quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Logo pela manhã um amigo muito querido e especial me disse a seguinte frase:

"Felizes seriam os ditadores do restante do mundo se os respectivos povos fossem como a maioria dos brasileiros..."

E eu não posso deixar de dividir esta verdade com vocês, queridos leitores e seguidores e amigos ...

E Feliz 2016 para todos,. Que o Senhor Deus tenha misericórdia do Planeta e em especial do Brasil porque Ele sabe como precisamos e ainda vamos precisar...



terça-feira, 29 de dezembro de 2015



Chico Buarque bate boca defendendo o PT no meio da rua, no Leblon




quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Um relatório da agência do governo de combate à lavagem de dinheiro revela que os quatro, entre outros petistas, movimentaram quase meio bilhão de reais em transações com indício de irregularidades

Por THIAGO BRONZATTO, em 31 Out 2015

Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
Há duas semanas, analistas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais conhecido pela sigla Coaf, terminaram o trabalho mais difícil que já fizeram. O Coaf, subordinado oficialmente ao Ministério da Fazenda, é a agência do governo responsável por combater a lavagem de dinheiro no Brasil. Reúne, analisa e compartilha com o Ministério Público e a Polícia Federal informações sobre operações financeiras com suspeita de irregularidades. Naquela sexta-feira, dia 23 de outubro, os analistas do Coaf entregavam à chefia o Relatório de Inteligência Financeira 18.340. Em 32 páginas, eles apresentaram o que lhes foi pedido: todas as transações bancárias, com indícios de irregularidades, envolvendo, entre outros, os quatro principais chefes petistas sob investigação da PF, do Ministério Público e do Congresso.
Eis o quarteto que estrela o relatório: Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, líder máximo do PT e hoje lobista; Antonio Palocci, ministro da Casa Civil no primeiro mandato de Dilma Rousseff, operador da campanha presidencial de 2010 e hoje lobista; Erenice Guerra, ministra da Casa Civil no segundo mandato de Lula, amiga de Dilma e hoje lobista; e, por fim, Fernando Pimentel, ministro na primeira gestão Dilma, também operador da campanha presidencial de 2010, hoje governador de Minas Gerais. O Relatório 18.340, ao qual ÉPOCA teve acesso, foi enviado à CPI do BNDES. As informações contidas nele ajudarão, também, investigadores da Receita, da PF e do MP a avançar nas apurações dos esquemas multimilionários descobertos nas três operações que sacodem o Brasil: Lava Jato, Acrônimo e Zelotes. Essas investigações, aparentemente díspares entre si, têm muito em comum. Envolvem políticos da aliança que governa o país e grandes empresários. No caso da CPI do BNDES, os parlamentares investigam as suspeitas de que os líderes petistas tenham se locupletado com as operações de financiamento do banco, sobretudo as que beneficiaram o cartel de empreiteiras do petrolão.
O ex-presidente Lula e o relatório do Coaf. Também foram identificadas operações de compra de títulos de previdência por R$ 6,2 milhões.
Ao todo, foram examinadas as contas bancárias e as aplicações financeiras de 103 pessoas e 188 empresas ligadas ao quarteto petista. As operações somam – prepare-se – quase meio bilhão de reais. Somente as transações envolvendo os quatro petistas representam cerca de R$ 300 milhões. Palocci, por exemplo, movimentou na conta-corrente de sua empresa de consultoria a quantia de R$ 185 milhões. Trata-se da maior devassa já realizada nas contas de pessoas que passaram pelo governo do PT. Há indícios de diversas irregularidades. Vão de transações financeiras incompatíveis com o patrimônio a saques em espécie, passando pela resistência em informar o motivo de uma grande operação e a incapacidade de comprovar a origem legal dos recursos.
A empresa de Palocci movimentou as maiores quantias. O relatório mostra, entre seus clientes, a Caoa, suspeita de comprar uma medida provisória.
O governador Pimentel também fez aplicações de R$ 676 mil no mercado segurador sem prestar informações sobre a origem do dinheiro.
O Coaf não faz juízo sobre as operações. Somente relata movimentações financeiras suspeitas de acordo com a lei e regras do mercado, como saques de dinheiro vivo na boca do caixa ou depósitos de larga monta que não tenham explicação aparente. O Coaf recebe essas informações diretamente dos bancos e corretoras. Eles são obrigados, também nos casos previstos em lei, a alertar o Coaf de operações "atípicas" envolvendo seus clientes. É obrigação do Coaf avisar as autoridades sobre operações suspeitas de crimes. A lavagem de dinheiro existe para esquentar recursos que tenham origem ou finalidade criminosa, como pagamentos de propina. Não cabe ao Coaf estipular se determinada transação é ilegal ou não. Cabe a ele somente informar a existência dessa transação às autoridades competentes, caso essa transação contenha características de uma operação de lavagem de dinheiro. Foi isso que o Coaf fez no caso do quarteto petista. Cabe agora à PF, ao MP e ao Congresso trabalhar detidamente sobre as informações reveladas pelo Coaf.
Veja como publicado: 

