quarta-feira, 3 de outubro de 2018




Fonte: Whatsapp





Como já era de se esperar, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, afirmou em comício na noite desta segunda-feira (1°), no Rio de Janeiro, que continuará procurando qualquer forma jurídica de livrar o ex-presidente Lula da cadeia. O chefe do poste está preso em Curitiba desde abril.

O candidato que aparece numericamente seis pontos percentuais à frente de seu eventual adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), disse que toda segunda-feira, quando visita Lula, sente que "eles" ficam incomodados.

"Vou ver todas as formas jurídicas de ajudar o Lula porque o Lula está preso injustamente e todo mundo sabe disso", afirmou. "Ficam querendo dar uma roupagem de legalidade para uma tamanha arbitrariedade como essa."

Durante o comício na Cinelândia, Haddad atacou seu provável adversário em seu ponto mais fraco, explorando a alta rejeição de Bolsonaro entre o eleitorado feminino: "Fico pensando no que passa na cabeça dessas pessoas para fazer política ofendendo as mulheres", disse, acrescentando que elas "carregam o país nas costas" com quatro jornadas de trabalho diárias.

Haddad focou seu discurso criticando o que vê como uma conduta dos aliados de Bolsonaro de ofender as mulheres.

Citou a declaração de seu vice, o general Hamilton Mourão, que relacionou a violência com a ausência de figuras masculinas nas famílias. Também lembrou do filho de Bolsonaro, Eduardo, que afirmou que as mulheres de direita são mais bonitas e higiênicas do que as de esquerda.

Curiosamente, tanto Haddad quanto o próprio Bolsonaro buscam a polarização nestas eleições, tentando a todo custo induzir o eleitor à conclusão de que apenas os dois têm chance de vencer a disputa. Aliados confidenciam que Bolsonaro é o adversário dos sonhos de Lula. Com altíssimos índices de rejeição entre as mulheres e os eleitores mais pobres, Bolsonaro perderia a eleição para praticamente todos os adversários num eventual segundo turno.

Com informações da Folha

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Que sua rejeição por ele não seja maior que sua rejeição pela corrupção

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua rejeição de ver o país governado de dentro da prisão pelos comandos de um candidato condenado em duplo grau de jurisdição, assim como ocorre com os líderes das facções criminosas já tão conhecidas.

Que a sua rejeição por ele não seja maior que os ensinamentos que recebeu de seus pais sobre não subtrair aquilo que é dos outros.

Que sua rejeição por ele não seja maior que os princípios de educação, moral e cívica que aprendeu quando criança nos bancos das escolas, na época em que escola ensinava o que, realmente, era papel da escola.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que sua indignação com a inversão de valores existentes em nossa sociedade atual.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que seu medo de viver o que já está vivendo a população dos países “amigos deles”, tais como, Venezuela, Bolívia e Cuba.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua indignação com cada escândalo de corrupção e desonestidade revelados na lava a jato.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que seu pânico de viver numa sociedade tão insegura, onde pais de família são mortos diariamente e audiências de custódias são criadas para soltar aqueles que deveriam pagar por seus crimes.

Que sua rejeição por ele não te leve ao grave erro de demonizar a polícia e santificar bandido.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua defesa pelo fortalecimento da família, como estrutura básica da sociedade.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que sua repulsa pelo mal que as drogas têm causado em nossas famílias.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua esperança de ter um país melhor para viver.

Que sua rejeição por ele não tire sua capacidade crítica de apurar tudo que é tendencioso na mídia.

Enfim, que sua rejeição por ele não te deixe cego a ponto de não enxergar que, neste momento, o Brasil está numa UTI e seu voto deve ser ÚTIL para salvá-lo.

Não brinque com isso, não se iluda com a maquiagem dos discursos bonitos, a coisa é séria.

Na hora de votar, lembre-se de sua essência e do que, realmente, sempre foi importante para você.

(Texto que circula nas redes sociais. Autoria atribuída à Dra. Isabele Papafanurakis Ferreira Noronha, juíza substituta da 6ª Vara Criminal de Londrina – PR)

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018



Empolgado com a possibilidade concreta da volta do PT ao poder nestas eleições, o ex-ministro e ex-presidente do PT José Dirceu já não consegue mais conter o entusiasmo de enfrentar o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no 2.º turno. Sem demonstrar qualquer constrangimento, o condenado criticou, durante entrevista, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou juízes de cederem à “pressão da mídia” e ao “clamor popular”.

“Primeiro, deveria tirar todos os poderes do Supremo e ser só Corte Constitucional”, afirmou o petista ao site 180 graus. “O Judiciário não é poder da República. Nossa constituição estabeleceu três poderes, mas só existem dois: os eleitos, que têm soberania popular, o Legislativo e o Executivo. O Judiciário é um órgão, que tem que ter autonomia, independência.”

Há poucos dias, o candidato a vice na chapa de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão, também sugeriu uma mudança na Constituição, feita por 'notáveis' escolhidos por ele e não pelo povo. O candidato do PT, Fernando Haddad, também vem defendendo a criação de uma nova Constituição. Segundo críticos, quem não consegue sequer respeitar a Carta Magna não tem o direito de propor mudanças de acordo com sua conveniência. A Constituição Cidadã tem seus defeitos, mas ela foi criada justamente para tirar o poder das mãos dos poderosos.

