quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Departamento de Justiça americano já sabe onde os bilhões da Petrobrás foram lavados.

Investigadores do Departamento de Justiça dos EUA, a partir de informações obtidas nos processos da Operação Lava a Jato, já identificaram o centro bilionário de lavagem de dinheiro de corruptos políticos do Brasil.

Incentivos fiscais do estado de Nevada foram usados por centenas de empresas abertas em nome de brasileiros para investir a grana obtida em negociatas com o setor público. A maior parte das operações do doleiro Alberto Youssef se direcionava àquele estado norte-americano famoso pelos impostos baixíssimos.

Investigadores já descobriram que o principal sistema para lavagem de dinheiro era uma espécie de investimento em participações acionárias de hotéis. O esquema mafioso-contábil superfatura as tarifas, cobrando pelo teto de hospedagem, sem que tenha ocorrido ocupação de quartos. As notas fiscais são emitidas, recolhendo-se  os mínimos impostos cobrados em Nevada. Os resultados financeiros tornavam legalizado  o dinheiro de brasileiros que os doleiros "transportavam". No submundo do Congresso Nacional, em Brasília, já se comentava, ontem, que os peritos norte-americanos já identificaram centenas de políticos com negócios apenas em Nevada.

Eles foram descobertos pelo complicado cruzamento de dados de parentescos. A maioria das empresas é registrada em nome de laranjas. Os mais idiotas usaram parentes. Os mais espertos usaram "amigos" com maior dificuldade de rastreamento, mas que foram identificados por uma coincidência fatal. Todos usaram  o doleiro Youssef como "Banco Central".

A novidade é que as falcatruas agora mapeadas já tinham sido usadas no velho escândalo do Mensalão - que agora é exemplo de impunidade. O maior prejudicado foi Joaquim Barbosa, pressionado a se aposentar, pelo rigor excessivo com que agiu no julgamento da Ação Penal 470. A maioria dos condenados já está tecnicamente solta, cumprindo regime de "prisão domiciliar", excetuando-se Marcos Valério Fernandes de Souza - que, uma hora, pode ficar pt da vida e partir para alguma delação premiada. Por enquanto, Valério mantém o silêncio obsequioso na cadeia, para alívio de muitos grandes investidores no ramo de hotelaria. [ATÉ QUE SEJA “SUMIDO”]

O pavor agora é com o Petrolão. O manjado esquema pode vir à tona por pressão de investidores norte americanos injuriados com os prejuízos que tiveram na Petrobras, por causa das negociatas identificadas na Operação Lava a Jato. Agora, a coisa pode ficar séria para os corruptos brasileiros porque o Departamento de Justiça dos EUA resolveu levar o caso aos tribunais. Uma ação criminal corre em sigilo judicial para apurar se a Petrobras ou seus funcionários, intermediários ou prestadores de serviço violaram o Foreign Corrupt Practices Act, uma lei contra a corrupção que torna ilegal subornar funcionários estrangeiros para ganhar ou manter negócios.

Outra ação civil é movida pela Securities and Exchange Comission (SEC, órgão do governo norte-americano que regula o mercado de capitais), já que a Petrobras tem recibos de ações negociados na Bolsa de Nova York. A coisa ficará mais preta que petróleo porque, como o Alerta Total antecipou, pelo menos três magistrados da Corte de Nova York já estariam dispostos a agir com total rigor contra diretores e ex-dirigentes da Petrobras, incluindo a ex-presidente do Conselho de Administração Dilma Rousseff, assim que chegarem aos tribunais os processos civis e criminais que apuram lesões contra investidores norte-americanos geradas por práticas de corrupção ou suborno. O Brasil corre o sério risco de ter sua "Presidenta" processada nos EUA, com chance de ser condenada, no mínimo, a pagar multas milionárias. Nos States , o "Big Petroleum" (vulgo Petrolão) corre em sigilo judicial.

Moralmente, o segundo mandato já termina sem sequer começar... Não teria preço o vexame internacional de o Brasil ter sua "Presidenta" processada nos EUA, com alto risco de ser condenada a pagar multas milionárias. E não adianta Dilma dar beijinho no ombro do Barack Obama - porque ele nada tem a ver com o rolo.
Processar grandes empresas rende muita grana nos EUA, inclusive com premiações para juízes e promotores. As recompensas previstas na legislação norte-americana para quem faz "colaboração premiada" para desvendar crimes econômicos variam de 10% a 30% do valor do suborno ou de superfaturamento.