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"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Não sabia que o descaramento chegava ao ponto de reservar sala cirúrgica, leito de UTI e de enfermaria.
Parabéns ao Dr Cacciari por denunciar isso.

Dedo indicador branco apontando para a direitaCARTA DE UM MÉDICO À PRESIDENTEPágina voltada para cima

Sra. Dilma Rousseff, tudo bem?
Pelo que a senhora tem dito, está tudo bem, sim!
Pude observar por fotos sua boa aparência enquanto
visitava hoje pela manhã a cidade em que eu moro:
Catanduva, aqui no interior de São Paulo.
Porém, nós brasileiros não estamos tão bem quanto a senhora! Rosto fatigado
Desculpe-me não poder aplaudi-la hoje.
Eu estava trabalhando, como sempre.
A propósito, é isso que os brasileiros mais fazem para tentar
consertar o seu desgoverno. Confesso, adoro trabalhar.
Isso não é problema para mim. Porém, trabalhar sem perspectivas
de mudança e melhoria, isso me incomoda.
Cansamos de improvisar para resolver os desatinos do seu governo.
Quem gosta de dar um jeitinho em tudo, são vocês aí de cima;
nós, médicos, cansamos! Rosto com a boca aberta e suor frio
A senhora veio até a nossa cidade e "exigiu" um leito de UTI
reservado apenas para atender um eventual problema.
Senhora presidente, nossos pacientes que vivem à espera de um leito,
às vezes até morrem aguardando, como ficam?
A senhora deveria dar o exemplo: primeiro, como cidadã que se
preocupa com seus pares, cedendo sua vaga para aqueles que
realmente precisam; segundo, como autoridade, indicando a
postura a ser seguida. Agindo como fez, reiterou o caos que se
encontra a saúde pública desse país. Até a senhora precisa reservar leito,
tamanha dificuldade de vagas!Caveira
Mas fique tranquila, caso sofresse algum mal súbito ou
algum atentado contra sua saúde, atenderíamos a senhora
com muito prazer. Porém, se precisasse de vaga de UTI,
deveria aguardar na emergência até surgir um leito.
Poderia demorar dias, até semanas. Aliás, é assim que funciona.
A senhora não sabia? Passe uns dias aqui conosco para averiguar.
Venha sentir o ambiente da emergência e das enfermarias.
Quem sabe isso desperte compaixão perante o povo sofrido
que cuidamos incessantemente. Coração partido
Como se não bastasse, exigiu reserva de um leito na enfermaria. Precisamos muito do espaço que a senhora solicitou.
No hospital de nossa cidade atendemos outras 19 cidades
circunvizinhas que encaminham seus pacientes para cá.
Nossa emergência vive lotada, os corredores contêm macas por
todos os lados. Alguns pacientes aguardam dias até surgir uma
vaga na enfermaria. Por que a senhora quer um leito reservado? Hospital
Convém recordar que a senhora é representante do povo, todos
pagam impostos expressivos sobre o salário e todos os bens e
serviços. Vale destacar que a senhora é o funcionário que mais
dá prejuízo nesse país. Basta olhar os noticiários do Brasil e do
mundo. Dinheiro com asas
Notei barulho de vários helicópteros. Desculpe, não tive tempo
de olhar pela janela para ver como eram. Cabe informar que
seu transporte muito confortável poderia estar sendo utilizado
para salvar vidas. Aqui em nossa região temos inúmeras estradas
vicinais. Os acidentes são constantes e inúmeros óbitos são registrados.
Já que melhorar as estradas não é possível, pelo menos nos dê
condições de atender as vítimas com agilidade. 🚁
A cidade referência de nossa região, São José do Rio Preto, precisa
ainda mais de um helicóptero como o seu. Faça um favor,
ande de carro. Seja humilde, assim como seu povo é.