Com informações da Veja

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018


Os investigadores da Lava Jato realizaram novas diligências a partir de documentos apreendidos na casa de Lula e encontraram um verdadeiro tesouro contendo mais de uma centena de objetos valiosíssimos recebidos por Lula no governo, como obras de arte, moedas e até uma espada cravejada de diamantes.

Foaam encontrados presentes e joias raras supostamente recebidos por Lula durante encontros oficiais com chefes de estado. Os objetos de valor inestimado estão guardados, sem custo algum, em 23 caixas lacradas numa agência do Banco do Brasil, localizada no centro de São Paulo, desde 21 de janeiro de 2011, mês em que Lula deixou o governo.

Durante o cumprimento do último mandado de busca e apreensão contra Lula, os policiais encontraram em sua residência um documento intitulado “Termo de Transferência de Responsabilidade (Custódia de 23 caixas lacradas)", datado de 19 de março de 2012. No material, consta a informação de que os bens estão sob a guarda da mulher de Lula, Marisa Letícia Lula da Silva, e de seu filho Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Entre os responsáveis pela entrega dos presentes na agência está Rogério Aurélio Pimentel, assessor especial do ex-presidente, apontado como suspeito de ter bancado despesas da reforma do sítio em Atibaia, São Paulo, frequentado ao menos 111 vezes por Lula, conforme divulgou a revista Época

Entre os mais de cem objetos encontrados, classificados como joias e obras de arte, estão medalhas, moedas, comendas, espadas, adagas, escultura, entre outras peças que Lula ganhou durante o seu governo em missões oficiais em diversos países, do Chile à Ucrânia. A PF precisou de dois dias para analisar todo o acervo. Desde janeiro de 2011 até hoje, “o material não foi movimentado ou alterado”. De acordo com o relatório da PF, o gerente da agência do BB, Sérgio Ueda, disse que “não há custo de armazenagem para o responsável pelo material”.


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terça-feira, 21 de agosto de 2018


O ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, Dias Toffoli, anda sumido desde que foi citado pelo delato da Lava Jato e amigo de Lula, Léo Pinheiro. O petista de carteirinha foi citado em um relatório da Polícia Federal, mas contou com a blindagem do ex-procurador-geral da República, rodrigo Janot.

O silêncio de Toffoli é compreensível. O acordo de delação de Léo Pinheiro está sendo finalmente negociado pela nova chefe da PGR, Raquel Dodge.

No relatório da PF na Lava Jato, Toffoli é apontado n por sua relação de subserviência aos interesses de outros corrupto amigo do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai, preso na Operação Passe Livre, 21.ª fase da Lava Jato, em 24 de novembro de 2015, condenado a 9 anos e 10 meses de prisão por gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção.

A Polícia Federal afirma no relatório que Bumlai detinha influência ‘na Suprema Corte, na pessoa do ministro Dias Toffoli’, vice-presidente da Corte máxima. O documento, subscrito pelo agente da PF Antonio Chaves Garcia, foi encaminhado ao delegado Filipe Hille Pace e anexado aos autos da Lava Jato.

A PF chegou a esta conclusão após analise do material apreendido em endereço do economista Maurício Bumlai, filho do pecuarista. No HD, os agentes acharam ‘alguns contatos’ de ex-ministros do Governo Lula ligados a números de telefone. A PF destacou ainda, no documento de 12 páginas, o telefone da Granja do Torto e nomes com quem supostamente Bumlai mantinha contatos, como os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho.

“Insta mencionar que a família Bumlai, em razão dos contatos encontrados, detinha uma influência política muito grande durante o período em que Partido dos Trabalhadores (PT) estava no poder. A influência não era somente em agentes políticos da Administração Pública (Poder Executivo), mas também na Suprema Corte, na pessoa do Ministro Dias Toffoli”, diz o agente, às páginas 10 e 11.
Toffoli foi advogado-geral da União de 2007 a 2009, no segundo governo Lula. Chegou ao Supremo, por indicação do petista, em 23 de outubro de 2009.

Entre 2014 e 2016, ele acumulou a função de ministro do Supremo com a de presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Antes de assumir a cadeira na Corte máxima, Toffoli advogou para as campanhas presidenciais de Lula em 1998, 2002 e 2006.

“Chama atenção o contato do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que foi advogado do Partido dos Trabalhadores (PT) e indicado para o STF no Governo Lula”, ressalta o documento.
O relatório da Polícia Federal aponta que o objetivo na análise era buscar documentos, arquivos, planilhas, notas fiscais, e-mails, troca de mensagens e outros dados julgados úteis, que possuam algum relevo para a investigação.

“Diante do exposto, a pesquisa realizada no material disponibilizado à equipe de análise, antes da conclusão das investigações, não pode ser considerada exaustiva, ficando a cargo da Autoridade Policial solicitar novas pesquisas, caso entenda necessário, bem como a avaliação acerca da eventual existência de empecilho jurídico/legal ou comprometimento de posteriores diligências relacionadas ao fornecimento das informações apresentadas neste relatório.”


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segunda-feira, 20 de agosto de 2018



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu, nessa segunda-feira (30/7)), da polêmica decisão dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, STF, que suspendeu o início do cumprimento da pena imposta pelo Tribunal Regional da 4ª Região (TRF 4) ao ex-ministro José Dirceu.

Há pouco mais de 30 dias, or 3 votos a 1, a Segunda Turma STF decidiu soltar Dirceu, num ato que, segundo Raquel Dodge, representou uma “Violação do devido processo legal e desrespeito à Constituição”

Condenado a 30 anos e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena neste ano.