 Várias companhias ligadas à indústria do petróleo já foram condenadas pela lei anticorrupção nos EUA. As multas impostas pelas condenações foram pesadíssimas. A Security and Exchange Comission, xerife do mercado de capitais, não perdoa. A recordista foi a Panalpina (que subornou autoridades na Nigéria, Angola, Brasil, Rússia e Cazaquistão, sendo obrigada a pagar a megamulta de US$ 81,9 milhões. Nos rigorosos tribunais dos EUA, sobretudo os de Nova York, com a mão pesada da SEC, já dançaram várias empresas de grande porte, pagando multas milionárias. Pride International (US$ 56,1 milhões), Royal Dutch Shell (US$ 48,1 milhões), Transocean (US$ 20,6 milhões), Noble Corporation (US$ 8,1 milhões), Tidewater (US$ 7,5 milhões), GlobalSantaFe (US$ 5,8 milhões). As pesadíssimas multas também doem no bolso dos dirigentes empresariais envolvidos nos escândalos. Eis o grande risco que correm a Petrobras, seus diretores e conselheiros (de administração e fiscal), “graças” às várias denúncias, com provas, do Petrolão. Como o Tio Sam odeia pizza, a parada fica indigesta para os brasileiros. Não era novidade que o governo dos EUA, através da NSA, não só espionou as falcatruas na Petrobras como também já investigava, formalmente, denúncias de corrupção na petrolífera brasileira.
A novidade ruim para Dilma Rousseff foi que o Petrolão ganhou dimensão mundial ontem, graças a uma reportagem do Financial Times. O jornal britânico informou que uma ação criminal e outra civil apuram se "a Petrobras ou seus funcionários, intermediários ou prestadores de serviço violaram o Foreign Corrupt Practices Act, uma lei contra a corrupção que torna ilegal subornar funcionários estrangeiros para ganhar ou manter negócios". A matéria do Financial Times deixou Dilma pt da vida porque destacou que "muitos dos supostos problemas ocorreram quando a presidente Dilma Rousseff foi chefe da empresa antes de tomar posse (como presidente da República) em 2011". Concretamente, Dilma já sabe que, independentemente de ser chefe de Estado, corre o risco de ser alvo de investigação e processo nos EUA.


O FT apavorou a petralhada: 'O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal sobre a companhia que tem recibos de ações negociados em Nova York. E a Securities and Exchange Comission (SEC, órgão do governo norte-americano que regula o mercado de capitais) realiza uma investigação civil'. "


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Por Aileda de Mattos Oliveira, em 24 Fev 2015

"Pátria Educadora" é o atual selo do petismo impostor, mais uma galhofa nascida da imaginação do marqueteiro oficial, que fez da ignorância popular uma blague, em proveito político de um governo sem estofo.
A verdade do aniquilamento do País não pode ser camuflada com neon. A ridícula declaração, jogada ao léu pela gerente, reitera o muito que já sabemos do quantum de sua inteligência.
Ela e o cambaleante mentor, regidos pelo defasado marqueteiro hortator, remam contra a maré conjuntural brasileira.
Hortator era um condenado que cadenciava as remadas dos prisioneiros nas galés, batendo no tambor. O bêbado e a desequilibrada submetem-se a esse bumbo, porém, de descompassadas expressões bombásticas do publicitário, que perdeu o contato com a realidade nacional e a inspiração profissional.
Exortações são próprias de governos operosos, com competência em materializar palavras em ações, pondo a Nação no futuro, em pleno presente. E, por conduzirem-se como espelhos do respeito às finanças públicas, refletem estímulos à população que colabora no desenvolvimento do País e no de seu próprio. Esse não é o caso da dupla consorciada, movida pelo baixo instinto de desagregação e de maldade ingênita.
O hortator publicitário, vivenciando o dia a dia da crassa ignorância política, contaminou-se, e a sua "Pátria Educadora", com ar de jargão positivista, tenta encobrir a desfaçatez da dupla maldita, sem compromissos com a Nação, mas atuante no órgão que acomoda a elite do submundo latino: o Foro de São Paulo.
A desastrada ação governamental, quando a troca de favores elevou a ministros trinta e nove fantoches, é mais uma arrogante atitude da gerente, em franca decadência, por conta da incompetência e da imoralidade no trato da coisa pública, esta sim, sua obra espetacular.
Sob as asas da "Pátria Educadora", 14 milhões de analfabetos adultos (UNESCO) estagnam.
Será Educadora a Pátria com Cid Gomes na Educação?
Será Educadora a Pátria que vê em Xuxa um símbolo pedagógico, apta a entrevistar crianças e adolescentes?
Será Educadora a Pátria que chora o bandido e desdenha o policial, sua vítima e agente do próprio Estado?
Será Educadora a Pátria que dá nome de terrorista a uma escola pública?
Será Educadora a Pátria que dá nome de espiã comunista, mulher de um traidor e apátrida, a outra escola pública?
Será Educadora a Pátria que manda seus policiais combaterem o tráfico e lamenta e chora a morte de um traficante?
Será Educadora a Pátria cuja presidente e seu etílico mentor entravam a Justiça, para livrar da justiça os companheiros corruptos?
Será Educadora a Pátria, na qual o ministro da Justiça carnavaliza as leis com os advogados dos comparsas do partido?
Será Educadora a Pátria com governantes sem leitura, tábulas rasas em qualquer nível de conhecimento?
O Brasil não pode permanecer tantos anos na inaptidão e na irresponsabilidade. Não temos que suportar a presença dessa nulidade e vê-la pôr a pique o País. Cabe a nós retirá-la do Planalto, sede do seu atual "aparelho". E já!

(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Oliveira de Panelas, poeta e repentista Pernambucano, certa vez se deparou com um desafio no mínimo inusitado. Após consertar seu carro na oficina de um amigo e perguntar quanto havia custado o conserto, ouviu do Dono da Oficina, que o conserto ficaria de graça, caso ele fizesse um verso, falando sobre o seu “órgão sexual”. Surpreso e ao mesmo tempo indignado, Oliveira resolveu brincar com o seu amigo dono da oficina e descreveu assim o “dito cujo”.