Bem como o papa Francisco foi, quando visitou o Brasil.
Assim conhecerá melhor as estradas do Brasil sob o seu
desgoverno e dará exemplo de dignidade. Automóvel
Como se não fosse suficiente toda a reserva no hospital tirando
leito de quem precisa, ainda solicitou que três viaturas do SAMU estivessem ao seu dispor. Senhora presidente, trabalho no SAMU
há seis anos. Conheço muito bem as necessidades e prioridades desse serviço. Cobrimos, 24 horas por dia, 19 cidades. Muitas vezes
precisamos de suporte de mais viaturas para atender ocorrências
com inúmeras vítimas, porém não temos disponível, nem profissionais. Ambulância
Observe, atendemos cerca de 500 mil habitantes em nossa região, com apenas um médico disponível do SAMU para socorrer!
Agora, a senhora vem aqui nos visitar e exige um médico apenas para a senhora? Faça-me o favor, senhora presidente! Estamos sobrecarregados e ainda a senhora vem tumultuar nosso ambiente? Símbolo de colisão
Além de tudo, veio acompanhada de três médicos, exaustivamente acompanhando a senhora, inclusive com desfibrilador a postos.
Saiba que Catanduva, SP, tem médicos competentes o suficiente para atendê-la em caso de necessidade. Tenha certeza que será muito bem atendida, enfrentamos bem situações adversas. Rosto com máscara médica
Aliás, a senhora solicitou que uma sala cirúrgica estivesse livre e desocupada, ao seu dispor. Não sei se a senhora não sabe, mas
precisamos de mais salas cirúrgicas para atender toda a demanda de pacientes. Não raramente, precisamos priorizar quem operamos.
Alguns precisam aguardar a sala cirúrgica ser desocupada para ser operados. Às vezes, não dá tempo... Ora, a senhora quer uma disponível exclusivamente para uma eventual cirurgia? Pergunto: e o José, a Maria e o João? A vida deles é menos importante que a sua? Caracteres 'SOS' contidos em quadrado
E a segurança? Além dos seus inúmeros seguranças particulares,
a senhora mobilizou nosso contingente para resguardar sua integridade. Cerca de 50 policiais à sua disposição, além de viaturas.
Ora, e a segurança da nossa população? Somos 115 mil habitantes e precisamos de mais segurança. Atendemos baleados, esfaqueados e agredidos com frequência em nosso serviço. Muitos deles precisam do espaço que a senhora reservou para seu "eventual" atentado. Giroflex de viaturas policiais
Enfim, senhora Dilma, desculpe-me alongar. São tantas as dores que guardamos no coração... Vê-la dissimuladamente festejar a entrega de
casas populares dá-nos náuseas. Não estamos de brincadeira, senhora, queremos respeito com nosso suor. Exigimos que nos represente com honestidade e cuide de nossa população, ainda mais dos que precisam de condições mínimas de saúde. Rosto com suor frio
Não me venha dizer que não sabia de nada dos desvios do seu governo
e que não tinha conhecimento do comportamento delituoso das pessoas com quem estava se envolvendo. Agora responda por suas ações (e pela ausência delas!), cumpra com seus deveres e, ao menos, conserte o estrago feito. Martelo
Não temos que agradecer nada que a senhora fez, pois não fez mais do
que a obrigação. O dinheiro é nosso, a cidade é movida pelo nosso empenho. O povo é seu patrão! Portanto, da próxima vez, nem venha. Trabalhe! Busque soluções concretas para o poço sem fundo que o país está. Rápido, antes que nosso Brasil vire pó. Símbolo de traço
Agora, pergunto: Dedo indicador branco apontando para baixo
Sra. Dilma, a que veio? Dedo indicador para cima
Da próxima vez, peça licença. Proibido entrada
Chega, estamos cansados! Mão levantada