A proposta de libertar José Dirceu partiu do ministro Dias Toffoli e foi seguida pelos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Raquel Dodge alegou ainda que houve omissão quanto ao contraditório e ao respeito ao devido processo legal, uma vez que o Ministério Público não foi intimado para se manifestar.

“Na prática, o MPF foi surpreendido pela decisão, sem que tivesse tido qualquer oportunidade de defender sua posição, com violação do devido processo legal.”

Segundo a chefe da PGR, a peça que sustentou a decisão – o acordão condenatório do TRF4 – sequer foi apresentado pela defesa para embasar o pedido. No documento, Dodge sustenta que o julgamento possui vícios relativos tanto às regras processuais quanto à fundamentação adotada na concessão do habeas corpus. Segundo ela, a origem do pedido analisado pelos ministros não foi um habeas corpus e sim uma petição apresentada ao relator após julgamento que indeferiu uma reclamação, o que deixa claro, de acordo com a PGR, que o curso regimental foi totalmente atípico.

“De acordo com o Código de Processo Civil e as Súmulas 634 e 635, do STF, pedido com pretensão cautelar para a concessão de efeito suspensivo a recurso extraordinário é cabível quando a admissibilidade já tenha sido analisada pelo tribunal de origem, o que não ocorreu no caso de José Dirceu. Além disso, também foi desrespeitada a Constituição Federal, que estabelece os casos em que o STF é competente para processar e julgar originariamente habeas corpus.”

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domingo, 19 de agosto de 2018



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, tem sido um dos integrantes da Segunda Turma da Corte que mais tem sofrido com as críticas, após suas decisões controversas de soltar bandidos presos pela Lava Jato, como Eike Batista e José Dirceu. Gilmar tem sido mais criticado que Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski pelo que fato destes dois últimos são tradicionais aliados do PT e defensores da organização criminosa comandada por Lula.

Já Gilmar ainda contava com a confiança de uma parcela da sociedade por suas críticas contra o lulopetismo. Mas ao virar a casaca e passar a defender os interesses dos maiores criminosos da história do país, o ministro passou a ser alvo de duras críticas até mesmo por parte de colegas do Supremo.

Acuado e sem justificativas plausíveis para suas posições, o ministro conta apenas com a defesa de sua esposa, Guiomar Mendes, funcionária da firma de advogados que presta serviços ao ex-bilionário Eike Batista. A Mulher de Gilmar Mendes não vê nenhum problema em trabalhar para um criminoso que foi solto graças ao voto de seu marido e saiu em defesa do ministro.

Segundo a coluna Painel da Folha, Guimar enviou mensagem emotiva a amigos e contatos no meio jurídico. No texto, fez enfática defesa do marido e condenou os ataques que ele vem sofrendo desde que votou pela libertação de presos da Lava Jato.

A mulher de Gilmar Mendes tenta justificar suas posições tentando melhorar a atmosfera para o marido no Supremo e tenta explicar que o que Gilmar fez, soltar criminosos contumazes, foi para proteger a sociedade e a Lava Jato.

“O juiz observa regras e essas regras nem sempre são compreendidas”, escreveu Guiomar. No trecho mais forte, chamou de”desinformados infelizes” os que não percebem que, “em última análise, são os que ele mais objetiva proteger”.


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sábado, 18 de agosto de 2018




Enquanto a maioria dos presidenciáveis diz que o Brasil pode caminhar para um cenário de “venezuelização” se o adversário ganhar, parcela significativa do PT tem reiterado apoio ao país vizinho"

"A Venezuela extrapolou o âmbito da política externa para se tornar um dos temas centrais na campanha eleitoral. Jair Bolsonaro (PSL), por exemplo, afirma que a volta do PT ao Planalto representaria uma “venezuelização” do Brasil. Geraldo Alckmin (PSDB) diz o mesmo em relação a petistas e ao próprio Bolsonaro.

A visão dos presidenciáveis é clara: se o adversário ganhar, o país caminhará para um cenário caótico semelhante ao do país vizinho, com hiperinflação, desemprego, escassez de alimentos e medicamentos, insegurança e crise institucional.

O que dizem os petistas sobre a Venezuela?
E o que dizem os petistas sobre a questão? Fernando Haddad, candidato à Presidência do partido, declarou recentemente que a Venezuela já não é uma democracia. “Quando você está em conflito aberto, como está lá, não pode caracterizar como uma democracia. A sociedade não está conseguindo, por meios institucionais, chegar a um denominador comum”, afirmou, em 13 de agosto.

A opinião, entretanto, está longe de ser consensual em seu partido. Nos últimos meses, parcela significativa do PT tem reiterado seu apoio ao regime ditatorial de Nicolás Maduro. A presidente da sigla, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), é hoje o principal nome a respaldar essa posição publicamente.

Em julho de 2017, Gleisi manifestou, em nome do PT, solidariedade a Maduro no 23º Encontro do Foro de São Paulo, congregação partidos de esquerda da América Latina e do Caribe. “Temos a expectativa de que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da Revolução Bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”, declarou.

Dois meses depois, documento assinado por Gleisi e Monica Valente, secretária de Relações Internacionais do PT, também fazia elogios a Maduro. “Em nome do PT expressamos nosso forte apoio e celebramos o constante compromisso do governo de submeter as divergências ao voto popular, como mostrou o recente processo de uma Constituinte, permitindo que o povo decida seu próprio futuro”, dizia a nota.