Essa rola antigamente            
Vivia caçando briga                  
Furando pé de barriga             
Doidinha pra fazer gente        
Mas hoje tá diferente               
No mais profundo abandono  
Dormindo um eterno sono     
Não quer mais saber de nada
Com a cabeça encostada        
Na porta do cu do dono          

Já fez muita estripulia            
Firme que só bambu             
Mais parecia um tatu             
Fuçava depois cuspia           
Reinava na putaria                
O priquito era seu trono       
Trepava sem sentir sono      
E sem precisar de escada   
Mas hoje vive enfadada       
Na porta do cu do dono       

Nunca mais desvirginou      
Uma mata vaginosa              
Há muito tempo não goza    
A noite de gala passou         
Vive cheia de pudor              
Sonolenta e sem abono        
Faz da ceroula um quimono
E da cueca uma estufa         
Vive hoje à cheirar bufa       
Na porta do cu do dono   




domingo, 28 de dezembro de 2014

Por Reinaldo Azevedo​

Temos de estar preparados para a possibilidade de pessoas que cometeram crimes, como os empreiteiros ou o doleiro Alberto Youssef, dizerem a verdade. E isso não os torna inocentes. Apenas põe as coisas nos seus devidos termos. Se qualquer um dos presos da Operação Lava-Jato afirmar que a lei da gravidade existe, serei obrigado a concordar. Nem precisarão insistir que o quadrado da hipotenusa é igual à soma do quadrado dos catetos porque, ora vejam!, é mesmo. É algo que se pode verificar empiricamente. Nem é preciso recorrer à abstração do gato de Schrödinger, que explica — ou complica — a mecânica quântica. Não entendeu esse papo de gato? Pesquise lá. É fascinante. O que estou dizendo é que pessoas pelas quais não nutrimos grande admiração moral podem falar a verdade.
Antonio Augusto Figueiredo Basto, advogado de Youssef, apresentou nesta quarta à Justiça Federal a defesa do doleiro. Lá está escrito, com todas as letras, que "agentes políticos das mais variadas cataduras racionalizaram os delitos para permanecer no poder, pois sabiam que, enquanto triunfassem, podiam permitir e realizar qualquer ilicitude, na certeza que a opinião pública os absolveria nas urnas". Em suma: Youssef foi um serviçal de um projeto de poder. Não era o líder de nada. O texto prossegue: "Não é preciso grandes malabarismos intelectuais para reconhecer que o domínio da organização criminosa estava nas mãos de agentes políticos que não se contentavam em obter riqueza material, ambicionavam poder ilimitado com total desprezo pela ordem legal e democrática, ao ponto de o dinheiro subtraído dos cofres da Petrobras ter sido usado para financiar campanhas políticas no Legislativo e Executivo".
Querem saber, o advogado de Youssef fala a verdade. Ou alguém acredita que o doleiro chegou metendo os pés da porta do Palácio do Planalto ou do Palácio do Congresso para impor a sua vontade? Ou alguém acredita que, sem a liderança dos políticos, Youssef teria conseguido vender os seus serviços? O petrolão não pode terminar como o mensalão, com os agentes políticos já na rua, e a banqueira e o publicitário presos. Afinal, a quem serviam e para quem trabalhavam?
Conversei com Basto ontem à noite. Ele não está afirmando que seu cliente é inocente como as flores. Se achasse que não cometeu crime nenhum, acordo de delação premiada para quê? Ele busca justamente minimizar a pena desde que o acusado ou réu ajude a iluminar os meandros do crime — logo, crime houve. Mas alguém é tolo o bastante para supor que Youssef era chefe de alguma coisa?
Conheço as leis e sei como e por que, no fim das contas, a banqueira Kátia Rabello está presa, em regime fechado, condenada a 16 anos e 8 meses de cadeia, e José Dirceu, já em prisão domiciliar e se organizando para disputar postos de poder no PT. Ora que mimo! Ele acabou condenado por um crime: corrupção ativa; ela, por quatro: gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha. Digamos que a pena dela tenha sido justa... E a dele?
Os advogados não se assanhem a me explicar como funciona a tipificação dos crimes e a dosimetria. Conheço isso tudo direitinho. Mas só se chega a essa perversidade técnica — então a banqueira conseguiu fazer uma quadrilha para servir ao esquema gerenciado por Delúbio, mas ele não é quadrilheiro? — porque a leitura inicial do mensalão estava errada. E só se revelou com clareza nos votos de alguns ministros, muito especialmente Gilmar Mendes, Ayres Britto e Celso de Mello.
O mensalão foi uma das ações empreendidas pelo PT para tomar o estado de assalto. Foi obra, como definiu Celso de Mello no julgamento, de "marginais do poder".
Qualquer pessoa que leia direito o que vai aqui percebe que não estou pedindo para aliviar a barra de ninguém, não. Até porque, parece-me, os bens que Youssef aceitou entregar à União deixam claro que já não sairá incólume. Mas é preciso não perder de vista o que está em curso.
Entendo que o agente público que pratica delinquência mereceria uma pena ainda mais severa do que a do agente privado: além de macular os interesses da coletividade, como qualquer bandido, ele também trai a confiança que nele foi depositada pela sociedade, por intermédio do ente estatal. Usa de uma posição de poder para delinquir com menos risco.