— Dr. Cacciari Gravata


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

"O MONSTRO" Exmº Sr Juiz SÉRGIO MORO



Lava Jato

  Vale a pena conhecer um pouco da vida desse juiz federal que leu e assimilou a estratégia da delação premiada e da publicidade, usada pelos "juízes de ataque" da Operação Mãos Limpas (Itália, década de 70), os quais "após dois anos de investigações, haviam expedido 2.993 mandados de prisão contra empresários e centenas de parlamentares, dentre os quais quatro ex-premiês".
A Lava Jato (já na 14ª etapa) "está apenas no começo", diz ele. Concordo. Mas já está mais que na hora de apertar o cerco sobre o Ali Babá e a Rainha da Inglaterra (Dilma, no imaginário de Lula), que tropeçou com as "pedaladas" fiscais de 2014, não engolidas pelo TCU.
QUEM É SÉRGIO MORO?

 
Veja quem é o Juiz da Operação Lava-jato, a quem podemos comparar a Joaquim Barbosa.

 
Dono de estilo reservado, caráter ilibado, honestidade implacável e hábitos simples, o JUIZ da Vara Federal de Curitiba-PR entrou para a história do nosso país ao levar EXECUTIVOS PODEROSOS ligados ao PT de EMPREITEIRAS FAMOSAS para a CADEIA e se mostrar implacável no combate à CORRUPÇÃO da PETROBRÁS e da POLITICA brasileira. Sempre que alguém o compara com Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Sérgio Moro desconversa. Ou melhor, silencia.