Em maio deste ano, pouco antes da eleição que garantiu mais um mandato para Maduro, texto assinado por Valente no site do PT defendia a lisura e a transparência do processo político na Venezuela.

A Assembleia Constituinte venezuelana foi instalada há um ano para reescrever a Constituição do país. A nova Carta Magna ainda não saiu do papel, mas nesse período a Constituinte, controlada por Maduro, anulou a Assembleia Nacional opositora, instalou uma comissão que levou ao indiciamento de seus principais rivais e cassou as duas maiores siglas adversárias.

Em retribuição à solidariedade petista, membros da Constituinte venezuelana criticaram duas vezes a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Agora, Lula adota tom mais distanciado
Depois de afirmar em vídeo que Maduro se “destacou brilhantemente na construção de uma América Latina mais democrática e solidária”, Lula adotou recentemente um tom mais distanciado.

Em março, um mês antes de ser preso, disse à agência AFP que não está acompanhando de perto a situação venezuelana e que não havia conversado nos meses anteriores com Maduro.

O petista afirmou ainda que, em 2013, quando o mandatário assumiu o poder como herdeiro político de Hugo Chávez (1954-2013), lhe enviou uma carta dizendo que “achava que era prudente ele trabalhar para harmonizar a Venezuela”.

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sexta-feira, 17 de agosto de 2018



O general Hamilton Mourão, candidato à vice na chapa do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, criticou direitos do trabalhador, como 13º salário e adicional de férias, e defendeu uma 'implementação séria da reforma trabalhista'. O agora político falou em palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana e classificou benefícios garantidos ao trabalhador como 'jabuticabas'.

“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada doze, como é que nós pagamos treze? É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, disse o militar reformado.

Sobre as pensões vitalícias que consomem bilhões dos cofres públicos pagas pelo trabalhador a filhas de militares, nenhuma palavra. Pensão para maior de 21 anos, saudável e apta a trabalhar, já é uma vergonha. Além de ricas, a maior parte das pensionistas evita o casamento no civil, de modo a garantir o recebimento do benefício durante toda a vida. Mourão também não criticou privilégios vergonhosos das elites dominantes, bancados com dinheiro dos impostos do trabalhador, como auxílio-moradia, auxílio-educação de até R$ 7 mil por mês para filhos até 24 anos, até 80 dias de férias de membros do Judiciário, etc.

Com informações do BR18


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

terça-feira, 14 de agosto de 2018

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

domingo, 12 de agosto de 2018

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Embora o ex-presidente Lula ainda apareça entre os favoritos para disputar a preferência do eleitorado nas eleições presidenciais de 2018, alguns aspectos importantes da pesquisa divulgada pelo Data Folha neste fim de semana trazem mais dados negativos do que positivos para o petista.

Como candidato, Lula é praticamente inviável sob o ponto de vista técnico. Além de ser apontado como o responsável pelo governo mais corrupto da história do Brasil, segundo a opinião de 62% dos eleitores, o petista tem ainda um dos mais altos índices de rejeição popular.

Lula não consegue ultrapassar a barreira dos 30% de preferência do eleitorado em todas as pesquisa feitas de um ano para cá, segundo o Datafolha. O petista ainda é formalmente rejeitado por 54% do eleitorado. Mesmo com a intensa campanha que tem feito por todo o Brasil nos últimos meses e com o apoio de setores da imprensa, Lula não consegue avançar na preferência dos eleitores nem diminuir seus altos índices de rejeição.

Como é praticamente o único candidato mais alinhado com a esquerda tradicional, Lula sofrerá ainda um novo revés, caso consiga registrar sua candidatura. Qualquer outro candidato mais a esquerda poderá minar mais da metade de suas intenções de votos, jogando o petista para o rodapé da lista de preferência do eleitorado.

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domingo, 5 de agosto de 2018

sábado, 4 de agosto de 2018



Candidato foi atingido na região da barriga quando estava sendo carregado nos ombros por um apoiador e foi encaminhado para cirurgia. Suspeito foi preso.

O candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro, levou uma facada na região da barriga durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), na tarde desta quinta-feira (6). Um suspeito foi preso.

Bolsonaro foi levado à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. O hospital informou que ele deu entrada na emergência por volta de 15h40, com "uma lesão por material perfurocortante na região do abdômen".

Inicialmente, um de seus filhos, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, afirmou que o ferimento havia sido superficial, mas exame indicou a suspeita de uma lesão no fígado. Ele foi encaminhado para cirurgia, e os médicos constataram que não houve lesão no fígado, mas houve lesões no intestino. O estado de Bolsonaro é considerado estável.

Em nota, a Polícia Federal afirmou: "[Bolsonaro] contava com a escolta de policiais federais quando foi atingido por uma faca durante um ato público na cidade de Juiz de Fora (MG). O agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato".O suspeito de ter dado a facada foi identificado pela PM como Adélio Bispo de Oliveira. Segundo informações da polícia, ele foi espancado por pessoas que estavam no local.

Segundo o comandante do 2º Batalhão da PM de Juiz de Fora, tenente-coronel Marco Antônio Rodrigues de Oliveira, o suspeito "alegou que tentou ferir o candidato Jair Bolsonaro por ter divergências de ideias e pensamentos com ele. Ele não tem nenhuma filiação partidária. Falou que [foi] uma questão pessoal dele. Depois não manifestou mais nada".

