tecnologia para que se retirasse o petróleo em segurança, como não temos até hoje.

Imaginem minha indignação quando este desgoverno começou à usar estas informações como se fossem “novidades” descobertas por “elles” em… 2005 !!!


De lá para cá, iludiram o país inteiro, com a conivência dos políticos, que certamente também tinham estas informações que lhes passo aqui, com a possibilidade, ainda impossível, do país ficar “rico” com este petróleo inviável economicamente, ao menos no atual momento. (grifo nosso)

Era isto que tinha para dizer, meu testemunho de que nosso governo mente, e mente em tudo o mais, inclusive quando se diz “democrático”, pois sabemos que o viés é totalitário.
Mentem somente… lastimavelmente…

Os Geólogos denunciam. A Petrobrás perdeu 208 bilhões de dólares. O Pré-sal foi descoberto em 1974, no governo Geisel. Foi mapeado no governo Itamar Franco. Foi declarado no governo Fernando Henrique,como exploração inviável. (grifo nosso)

No mundo inteiro não há tecnologia para extrair petróleo do pré-sal.


-Lula, com o governo em queda, resolveu enganar o povo, dizendo que descobriu o Pré-sal e que os problemas do Brasil estariam resolvidos. O que surpreende é que os políticos e governadores “aliados”, brigam por sua “divisão”. Divisão de quê? O governo Distribuiu dinheiro da Petrobrás à rodo para petistas e aliados, cut, sem-terra. une, etc., na compra de votos. O povo não sabe nem quer saber. A ignorância é geral. O importante é o PT, Lula e Dilma. O dinheiro acabou. A Petrobras faliu. Agora importa gasolina, óleo, álcool de milho, etc



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A LENDA DA CHEGADA DE JESUS NA BAHIA


Estavam um carioca, um paulista e um baiano no boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros : 
- Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.
- Tás brincando! - dizem OS outros.
- Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...
O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta :

- Mermão, digo, Senhor, Tu é Jesus Cristo, não é verdade ?
- Eu ? Que idéia !
- Eu acho que sim. Aí..., TU é Jesus Cristo !!!
- Já disse que não! Mas fale mais baixo.
- Pô, eu sei que TU é Jesus Cristo.
E tanto insiste que o homem lhe diz baixinho :
- Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não digas a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.
- Mas eu tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí brother, digo, Senhor !
- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde fazendo milagres.
O  carioca tanto insiste que Jesus Cristo põe a mão sobre o seu joelho e cura-o.
- Pô, valeu! Ficarei eternamente grato! - agradece, emocionado, o carioca..
- Sim, sim! Não grites e vai-te embora e não contes a ninguém.  
Logo em seguida, chega o paulista...  
- Aí ô meu, o carioca disse que és Jesus Cristo e que o curaste....
Tenho um olho de vidro. Cura-me também!
- Não sou Jesus Cristo! Mas fale baixo.  
O paulista tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.  
- Oh lôco meu! Obrigado mesmo! Agradece, emocionado, o paulista.
- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.  
Mas, Jesus Cristo bem o viu contando a história aos amigos e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele. O tempo foi passando e nada.
Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos e pondo a mão sobre o ombro do baiano, começou a perguntar :
- E TU, não queres que...  
O baiano levanta-se de um salto, e afastando-se dele grita em alto e sonoro baianês :  
- Aê, meu Rei.... Tira essas mãozinhas de cima de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica!!!



domingo, 19 de outubro de 2014

Para esquecer um pouco a Dilma o Exú 9 Dedos e aquelas tranqueiras de Brasília.




Ele e Ela
Ela diz: “Morreu o padre que nos casou!”
Ele responde: “Aqui se faz, aqui se paga...”


De empregado a empregado 
- Sabia que o chefe faleceu?
- Sim mas queria saber quem foi que morreu com ele...
- Porque diz isso?
- Você não leu o aviso que puseram na empresa? Dizia: “...e com ele se foi um bom trabalhador...!”

Do chefe ao empregado
- Este é o quarto dia que chega tarde esta semana. Que conclusão tira disto?
- Que hoje é quinta-feira?...

De empresário a empresário
- Como consegue que seus empregados cheguem sempre pontualmente ao trabalho?
- É simples: tenho 30 empregados, mas só 20 vagas no estacionamento....

Do chefe à secretária
- Quem te disse que você pode ficar passeando o dia todo sem trabalhar, só porque tivemos um caso???
- O meu advogado...

Chefe
- Antonio, eu sei que seu salário não é suficiente para bancar seu casamento... mas algum dia você irá me agradecer...

Do empregado ao chefe
- Chefe, posso sair hoje duas horas antes? Minha mulher quer que eu a acompanhe nas compras...
- De maneira nenhuma!
- Obrigado, chefe! Eu sabia que você não ia me deixar na mão!

Uma vez no censo
Dois empregados do Censo chegam a uma casa e perguntam:
- Seu nome?
- Adão.
- E o da sua esposa?
- Eva.
- Incrível! Por acaso a serpente também vive aqui??
- Sim, um momento... Sogrinha! Estão te chamando!!

De amigo a amigo
Um homem visita um amigo no hospital:
- José, o que aconteceu que você está todo contundido?
- Bateram em mim!
- Mas porquê?
- Porque eu tossi!
- Porque você tossiu?!
- Sim! Tossi dentro de um armário!

A academia e seus milagres
Um homem de uns 65 anos pergunta ao treinador na academia:
- Que equipamento eu devo usar para impressionar uma mulher de 30?
E o treinador o olha bem e diz:
- Eu recomendaria o caixa automático...

Querida sogra
A sogra está à beira da morte e em sua agonía ela olha para a janela e diz:
- Que lindo entardecer!
E o genro lhe responde:

- Não se distraia sogrinha, concentre-se! “Olhe para o túnel... sempre para o túnel!!!”



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