Youssef certamente não agia por ideologia, partidarismo, convicção ou o que seja. A população brasileira não depositou nele sua boa-fé e suas esperanças. Mas o que dizer daqueles para os quais trabalhou, com quem negociou, para os quais operou?


sábado, 27 de dezembro de 2014

Jornal Portal do Paraná

VAL MARCHIORI: SOCIALITE OU GOLPISTA?

Valdirene Aparecida Marchiori, conhecida como a socialite Val Marchiori, nasceu no Distrito da Caixa de São Pedro em Apucarana.

  Valdirene Aparecida Marchiori, 37 anos, que ganhou fama aplicando golpes na região de Londrina no Paraná, transferiu-se para São Paulo, para se tornar a "Socialite" mais badalada do Brasil. Ela, dona de dois CPFs, que havia sido processada diversas vezes no Paraná e São Pauloe até afirmou em entrevistas que jáfreqüentou a lista negra do Serasa e SPC, conseguiu ludibriar a todos e conquistou seu espaço no High Society como gente fina em São Paulo.

 De acordo com sua assessoria, Valdirene esta vivendo em um belo apartamento no bairro dos Jardins em São Paulo, ao invés de estar uma cela comum com outras mulheres de sua classe.

 Valdirene ficou conhecida em Londrina, quando aplicou golpes em vários empresários e roubou uma concessionária inteira da Kia Motors, após um namoro relâmpago com o diretor financeiro da empresa.  Ela chegou a ser indiciada, respondendo ao processo em liberdade, os carros nunca apareceram.

 De acordo com a Ação de Execução o rombo da Kia é de R$1.228.653,60. O processo corre na 4ª Vara Cível no fórum de Jundiaí-SP. A loira que se diz bilionária, vive num mundo imaginário, fingindo ser uma personagem que ela mesma criou, não pode ter nada em seu próprio nome.

 Não possui bens e nem conta bancaria, por conta de inúmeras ações judiciais, em nome da empresa Valdirene Aparecida Marchiore S/A. A intermedium Crédito, financiamento e investimento S/A, tenta localizar bens passiveis de penhora em nome da empresa Valmar Transportes LTDA desde 2006. Situação semelhante vive a empresa Reju Importadora de Frutas Ltda., que amargou prejuízo com a Valmar de mais de 70 mil reais. "Ao vê-la pousando de milionária, nos causa completa indignação", declara Antonio Mendes, um dos executivos da Reju.

 Israel Sverner é outro prejudicado pela falsa milionária. Israel vem lutando na 4ª Vara Cível da Lapa em São Paulo, desde 2005, para receber R$11.989,00 de alugueis não pagos por Valdirene, que resultou em uma ação de despejo.  Os problemas de Valdirene Aparecida Marchiori vão muito alem dos "calotes" dados.  Em janeiro de 2002, foi acusada de furtar um homem aplicando o golpe do "Boa Noite Cinderela", na região de fronteira entre Brasil e Paraguai.  Val que também cometeu crimes de estelionato no Paraguai teria saído com um homem identificado apenas pelas iniciais de L.D.N.M., de 61 anos, e depois de tomar uma bebida ao lado da loira, adormeceu e quando percebeu vários objetos tinham sido furtados de seu apartamento em Pedro Juan Caballero. "Ela tem mente inventiva e é megalomaníaca". Afirma uma de suas ex-assessoras.  Val se especializou em aplicar golpes de luxo, se passando por diferentes personalidades, usando seu charme para seduzir e enganar vários empresários locais até sua ascensão.

 O numero ao certo não se sabe, mas pelo menos 10 empresários na região norte do Paraná teriam sido vitimas de Valdirene. A loira que nunca foi casada escolhe suas vitimas sempre com o perfil muito parecido; idade acima de 60 anos, empresários, ricos.

 A golpista foi ameaçada de morte varias vezes por esposas de seus amantes.

 Os funcionários do edifício onde ela mora atualmente, nos jardins, á consideram arrogante, por nunca cumprimentar ninguém.  Uma funcionaria a descreveu como "insuportável", do modo como ela maltrata os empregados.

 Maltratar funcionários subalternos e armar barracos em ambientes finos seria justamente algumas das táticas usadas por Valdirene, para se passar por socialite e aplicar seus supostos golpes.  Val chegou a apanhar em um restaurante chique nos jardins o Alucci Alucci, em maio do ano passado, pelo filho de uma das vitimas.  Em outra ocasião pela esposa de outro amante.

 A falsa Socialite voltou a aplicar seus golpes no Paraná, desta vez, foi o Golpe da Barriga com o dono de um frigorifico de frango do Paraná. Com chantagens e ameaças, Val conseguiu um apartamento e garantir o futuro dos dois filhos. Segundo o empresário Evaldo Ulisnki, que assumiu os filhos após exame de DNA, todos os bens estão em nome dos filhos do empresário. Ainda em depoimento ao portal IG, o empresário afirma, "É uma falsária, estelionatária da mídia, amoral, fria e calculista, sem escrúpulos, chantagista, promíscua, lunática e a maior mentirosa do mundo".