A polícia fez buscas em um imóvel onde Oliveira morou em Montes Claros, cidade a cerca de 800 km de Juiz de Fora, mas não encontrou nada.

No momento em que foi esfaqueado, Bolsonaro estava sendo carregado nos ombros por um apoiador de sua campanha, fazendo corpo a corpo com eleitores, na região do Parque Halfeld. Enquanto ele acenava para os simpatizantes de sua candidatura, o homem se aproximou e deu uma facada no presidenciável.



sexta-feira, 3 de agosto de 2018



O governo brasileiro confirmou nesta quarta-feira um total de 1.579 casos de sarampo e observou que eles derivam de um surto detectado na Venezuela.

"Até 4 de agosto, 1.579 casos foram confirmados e 7.513 permanecem sob investigação […] os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que está passando por um surto da doença desde 2017", disse o Ministério da Saúde em um comunicado.

O surto está concentrado em dois estados do norte: Roraima, na fronteira com a Venezuela, com 301 casos; e no Amazonas, com 1.232 pessoas afetadas.

Também foram detectados casos isolados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rondônia e Pará, embora todos tenham sido importados.

Até o momento, oito pessoas morreram da doença no Brasil: quatro em Roraima (três estrangeiras e uma brasileira) e quatro no Amazonas (todas brasileiras).

O Ministério da Saúde observou que está monitorando de perto a situação e que está realizando campanhas de vacinação em todos os estados do país.


quinta-feira, 2 de agosto de 2018



O ex-Presidente brasileiro Lula da Silva vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal e à ONU para que possa disputar as eleições presidenciais de outubro, depois de a autoridade eleitoral ter negado a sua inscrição como candidato.

O anúncio da estratégia do ex-chefe de Estado do Brasil foi feito pelo candidato a seu vice-presidente, o ex-ministro da Educação e ex-autarca de São Paulo Fernando Haddad, depois de ter visitado Luiz Inácio Lula da Silva na prisão, onde este cumpre desde abril uma pena de 12 anos por corrupção.

O Tribunal Superior Eleitoral decidiu no sábado que Lula da Silva não poderá concorrer às eleições de outubro por ter sido condenado em segunda instância por corrupção.

A legislação brasileira proíbe que se candidatem a cargos públicos os condenados em segunda instância por um tribunal coletivo, como é o caso do ex-Presidente, uma medida de combate à corrução criada pelo próprio Lula da Silva em 2010.

O dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT), que lidera todas as sondagens de voto, alega que foi condenado injustamente e que é alvo de perseguição política.

Segundo Fernando Haddad, o antigo chefe de Estado brasileiro "vai fazer tudo para garantir que o povo possa eleger livremente o seu Presidente".

O recurso à ONU visa que a organização se pronuncie sobre a recusa de as autoridades brasileiras acatarem uma determinação do Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas, que pediu ao Brasil que permita ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva exercer todos os seus direitos políticos como candidato enquanto estiver na prisão.

Já o recurso ao Supremo Tribunal Federal, a mais alta instância judicial no Brasil, será para que Lula da Silva possa ter direito a registar a sua candidatura.

Caso os novos recursos sejam rejeitados, o PT só tem até 11 de setembro para apresentar um novo candidato, que, segundo dirigentes do partido, seria Fernando Haddad.

Se não anunciar um novo candidato no prazo estipulado, o partido fica fora da disputa eleitoral, cuja primeira volta está marcada para 7 de outubro.


quarta-feira, 1 de agosto de 2018


Um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio, na noite deste domingo.

A revolta e o desnorteamento da população carioca e do Brasil ainda são grandes com a notícia da possível perda quase total do acervo do Museu Nacional. Para muitos, o incidente reflete o descaso com que a ciência vem sendo tratada no Brasil. Por isso, grupos de estudantes já estão convocando para esta segunda-feira atos para protestar contra o ocorrido, bem como para chamar a atenção para a forma com que governo vem tratando a ciência.

"Quando se descreve uma espécie para a ciência, você tem um indivíduo que foi coletado na natureza e foi colocado no acervo. Aquele indivíduo é a cara da espécie. Alí existiam diversas espécies. Milhares. Imensuráveis. De insetos, de aranhas, que ficavam naquele palácio. Provavelmente isso se perdeu. São anos. Ali existiam coletas do século 19. São 200 anos perdidos mesmo", lamentou Igor.

Diversos atos estão sendo convocados pelo Facebook para protestar contra o ocorrido, bem como contra a situação nas áreas de ciência, educação e cultura. Igor é organizador de um dos eventos com maior mobilização até o momento.

"A pauta principal é o descaso com a ciência. Porque o museu não tem mais como recuperar. Podem até restruturar o museu posteriormente, o que acho muito dificil. Mas o que foi perdido ali nunca vai ser recuperado. Vejo esse evento como o principal marco do descaso com a ciência no Brasil", explicou ele.



terça-feira, 31 de julho de 2018



A divulgação do inventário parcial da ex-primeira dama Marisa Letícia, a mulher do ex-presidente Lula falecida em fevereiro, revelou ao país um fato inusitado: a ex-dona de casa que nunca havia trabalhado tinha em suas contas mais de R$ 10 milhões em dinheiro. Isto fora os valores depositados em outras contas na Caixa, Banco do Brasil e Itaú. Fora também os R$ 9.6 milhões confiscados nas contas do ex-presidente Lula.