 
O juiz da 13ª vara federal criminal de Curitiba, que ganhou notoriedade à frente das investigações da Operação Lava-Jato, não gosta desse tipo de comparação nem de especulações sobre o seu futuro.
Há alguns anos, rejeitou sondagens para se tornar desembargador, o que para muitos é degrau natural para galgar a última instância do Judiciário. Moro afastou-se da oferta por desconfiar de tentativa de cooptação por parte de um figurão da política nacional que temia virar réu num inquérito que chegou à sua mesa. Não fosse isso, ele daria outro jeito de recusar a oferta por acreditar que ainda há muito o que fazer na primeira instância.
Eleito pela REVISTA  "ISTO É" o "BRASILEIRO do ANO", SÉRGIO MORO não mostra sedução pelo poder da toga.
De hábitos simples, ele faz parte de uma rara safra de juízes que encararam a magistratura como profissão de fé.
Não dá entrevista, nem posa para fotos. Dispensa privilégios. Vai para o trabalho todos os dias a bordo de um velho Fiat Idea 2005, prata, bastante sujo e repleto de livros jurídicos empilhados no banco de trás. Antes, chegou a ir de bicicleta. "Quando eu chego aos lugares, ninguém imagina que é o Sérgio Moro", conta, sorrindo.
Apesar de ter se tornado o inimigo número 1 de poderosos, prefere andar sem guarda-costas. Quem sempre reclama é a esposa, a advogada Rosângela Wolff de Quadros Moro, procuradora jurídica da Federação Nacional das Apaes, instituição dedicada à inclusão social de pessoas com deficiência. A "Sra. Moro" teme pela segurança do marido, e dela mesma, afinal o magistrado se mostrou implacável com a corrupção ao encurralar integrantes do governo do PT e levar, numa ação inédita, executivos das maiores empreiteiras do País à cadeia.
Nascido em PONTA GROSSA - há 42 anos, Moro é filho de Odete Starke Moro com Dalton Áureo Moro, professor de geografia da Universidade de Estadual de Maringá - morto em 2005. Antes de ingressar na Magistratura, seguiu os passos do pai. Integrou o mesmo Departamento de Geografia da UEM e também deu aula nos colégios Papa João XIII e Dr. Gastão Vidigal.
Obteve os títulos de MESTRE e DOUTOR em DIREITO do Estado pela Universidade Federal do Paraná. Seu orientador foi Marçal Justen Filho, um dos mais conceituados especialistas em licitações e contratos. Cursou o Program of Instruction for Lawyers na prestigiada Harvard Law School e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro no International Visitors Program, promovido pelo Departamento de Estado americano.  
Sérgio Moro criou varas especializadas em crimes financeiros na Justiça Federal e traz no currículo outras operações de peso. Presidiu o inquérito da operação Farol da Colina, que desmontou uma rede de 60 doleiros, entre eles Alberto Youssef. A investigação fora um desdobramento do caso Banestado, que apurou a evasão de US$ 30 bilhões de políticos por meio das chamadas contas CC5.
Ciente de que os mecanismos de lavagem de dinheiro evoluem e se tornam cada vez mais complexos, Moro não para de estudar.
É um aficionado pela histórica "Operação Mãos Limpas". Quando a compara com a Lava Jato, não tem dúvidas: "É apenas o começo". O caso que marcou para sempre a política italiana foi deflagrado por um acordo de delação, mecanismo inaugurado anos antes nos processos contra a máfia. Após dois anos de investigações, a Justiça italiana havia expedido 2.993 mandados de prisão contra empresários e centenas de parlamentares, dentre os quais quatro ex-premiês.
Num artigo sobre o caso italiano em 2004, Moro exalta os chamados "pretori d'assalto", ou "juízes de ataque", geração de magistrados dos anos 1970 na Itália que ganharam espécie e legitimidade ao usar a lei para "reduzir a injustiça social", tomar "posturas antigovernamentais" e muitas vezes agir "em substituição a um poder político impotente". O juiz SÉRGIO MORO se identifica com essa geração e vê no Brasil de hoje um cenário semelhante e propício ao combate à CORRUPÇÃO.

 

 
--
"A mudança assusta, traz desconforto, mas ela é inevitável!!!




segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Excelentíssimo Senhor Ministro  E AO  SUPREMO  TRIBUNAL FEDERAL
CARTA ABERTA
                Sempre fui defensor ardoroso do PODER JUDICIÁRIO. Aprendi com meu professor de direito, na ESCOLA MILITAR DE RESENDE, que, qualquer sociedade organizada tem seu pilar principal, no CUMPRIMENTO DA LEI. Sem lei ou a não existência de quem a defenda sofrerá a influência da demagogia, do populismo, que são formadores do caos.
       Estamos vivendo o caos e a falência do Poder Judiciário. Há Poder Judiciário para defender poderosos e, não, para defender a sociedade brasileira. Diariamente, estamos assistindo a assaltos aos Cofres da União, dos Estados e dos Municípios. Não são quantidades pequenas, chegando aos bilhões de reais ou mesmo de dólares. Este dinheiro falta na saúde e os ladrões estão soltos, quando cometeram um crime hediondo. Roubaram o seu povo.
       Estamos assistindo à desgraça da mentira prevalecer nos processos, derrotando a verdade. A MENTIRA é o maior câncer de uma sociedade. Como pode uma pessoa ir depor no SENADO FEDERAL e ter garantido o direito de ficar calado? Ela pode ficar calada de livre e espontânea vontade e não ser garantida pelo STF. O STF, defensor da JUSTIÇA, deveria dizer que o depoente não pode MENTIR e se mentir, deveria ser preso. O STF é defensor da VERDADE.
       Magistrado, a manchete da folha de São Paulo, de 29 de abril de 2015, diz bem o que pensa o brasileiro: “SUPREMO LIVRA DA CADEIA EMPREITEIROS DA LAVA JATO.”  É bendito: SUPREMO DEFENDE LADRÃO. É isso que o povo passa a pensar. O BOM DIA BRASIL, de 30 de abril de 2015, foi direto e disse verdades que mostram a decepção com a Justiça. Será que os milhares de presos não poderiam estar presos em casa, com tornozeleira eletrônica. Perguntaram? “são todos iguais”?
       No mesmo dia, 29 de abril de 2015, no Estado do Ceará, vamos encontrar, no jornal Diário do Nordeste, a SEGUINTE NOTÍCIA: “Quatro presos por fraudes na Caixa Econômica são liberados”. São ladrões de mais de 20 milhões reais.
       Excelentíssimo Senhor Ministro, por que soltar quem não presta? Quem rouba bilhões não é pior do que ladrão de galinha? E por que quem rouba pouco é preso e quem rouba muito é solto? É por essas coisas que há um ditado que diz: ”se vai roubar, roube muito, que não vai ser preso”.
       Antigamente, todos tinham o respeito sagrado pela Justiça. Este respeito está indo para a lata do lixo, Exmo. Senhor Ministro. Um dos juízes que votou não poderia fazê-lo. Deveria se julgar impedido. 
       Estou enviando esta carta para STF, para Vossa Excelência e amigos.  É uma carta aberta.
É uma carta de revolta.
Sabe  por que  desta  revolta,  Senhor Ministro? Por ter sido PROVEDOR DA SANTA CASA DE FORTALEZA e vivi a pobreza de perto e falta de apoio dos governos.
Sabe  por que  desta  revolta,  Senhor Ministro? Por ter sido dirigente de uma Casa de apoio ao Idoso. Ser idoso neste país é merecer o desprezo dos órgãos públicos. Velho não vota é o que falam os politiqueiros.

Sabe por  que  desta  revolta,  Senhor Ministro? Por ter enterrado três crianças, em TERSINA, mortos pela fome, quando comandante da Polícia Militar do Piauí.
Sabe por   que    desta    revolta,  Senhor Ministro? Porque quase todo dia alguém bate à minha porta, pedindo socorro e eu vou ajudá-lo . Alguém pobre bate à sua porta?
Sabe por que     desta     revolta,  Senhor Ministro? Porque assisto aos noticiários, às Sessões do Judiciário, às Sessões da Câmara e do Senado e fico comparando com outros países, onde ladrão vai para a cadeia ou é fuzilado por ser traficante de droga. Primeiro Ministro Inglês vai para o Parlamento de Metrô e milhares de carros oficiais servem aos poderosos desta desgraçada República.
Estou  perguntando a  Vossa  Excelência se já viu jovens destruídos pela droga.
Estou  perguntando a Vossa Excelência se já viu lágrimas de mãe por ver o filho destruído pela droga.
Estou  perguntando a  Vossa  Excelência  se teve que segurar um pobre homem que desejava matar o filho por ser traficante de droga.
Eu já vi tudo isso quando comandei, também, a Polícia Militar de São Paulo.
Termino perguntando a Vossa Excelência se já ouviu o soluço profundo de uma mãe e o grito desesperado, afirmando que seu filho era ladrão e que roubava para não ser preso.
Eu vi. Ainda sinto o olhar profundo daquela mãe que procurava Justiça.
Excelentíssimo Senhor Ministro, procuro Justiça, apenas Justiça.
Vossa Excelência e os dois outros Juízes, ao soltarem os criminosos empreiteiros, que cometeram crime HEDIONDO, DEPRAVADO, VICIOSO, SÓRDIDO, IMUNDO, REPELENTE, REPULSIVO, HORRENDO, SINISTRO, PAVOROSO, MEDONHO, contribuíram para o desprestígio do SAGRADO PODER JUDICIÁRIO.      

GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO
FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO
COORDENADOR DO GRUPO GUARARAPES
DIA 30 abril DE 2015
       ESTAMOS AUTORIZANDO A QUEM ACHAR QUE DEVA REPASSAR QUE O FAÇA.

PRESTE ESTE SERVIÇO AO BRASIL  


domingo, 20 de dezembro de 2015

Matéria do jornal O Globo traça um panorama do patrimonialismo vigente no Brasil, reforçado pela chegada do lulopetismo ao poder. É de pedir saquinho, por favor:

O trabalho é em sala confortável na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com ar-condicionado, serviço de copa completo, carro, motorista, combustível e moradia grátis.
O cargo é de chefia, com salário de R$ 21 mil. Somadas as gratificações, vai a R$ 77 mil mensais. Tem ainda uma renda variável, um bônus anual — o último foi de R$ 46,4 mil. Detalhe: a rotina impõe o uso de terno e gravata.
Infelizmente, não há vagas disponíveis em ministérios como o das Minas e Energia. Os cargos "de natureza especial" — no jargão burocrático — e com essa remuneração são privilégio do pessoal com vínculos políticos e, também, daqueles que as empresas estatais do setor elétrico enviam a Brasília.
Oficialmente, a elite da burocracia federal ganha menos que os ministros e a presidente da República (R$ 24,3 mil, a partir de novembro). Na vida real, alguns driblam as barreiras e recebem salário com todas as gratificações admissíveis no serviço público, inclusive adicional de "periculosidade" (um terço do salário básico), mais os benefícios concedidos pelas instituições e empresas públicas de onde vieram.
Para as estatais é um excelente negócio, pois o funcionário cedido hoje ao primeiro e segundo escalões do governo federal será o que vai autorizar seus projetos e fiscalizá-las amanhã.
Fica ainda melhor: cada centavo da remuneração paga ao empregado cedido a Brasília é integralmente reembolsado pelo Tesouro Nacional, via ministério. Como ele recebe pela empresa, é do seu interesse pecuniário que ela obtenha do ministério o mais privilegiado tratamento possível.
Em junho, a endividada Eletronorte, do grupo Eletrobrás, distribuiu aos 3,4 mil empregados uma fatia do lucro de R$ 2,2 bilhões, produto do aumento médio de 29% na contas de luz e da manipulação de créditos fiscais.
Um dos seus funcionários emprestados ao Ministério de Minas e Energia, em Brasília, embolsou R$ 152 mil — um terço como participação nos resultados da estatal. Outros levaram até R$ 100 mil.
Conflito de interesses
O domínio de posições chave na Esplanada dos Ministérios por conglomerados estatais como Eletrobrás, Petrobras e Banco do Brasil, entre outros, motivou a abertura de uma investigação do Ministério Público Federal. Há suspeita de conflitos de interesses e de manipulação de informações privilegiadas. É caso simbólico da confusão que prevalece na gestão de órgãos, de pessoal e da folha de pagamentos do governo federal.
Com 618 mil funcionários na ativa, Dilma Rousseff dispõe de uma força de trabalho 26% maior do que a de Lula. Foram 130 mil contratações entre 1º de janeiro de 2003 e o último dia 30 de junho. Significa que a folha de pagamentos da administração federal (excluídas as estatais) recebeu cerca de 40 novas inscrições de servidores a cada dia útil.
O custo de pessoal deve ultrapassar R$ 100 bilhões neste ano — um aumento de 58% no período, descontada a inflação.
A gerência da folha a cada ano fica mais complexa. À margem do salário mensal proliferam recompensas pecuniárias que a pressão da máquina sindical acaba incorporando à remuneração, sob a forma de direito adquirido.