 Valdirene, que gosta de chamar o amante de marido, esta sendo processada por diversos crimes e também foi contestada pela família, conforme reportagem da revista Veja SP (Ed.jun/2011).  Val é natural de São Pedro, distrito de Apucarana, norte do Paraná. Saiu da casa dos pais  aos 15 anos. Sempre mostrou a predileção por artigos de luxo, foi em Apucarana, em uma boutique de luxo, que conseguia roupas consignadas para ir a eventos da sociedade e aplicar seus golpes. Seu primeiro amante, muitos anos mais velho, conhecido por Tapira, foi morto com um tiro no rosto, o autor disse que matou por medo, pois, Tapira gostava de andar armado e ameaçando as pessoas.

 No total a Falsa Socialite, responde a mais de dez processos nas comarcas de Londrina- PR, Jundiaí-SP e na Lapa em São Paulo-SP.

 PROCESSOS EM ANDAMENTO: LAPA - CIVEL Processo: 583.04.2005.103482-1 - 4ª Vara Cível - No. de ordem: 60/2006 Processo: 583.04.2005.002239-0 - 1ª Vara Cível - No. de ordem:237/2005 Processo:583.04.2005.032701-0 - 4ª Vara Civel - No. de ordem:1925/2005 Processo:583.04.2006.100089-4 - 4ª Vara Civel - No. de ordem:175/2006 Processo:583.04.2006.104885-1 - 2ª Vara Civel - No. de ordem:372/2006 Processo:583.04.2005.125767-3 - 1ª Vara Civel - No. de ordem:2430/2006 Processo:583.04.2005.117149-9 - 3ª Vara Civel - No. de ordem:1522/2006 CIVEL - FORUM JOÃO MENDES Processo:583.00.2009.121094-9 - 29ª Vara Civel - No. de ordem:663/2009 JUNDIAÍ- CIVEL Processo:309012002.034705-2 - 4ª Vara Civel - No. de ordem:4197/2002

 Ela já tinha uma dívida do BNDS, e é claro não pagou, mas “ os dotes de conquistadora “ lubridiou o presidente do banco do Brasil Val Marchiori (infelizmente o atual presidente da Petrobras), e ele conseguiu para ela outro empréstimo junto ao banco do Brasil no valor 2.700.000,00,sem avalista e mesmo devendo parcelas de empréstimos anteriores, sem comprovação de renda, e ela nem pode ter conta bancaria, e foi o chamado empréstimo “ da cama”. O que uma safada faz mudar ainda mais a cabeça de outro safado. E a pergunta principal: o que ele vai dar a ela agora, barris de petróleo, ou ações da empresa, e quem vai pagar a conta que ele deixou??


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Por Diogo Mainardi e Mario Sabino, em 14 Fev 2015


Agora ficou claro por que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse a um advogado de empreiteira, em reunião secreta, que a Operação Lava Jato "tomaria outro rumo" depois do carnaval e, portanto, ele "desaconselhava" que os executivos presos partissem para a delação premiada.
Em conluio com Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, dirigiu-se ao Tribunal de Contas da União (TCU), com uma Instrução Normativa redigida no Palácio do Planalto. Por essa Instrução Normativa, aprovada em tempo recorde, o TCU analisará concomitantemente com a Controladoria-Geral da União (CGU) os acordos de leniência firmados com o Estado. Isso garante que os acordos feitos no âmbito da CGU não correrão o risco de serem anulados depois pelo tribunal -- mesmo com um TCU dominado por PT e PMDB, as empreiteiras temiam essa possibilidade quando lhes propunham tal saída.
A aprovação da Instrução Normativa é ótima para Lula, Dilma e os larápios associados porque:
a) Acordos de leniência podem ser feitos diretamente com a CGU, sem passarem pela Justiça
b) Dessa forma, contorna-se o juiz Sergio Moro
c) Pelos termos de um acordo de leniência, as empresas reconhecem que praticaram os crimes, pagam uma multa e não são consideradas inidôneas. Podem continuar a assinar contratos com o governo em qualquer nível
d) Ao contrário do que ocorre com a delação premiada, elas não precisam contar tudo. Ou seja, que Lula e Dilma estão implicados até o pescoço no esquema do Petrolão
e) A chance de Dilma sofrer impeachment reduz-se dramaticamente, visto que será quase impossível imputar-lhe o crime de responsabilidade
f) Sem o perigo de falência, as empreiteiras podem dar um grande cala-a-boca ou um aguenta-aí-até-chegar-no-STF aos executivos presos e aos seus sócios em cana, como Ricardo Pessoa, da UTC, que ameaçavam seguir o caminho da delação premiada. A ameaça de Ricardo Pessoa de partir para a delação foi decisiva para o Planalto armar rapidamente o golpe
Luís Inácio Adams percorreu freneticamente os gabinetes dos ministros do TCU, acompanhado do ministro Bruno Dantas, para aprovar uma Instrução Normativa, repita-se, redigida no Palácio do Planalto, e não pelo ministro Bruno Dantas, como foi noticiado. Ninguém levantou a menor objeção.
A menos que um executivo preso ache insuportável a ideia de passar anos na cadeia, ainda que com o seu futuro assegurado economicamente, ou que a sociedade esboce reação, Luís Inácio salvou Luiz Inácio -- e Dilma.