Durante seu depoimento à Justiça Federal há cerca de três meses, o ex-presidente Lula se atrapalhou ao responder sobre qual seria sua renda atual. O petista se enrolou também ao falar sobre o dinheiro que dona Marisa recebia, que Lula mencionou no depoimento da Justiça Federal que fazia parte de sua atual renda. Abaixo, basta assistir ao vídeo onde o petista se enrola ao tentar explicar o quanto ganha por mês.

O juiz Ricardo Augusto Soares Leite foi muito direto na questão, bem no início do interrogatório, e tentou por várias vezes chegar ao valor exato.

“São seis e pouco (mil reais) de aposentadoria, mais os 20 (mil reais) que minha mulher recebia, que passou pra 30 (mil reais), mas ela não recebeu nenhum de 30 (mil reais) porque morreu antes. Pode dar 30 mil, mas tem mais porque tem doação para os meus filhos…poderia chegar a quanto…50 mil. Eu não sei, eu tô tentando chutar aqui”, disse Lula.

Como poderia compor sua renda mensal um valor tão alto, entre 20 e 30 ou 50 mil reais, atribuído a Marisa Letícia? A esposa de Lula, que faleceu mês passado, não tinha aposentadoria do INSS.

A Justiça agora precisa esclarecer como Dona Marisa conseguiu juntar tanto dinheiro e deixar uma renda tão generosa para o ex-presidente Lula. Segundo dados relativos aos 'investimentos' da ex-primeira dama, R$ 6 milhões foram depositados em um único dia, a exemplo do que foi feito nas contas do ex-presidente Lula, que também depositou R$ 9 milhões em dinheiro em um único dia na BrasilPrev. De onde saiu tanto dinheiro? Foi transportado até o banco de que forma? Em malas, mochilas, sacos?

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segunda-feira, 30 de julho de 2018


Segundo dados obtidos pelo Instituto Sou da Paz por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), o número de novas armas de fogo registradas no Brasil no ano passado foi cerca de oito vezes superior ao registrado dez anos antes.

Em 2007, foram registradas 3.901 novas armas para pessoas físicas e, em 2017, foram 33.031, o que representa um crescimento de cerca de 744,7% em uma década.

No ano passado, havia 328.893 armas registradas nas mãos de pessoas físicas no país, sendo o estado campeão o Rio Grande do Sul, com 52.909, seguido de São Paulo (48.487) e Santa Catarina (33.392).

Mas a que se deve esse aumento? O crescimento do número de registros de armas de fogo estaria diretamente ligado ao aumento do cenário de violência em todo o Brasil? A aquisição de armas pela população se deve, entre outras causas, à sensação de total insegurança vivida pela população brasileira?

Para Bruno Langeani, gerente do Instituto Sou da Paz, a resposta é sim.

"Sim, acho que uma das principais explicações para essa crescente demanda da população em comprar uma arma tem a ver, sim, com a insegurança. A gente teve um aumento de homicídios em várias regiões, principalmente olhando a região nordeste. E aí, da perspectiva individual, a gente precisa compreender esse medo da população e entender que isso traz consequências dentro dessa decisão de comprar ou não comprar uma arma", disse ele em entrevista à Sputnik Brasil.

"E isso tem tanto a ver com indicadores reais, com crimes que subiram de fato em muitos estados, mas também com quanto que circula de informação sobre violência nos estados."

De acordo com o pesquisador, embora, com medo da violência, as pessoas prefiram investir em armas, uma possível revogação do Estatuto do Desarmamento, como defendem alguns políticos que devem disputar as eleições de outubro, o que aumentaria, sem dúvida, ainda mais o número de armas em circulação, aumentaria também justamente esses já assustadores índices de violência. Ele explica que não é preciso especular muito para chegar a tal conclusão, já que esse período já existiu na nossa história.

"A taxa de mortos por arma de fogo pré-Estatuto do Desarmamento era 7% ao ano. E aí, mesmo depois do Estatuto do Desarmamento, que teve uma primeira queda em 2004 e 2005, e depois volta a subir, ele [o índice] volta a subir em números muito menores. Ele crescia a uma taxa de 7% ao ano e ele passa, depois, a crescer a uma taxa de 0.3%", destacou. "Então, a gente precisa olhar com carinho para a manutenção dessa legislação".

Ainda para o especialista, são muitos os riscos à segurança aumentados pelo maior número de armas em circulação, que vão desde acidentes ao aumento no número de casos de suicídios.

http://parstoday.com/pt/news/brazil




domingo, 29 de julho de 2018


As gravações realizadas pela Polícia Federal com autorização da Justiça de conversas telefônicas do ex-presidente Lula revelam com fidelidade o verdadeiro caráter do petista. Em uma delas, Lula demonstra sua indignação quando descobriu que ficaria sem os objetos de ouro que roubou dos Palácios do Planalto e da Alvorada.

A conversa foi com a ex-presidente Dilma Rousseff. No áudio, Lula se queixa de ter sido alvo de mandados de busca e apreensão em vários endereços ligado a ele durante a deflagração da Operação Aletheia, a 24.ª fase da Operação Lava Jato realizada no dia 04 de março de 2016 que teve o petista como alvo principal. Na ocasião, a Polícia Federal descobriu que Lula não tinha apenas uma cobertura naquele mesmo endereço. O petista também ocupava a cobertura vizinha ao seu apartamento do Edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo. Quando os agentes chegaram na portaria para cumprir os mandados contra o petista, o porteiro perguntou para qual das duas coberturas de Lula eram os mandados. Os policiais olharam uns para a cara dos outros surpresos.