Existem atualmente 37 tipos de gratificações. Os principais beneficiários são os "comissionados"— servidores efetivos, cedidos por órgãos e empresas estatais ou sem vínculo com o serviço público. Eles ocupam cargos e funções de chefia, também chamados de confiança, e têm acesso à maior parte desse amplo cardápio de compensações financeiras.
Em junho, somavam 103.313 pessoas, representando 16% da força de trabalho governamental. Estão no centro de uma teia burocrática onde não se admitem processos simples.
Até o mês passado, existiam 39 ministérios (agora são 31) com 49,5 mil áreas administrativas divididas em 53 mil núcleos responsáveis, em tese, pelas políticas públicas.
Em consequência, uma iniciativa no setor de água, por exemplo, envolve nada menos que 134 órgãos. Na saúde, são 1.358 organismos com poder decisório. Na educação, contam-se 1.036 áreas de gestão e, na segurança, há 2.375 segmentos operacionais. Isso apenas no âmbito federal, de acordo com o Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo (Siorg).
Sobre essa rede, paira a sombra de um emaranhado de instituições e normas de controle e fiscalização. A burocracia nacional produz em média 520 novos regulamentos por dia, estima o Instituto Brasileiro de Planejamento. Ano passado, o país superou a marca de cinco milhões de leis, resoluções e portarias — para tudo e para todos.
Existe órgão federal para qualquer tipo de problema nacional. A começar pelos da própria burocracia, como é o caso do Departamento de Gestão das Carreiras Transversais. O que não existe é vaga em cargo de chefia, comissionada. Na eventualidade, nomeia-se um interino até a solução, geralmente política.
Uma chefia de 38 palavras
No dia 29 de outubro do ano passado, o ministro do Trabalho cumpria o ritual de fim de expediente mais comum no serviço público: assinar papéis. Havia 72 horas que Dilma Rousseff fora reeleita e o então ministro Manoel Dias estava inquieto sobre o seu futuro no governo. Representava o PDT, partido de origem da presidente, mas naqueles dias nem mesmo a reeleita tinha certeza sobre seu novo ministério.
Aos 76 anos, dos quais 54 dedicados à política, Dias se resguardou na rotina dos despachos, no ritmo de um final de tarde primaveril, em meio à ressaca eleitoral em Brasília. Sobre a mesa encontrou a habitual pilha de documentos, na quase totalidade destinada a atender ao público interno — promoção, remoção, nomeação e substituição de subordinados.
Entre eles, estava a indicação de "substituto eventual" para um cargo de confiança descrito em título de 38 palavras: Chefe da Divisão de Avaliação e Controle de Programas, da Coordenação dos Programas de Geração de Emprego e Renda, da Coordenação-Geral de Emprego e Renda, do Departamento de Emprego e Salário, da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego. É um emblema da dimensão da burocracia. Uma das consequências é o descontrole nas despesas, que derivam no déficit orçamentário.
É obra resultante de décadas de governantes seduzidos pela recorrente ilusão de consolidar a "maior base parlamentar do ocidente", como projetava o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu no início do governo do PT, em 2003.
Lula criou 18,3 mil cargos de confiança em oito anos. Dilma instituiu 16,3 mil em apenas quatro anos, conforme dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), mantido pelo Ministério do Planejamento. Na média, contribuíram com a criação de oito novos postos por dia no topo da inchada burocracia estatal. (O Globo).



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