Esta é uma mensagem enviada pelo Instituto Endireita Brasil.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

José Eduardo Cardozo dá golpe na Lava Jato. Ele precisa ser demitido e punido judicialmente.


O que você vai ler aqui é de estarrecer até mesmo os mais estoicos e niilistas. É algo que só encontra precedentes na atual Argentina kirchnerista e na Venezuela chavista. Veja um trecho da matéria As conversas impróprias do ministro da Justiça, da Veja:
Ex-deputado pelo PT e candidato há anos a uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cardozo se lançou numa ofensiva para acalmar as construtoras acusadas de envolvimento no petrolão, que, conforme VEJA revelou, ameaçam implicar a presidente Dilma Rousseff e o antecessor Lula no caso se não forem socorridas.
Mas por que diabos esse sujeito estaria puxando conversa com os investigados? Leia a seguir:
Há duas semanas, o ministro recebeu em seu gabinete, em Brasília, o advogado Sérgio Renault, defensor da UTC, que estava acompanhado do ex-deputado petista Sigmaringa Seixas.
Quer dizer, quebrando a autonomia da Polícia Federal ele usou suas informações privilegiadas para falar com os investigados.
O relato da conversa percorreu os gabinetes de Brasília e os escritórios de advocacia como um sopro de esperança para políticos e empresários acusados de se beneficiar do dinheiro desviado da Petrobras. Não sem razão. Na reunião, que não constou da agenda oficial, Cardozo disse a Renault que a Operação Lava-Jato mudaria de rumo radicalmente, aliviando as agruras dos suspeitos de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. O ministro afirmou ainda que as investigações do caso envolveriam nomes de oposicionistas, o que, segundo a tradição da política nacional, facilitaria a costura de um acordo para que todos se safem.
“Costura” para que todos se safem? Quer dizer que nesta altura do campeonato um ministro da justiça está influenciando pessoas para que elas consigam arrumar um jeito de afundar a Lava Jato? E tudo com base em brechas. Crime.
Depois disso, Cardozo fez algumas considerações sobre os próximos passos e, concluindo, desaconselhou a UTC a fechar um acordo de delação premiada. Era tudo o que os outros convivas queriam ouvir. Para defender a UTC, segundo documentos apreendidos pela polícia, o escritório de Renault receberá 2 milhões de reais. Além disso, se conseguir anular as provas e as delações premiadas que complicam a vida de seu cliente, amealharia mais 1,5 milhão de reais. Renault esgrime a tese de que a Lava-jato está apinhada de irregularidades, como a coação de investigados. No encontro, Cardozo disse o mesmo ao advogado, ecoando uma análise jurídica repetida como mantra pelos líderes petistas.
Note aí, leitor, que a intenção dessa gente é anular as delações premiadas até o momento.
Depois da reunião no ministério, representantes de UTC e Camargo Corrêa recuaram nas conversas com o Ministério Público para um acordo de delação premiada. A OAS manteve-se distante da mesa de negociação. “Na quarta-feira (um dia depois do encontro em Brasília), fomos orientados a suspender as conversas com os procuradores”, confidencia um dos advogados do caso. Cardozo não operou esse milagre sozinho. “Chegou o recado de que o Lula entrará para valer no caso e assumirá a linha de frente. Isso aumentou a esperança de que o governo não deixe as empresas na mão”, diz outro advogado de uma empreiteira.
É o suficiente. A menor influência de um ministro de justiça em uma situação dessas é o encerramento da instituição do ministério da justiça. É coisa digna de merecer fechamento de portas. E ainda tem o envolvimento direto de Lula, o que só faz tornar tudo mais grotesco.
Procurados por VEJA, Cardozo, Renault e Sigmaringa tropeçaram nas próprias contradições ao tentar esclarecer a reunião no Ministério da Justiça, classificada por eles como um mero bate-papo entre amigos sobre assuntos banais. Cardozo disse inicialmente que não se reuniu com Renault. Depois, admitiu o encontro. A primeira reação de Sigmaringa também foi negar a audiência com Renault no gabinete do ministro, para, em seguida, recuar. Os amigos compartilham, como se vê, do mesmo problema de memória. Na versão de Cardozo, a reunião teria sido obra do acaso. Sigmaringa, um “amigo de longa data”, teria ido visitá-lo. Renault, que estava em Brasília e tinha um almoço marcado com o ex-deputado, decidiu se encontrar com Sigmaringa também no ministério. Pimba! Por uma conjunção cósmica, o advogado da UTC, empresa investigada pela Polícia Federal, acabou no gabinete de José Eduardo Cardozo.
Em um país sério, Cardozo já deveria estar respondendo inquérito por vazamento de informações sigilosas e tráfico de influências.