Lula alega nos palanques que a PF não encontrou nada em sua casa. Está certo. Na verdade, os agentes encontraram nada menos que outra casa de Lula. Além do apartamento registrado em nome de um laranja, a PF encontrou farta documentação ligando o petista ao triplex no Guarujá, ao sítio em Atibaia, ao terreno de R$ 12 milhões onde seria erguida a nova sede do Instituto Lula e também uma preciosidade: um contrato de aluguel de um cofre do Banco do Brasil registrado em nome mulher falecida em fevereiro, Marisa Letícia e do filho do casal, Luis Claudio Lula da Silva.

Foi naquele dia que o Brasil descobriu que Lula havia roubado objetos de ouro avaliados em alguns milhões de reais do acervo da Presidência da República. E Lula ainda diz nos palanques que a Polícia Federal não encontrou nada em sua casa.

O fato é que o petista ficou inconsolável. Lula sabia muito bem que os presentes trocados entre chefes de Estado deveriam ser incorporados ao Patrimônio Público imediatamente. Lula sabia que as viagens e os presentes que deu em troca dos que recebeu foram custeados com o dinheiro do contribuinte. Pouco importa se deu uma camisa da seleção autografada e recebeu em troca uma espada de ouro. Por mais simbólico que fosse o presente dado por Lula aos líderes mundiais que visitou, é fato que na maioria das viagens foram assinados acordos comerciais vantajosos envolvendo bilhões do dinheiro do BNDES ou oportunidades lucrativas para para investimentos no Brasil.

Lula sabia muito bem que todos os presentes dados por representantes de outros países em cerimônias oficiais ficam com a União. Estes podem permanecer no Palácio do Planalto, em Brasília, ou serem direcionados para o Arquivo Nacional e o Museu da República. Mesmo ciente de tudo isso, o petista levou para casa e escondeu em um cofre de banco de São Paulo, em nome de sua mulher e de seu filho, dezenas de objetos valiosíssimos de ouro e diamantes pertencentes ao povo. Se o nome disso não é roubo, a Justiça terá que soltar milhares de cidadãos que roubaram objetos bem mais singelos.

O fato é que Lula ficou puto dentro das calças por ter perdido o tesouro que roubou do povo.A raiva do petista é plenamente justificável. Afinal, esconder as peças de ouro em meio a mais de 9 mil itens, como camisas, porta-retratos e outros badulaques que recebeu de admiradores humildes deu bastante trabalho. Como se não bastasse, Lula ainda teve que gastar R$ 1.3 milhões, pagos pela empreiteira OAS, para levar os 12 contêineres de presentes que recebeu ao longo de dois mandatos como presidente. Ver a casa caindo não o deixou nada satisfeito. Foi muito trabalho, muito dinheiro e muita treta por nada. A PF descobriu o tesouro escondido, Moro confiscou os objetos e o Palácio do Planalto exigiu que os itens mais valiosos fossem devolvidos ao Acervo da Presidência. Foi a partir deste momento que o petista passou a ser referir ao que restou como tranqueiras e tralhas.

Publicamente, Lula se vangloria de ter recebido tantas manifestações de carinho: “Se juntar todos os presentes recebidos por JK, Getúlio, Collor e FHC… Se juntar todo mundo, não vão superar o tanto de lembranças que recebi em oito anos”, disse Lula, sobre o acervo de 9 mil itens. Entretanto, nos bastidores, a coisa não é bem assim. Entre amigos e até mesmo pela imprensa, o petista sempre se referiu aos presentes como "tralhas", numa clara tentativa de minimizar o fato de ter roubado objetos valiosos do Acervo Público.

O petista chegou a ser flagrado em um vídeo gravado pela deputada Jandira Feghali dizendo o que tinha vontade de fazer com os 9 mil itens: ''Eles que enfiem no c* e tomem conta disso!''. Os petistas tentaram desconversar, afirmando que Lula teria dito "Eles que enfiem no c* todo o processo!'',.

Mas a mesma conversa não foi bem esta. Lula estava revoltado por ter ficado sem seu tesouro. No áudio original de sua conversa ao telefone com a então presidente Dilma Rousseff, gravada pela PF, o petista se referia claramente aos presentes que ganhou de seus admiradores, quando afirmou o que o MPF deveria fazer com o que sobrou e que estava custando caro manter guardados: ''Eles que enfiem no c* e tomem conta disso!''.

Como ficou comprovado mais tarde, a preferência do Lula recaia justamente sobre os objetos de ouro que roubou do acervo da Presidência e pelas cachaças que guardou na adega que mandou construir no sítio em Atibaia. De outro modo, ele não pediria que a OAS pagasse R$ 1.3 milhões para transportar as "tralhas" para São Paulo.

O ódio de Lula é na verdade maior ainda. Na prática, ele não ficou apenas sem o tesouro que roubou do povo. Ficou sem o terreno, sem o sítio, sem o triplex, sem os milhões em suas contas, sem as palestras, deve ficar inelegível e pode até ir em cana. Pensando bem, tendo em vista seu caráter, o petista tem lá seus motivos para desejar um destino tão trágico para os presentes simples que recebeu de seus admiradores.





http://www.imprensaviva.com










Em qualquer nação do mundo, é provável que você encontre parte da população vivendo uma vida de conforto e prazer, desfrutando de luxos e desfrutando de experiências raras e exóticas. Dentro dessas mesmas populações estão pessoas que não podem pagar as necessidades da vida, muito menos sonhar com estilos de vida pródigos. Esses segmentos da sociedade geralmente não têm abrigo, comida suficiente para comer, água limpa e roupas básicas.
Um olhar para essa disparidade de vida pode levá-lo a acreditar que a distância entre os estilos de vida é grande demais para superar, mas há muitas coisas que uma única pessoa pode fazer para melhorar o bem-estar daqueles que vivem na pobreza.

1. Entenda os Obstáculos da Pobreza

Sem uma compreensão dos desafios da pobreza, é difícil ajudar apropriadamente. Por exemplo, muitas vezes não é suficiente para fornecer um pouco de roupa ou uma refeição aqui e ali. Famílias e indivíduos presos em um ciclo de pobreza são frequentemente privados da educação que poderia tirá-los de suas circunstâncias ou de cuidados de saúde adequados para garantir que eles sejam fisicamente capazes de melhorar suas situações.

As pessoas das comunidades pobres podem não ter as mesmas oportunidades de emprego do que aquelas em condições mais confortáveis. Enfrentando desvantagens econômica, social e politicamente, segmentos inteiros da população podem ficar presos em um ciclo sem os meios de se libertarem.

2. Reconhecer talentos e valor

Demasiadas vezes, as pessoas assumem que presentes de dinheiro e bens são suficientes para fazer mudanças duradouras nas comunidades pobres. Embora essas doações sejam necessárias, elas realmente não abordam o problema subjacente. Uma das primeiras coisas que você pode fazer como indivíduo é mudar sua perspectiva.

Em vez de ver essas pessoas como projetos, reserve um tempo para conhecer pessoas. Ao conhecê-los, você reconhecerá o potencial de sucesso, ao mesmo tempo em que vai amar e respeitar indivíduos e grupos de pessoas. Como parte dessas interações, você pode fornecer acesso a novas oportunidades de emprego ou auxiliar na superação de barreiras cotidianas.

3. Reconhecer Influências Externas

É uma atitude um tanto prevalente que os pobres são pobres porque não fizeram o suficiente para mudar sua situação. No entanto, à medida que você obtém informações sobre os problemas enfrentados pelas comunidades empobrecidas, você começará a reconhecer as ligações entre os direitos reprodutivos, os direitos dos trabalhadores e o sistema de justiça criminal. Mesmo em países ricos , há dificuldades para implementar políticas e programas governamentais que possam aliviar a pobreza, a falta de educação, a falta de assistência médica e a desigualdade de renda. Se você conseguir parar de culpar os pobres pelas circunstâncias, você poderá começar a afetar uma mudança positiva.

4. Aumentar a Conscientização

Nos bairros onde a água limpa é garantida, pode ser difícil imaginar a luta pela água voltada para os pobres nas áreas rurais. Quando a educação pública é mais ou menos gratuita, é difícil acreditar que algumas crianças não possam pagar por suas escolas locais. Segundo o Banco Mundial , 1 em cada 10 pessoas sobrevivem com menos de US $ 1,90 por dia. Essa é uma questão que é fácil ignorar quando você está cercado por outras famílias afluentes.

5. Doe dinheiro e bens com sabedoria

Assistência financeira atenciosa pode ser um benefício para aqueles que precisam. No curto prazo, essas doações podem fornecer uma refeição para uma família ou garantir mais um mês de abrigo. Se você espera fazer uma diferença de longo prazo, no entanto, talvez queira combinar seus esforços com outras pessoas, como organizações de caridade.

Lola Karimova-Tillyaeva é um exemplo desse tipo de trabalho. Ela combinou seus esforços com a UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que busca levar a educação a comunidades empobrecidas, promover a união e a valorização das culturas e defende a importância da liberdade de expressão. Identifique organizações com objetivos que se alinhem com os seus e combinem seus recursos com os deles para alcançar benefícios duradouros.

6. Fundraisers e Drives do Patrocinador

As mídias sociais e as comunicações eletrônicas globais tornaram mais fácil do que nunca unir as pessoas em um único esforço. Comunidades em todo o mundo foram atingidas por furacões, terremotos e outros desastres naturais. Notícias sobre esses desastres viajaram rapidamente, inspirando doações de socorro a desastres ; fornecimentos de emergência, comida, dinheiro e serviços voluntários chegaram de todo o mundo. Quando você vê uma necessidade, você pode patrocinar um esforço de captação de recursos on-line, organizar uma campanha de coleta ou reunir voluntários para concluir os projetos necessários, como a construção de um poço.

7. Envolva-se em Políticas Públicas


Preste atenção às leis e projetos de lei existentes e tome medidas para reconhecer seus efeitos na sociedade, especialmente naquelas populações que vivem na pobreza. Patrocine e apóie políticas e leis que visam reduzir a pobreza e melhorar as circunstâncias daqueles que não têm as mesmas vantagens que você desfruta.

Como apenas uma pessoa, você pode não sentir que pode fazer muito para aliviar o sofrimento daqueles que vivem na pobreza. No entanto, existem passos que você pode tomar para aumentar a conscientização, mudar a mente e melhorar as circunstâncias de famílias ou indivíduos em sua comunidade. Se você optar por fazer doações ou influenciar políticas públicas, seus esforços certamente servirão de exemplo para os outros.

http://ifpnews.com/coverage/7-ways-to-combat-poverty/




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