Antes da discussão sobre impeachment, é preciso urgentemente falar sobre a imprescindível demissão de Cardozo. Enquanto ele estiver em seu cargo, a instituição do ministério da justiça está sob suspeita.
Simplesmente, enquanto a Polícia Federal trabalha, um ministro vai dando dicas e distribuindo informações privilegiadas, o que constitui influência em órgão autônomo, uso dessas informações privilegiadas para benefício do partido, e abuso do poder estatal, de modo tirânico, para evitar que delatores digam o que saibam.

Hoje é um dia para todos os brasileiros não ficarem apenas indignados, mas apavorados, pois um ministro da justiça desceu  um ponto onde jamais alguém foi.



quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

video
Em 3 atos.

(No terceiro ato há quem diga que a mentira é dupla, que o tal debate com aqueles personagens nunca existiu.)


​"Cego autêntico é aquele que vê,  mas recusa aceitar o que está vendo", supostos amigos me viraram as costas e continuam acreditando nesse ​ser desprezível e enganador.
O tempo é o senhor da razão. Espero que um dia esses cegos voltem a enxergar. O tempo irá mostrar o verdadeiro Lula.




terça-feira, 23 de dezembro de 2014

..O incrível navio que não quer navegar...








segunda-feira, 22 de dezembro de 2014



CUIDADO! DESCOBERTA DOENÇA NO BRASIL PIOR QUE EBOLA!

Esta nova doença, chamada de Ementira, já fez muitas vítimas entre os brasileiros, sendo transmitida pelo Dilmosquito, nome cientifico ”Dilmas Mentis Pacaraleus“.

Este vírus chegou ao Brasil, inicialmente, através de um molusco barbudo, nome científico ”Lulas Larápius Cachasserófilus“.

Quais são os sintomas?
A pessoa fica cega, não enxerga que está sendo roubada, acredita em todo tipo de mentira que o mosquito zumbir na TV e começa a pensar que o Brasil é um grande big-brother e que se deve votar na Dupla Sapo Barbudo-Velhinha Mentirosa, como se fosse apenas um programa de TV e não a decisão da vida de todos nós deste país!

Outros sintomas são o total esquecimento do Mensalão e dos roubos na Petrobras (3% de comissão), Pasadena e tantos outros.

Como se dá a infecção?
O Dilmosquito utiliza o ferrão do poder público para injetar uma dose de mentiras diretamente na cabeça da vítima. Então, aproveitando-se do poder conseguido, ele suga o dinheiro público para fertilizar seus ovos e sustentar os ”cumpanhêro” da próxima “ninhada” que virá.

Onde ele ataca?
O Dilmosquito gosta de cérebros parados, totalmente sem cultura/educação, até mesmo em pessoas cultas com curso superior, porém idiotizadas, onde pode depositar seus ovos sem medo.

O que posso fazer para evitar isso?
Para se prevenir disso, o remédio é o estudo e leitura de todos os jornais e revistas, que mostram a corrupção e podridão do PT. Isto lhe dará anticorpos para se defender.



Porém, se você já foi afetado, utilize imediatamente a vacina cultural , que eliminará de vez esta praga!!!



domingo, 21 de dezembro de 2014

Caros amigos do Brasil,


Mais de 8 mil contas secretas de brasileiros super ricos na Suíça, somando quase 20 bilhões de reais. É o maior esquema de corrupção bancária da história. Quando os sonegadores e banqueiros corruptos serão punidos? Assine para pressionar o Secretário da Receita Federal e outras autoridades relevantes por uma investigação rápida:

assine a peticao
Um escandaloso vazamento de documentos mostrou que brasileiros super ricos escondem quase R$20 bilhões em 8 mil contas secretas – e possivelmente ilegais – na filial suíça do banco HSBC. Vamos agir rápido e garantir que eles não escapem da justiça.

O governo brasileiro sabe quem está na lista de clientes e disse que está investigando, mas até agora não houve ação real para agilizar a investigação e punir os sonegadores e os banqueiros corruptos. Outros governos já estão agindo, mas cadê o Brasil?

O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, pode agir sobre o caso, mas para isso ele precisa ouvir de centenas de milhares: ninguém é rico demais para não ser preso! Quando atingirmos massa crítica, organizaremos ações para pressionar a Receita e outras autoridades relevantes a fazerem seu trabalho e investigarem o caso antes que tudo acabe em pizza:

https://secure.avaaz.org/po/hsbc_tax_scandal_loc_br/?bTSXZeb&v=53740

A história sobre o vazamento das informações analisadas pela equipe internacional de jornalistas parece até que saiu da novela das 8. Os bancos suíços liberavam grandes maços de dinheiro vivo e davam conselhos aos seus clientes sobre como esconder seus bens do governo. Na lista, contas secretas de traficantes de armas, vendedores de diamantes de sangue, políticos e suspeitos de crimes procurados pela Interpol.

Os investigadores descobriram que os clientes brasileiros estão entre os 4 maiores usuários dessas contas duvidosas e que 70% deles usavam contas numeradas sem identificação, um método famoso para guardar dinheiro de origem duvidosa. O que eles têm a esconder?

Um país onde os super ricos seguem regras diferentes não é uma democracia, e sim uma cleptocracia. E em um país tão apodrecido pela corrupção, onde mais de R$400 bilhões em impostos são sonegados anualmente, este escândalo é como um balde de água fria em todos os esforços de se combater a corrupção. Felizmente para nós, o Secretário da Receita Federal acabou de ser nomeado e não está tão acostumado à pressão popular. Um apelo cidadão maciço direto para seu gabinete pode manter esse caso nas capas dos jornais e mantê-lo ocupado procurando os sonegadores e colaborando com outras autoridades para punir os banqueiros.

Outros países já responderam ao escândalo -- investigar com profundidade esse esquema bancário é o mínimo que o novo Secretário da Receita Federal pode fazer para recuperarmos a fé na capacidade do governo de trabalhar para todos os brasileiros, não apenas para os mais ricos e influentes. Assine agora e repasse para todos:

https://secure.avaaz.org/po/hsbc_tax_scandal_loc_br/?bTSXZeb&v=53740

Da Ficha Limpa ao Voto Aberto, os poderosos sempre acharam que o poder popular nunca conseguiria alcançar a mudança social. Mas juntos estamos conseguindo. É hora de acabar com essas contas bancárias secretárias e fazer os sonegadores pagar.

Joseph, Diego, Maria Paz, Luis, Alice, Ricken e toda a equipe da Avaaz

FONTES:

Clientes do Brasil tinham US$ 7 bilhões em 5.549 contas secretas (Blog do Fernando Rodrigues)
http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2015/02/08/clientes-do-brasil-tinham-us-7-bilhoes-em-5-549-contas-secretas/

Como o HSBC 'ajudou' milionários a sonegar impostos (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/02/150209_hsbc_milionarios_evasao_impostos_rb

Sonegação de impostos deve passar de R$ 500 bilhões em 2014 (Diário de Pernambuco)
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/10/15/internas_economia,536207/sonegacao-de-impostos-deve-passar-de-r-500-bilhoes-em-2014.shtml

Investigação Swissleaks revela esquemas de evasão fiscal no banco HSBC (Correio Braziliense)
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2015/02/09/internas_economia,470227/investigacao-swissleaks-revela-esquemas-de-evasao-fiscal-no-banco-hsbc.shtml

Arquivos mostram que HSBC ajudou clientes a esconder milhões na Suíça (Folha de S.Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/02/1587203-arquivos-mostram-que-hsbc-ajudou-clientes-a-sonegar-imposto-e-esconder-milhoes-na-suica.shtml

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Recebido por email




sábado, 20 de dezembro de 2014


Pediu-me o eminente colega José de Oliveira Costa um parecer sobre a possibilidade de abertura de processo de impeachment presidencial por improbidade administrativa, não decorrente de dolo, mas apenas de culpa. Por culpa, em direito, são consideradas as figuras de omissão, imperícia, negligência e imprudência.

Contratado por ele –e não por nenhuma empreiteira– elaborei parecer em que analiso o artigo 85, inciso 5º, da Constituição (impeachment por atos contra a probidade na administração).

Analisei também os artigos 37, parágrafo 6º (responsabilidade do Estado por lesão ao cidadão e à sociedade) e parágrafo 5º (imprescritibilidade das ações de ressarcimento que o Estado tem contra o agente público que gerou a lesão por culpa –repito: imprudência, negligência, imperícia e omissão– ou dolo). É a única hipótese em que não prescreve a responsabilidade do agente público pelo dano causado.

Examinei, em seguida, o artigo 9º, inciso 3º, da Lei do Impeachment (nº 1.079/50 com as modificações da lei nº 10.028/00) que determina: "São crimes de responsabilidade contra a probidade de administração: 3 - Não tornar efetiva a responsabilidade de seus subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos contrários à Constituição".

A seguir, estudei os artigos 138, 139 e 142 da Lei das SAs, que impõem, principalmente no artigo 142, inciso 3º, responsabilidade dos Conselhos de Administração na fiscalização da gestão de seus diretores, com amplitude absoluta deste poder.

Por fim, debrucei-me sobre o parágrafo 4º, do artigo 37, da Constituição Federal, que cuida da improbidade administrativa e sobre o artigo 11 da lei nº 8.429/92, que declara: "Constitui ato de improbidade administrativa que atente contra os princípios da administração pública ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições".

Ao interpretar o conjunto dos dispositivos citados, entendo que a culpa é hipótese de improbidade administrativa, a que se refere o artigo 85, inciso 5º, da Lei Suprema dedicado ao impeachment.

Na sequência do parecer, referi-me à destruição da Petrobras, reduzida a sua expressão nenhuma, nos anos de gestão da presidente Dilma Rousseff como presidente do Conselho de Administração e como presidente da República, por corrupção ou concussão, durante oito anos, com desfalque de bilhões de reais, por dinheiro ilicitamente desviado e por operações administrativas desastrosas, que levaram ao seu balanço não poder sequer ser auditado.

Como a própria presidente da República declarou que, se tivesse melhores informações, não teria aprovado o negócio de quase US$ 2 bilhões da refinaria de Pasadena (nos Estados Unidos), à evidência, restou demonstrada ou omissão, ou imperícia ou imprudência ou negligência, ao avaliar o negócio.

E a insistência, no seu primeiro e segundo mandatos, em manter a mesma diretoria que levou à destruição da Petrobras está a demonstrar que a improbidade por culpa fica caracterizada, continuando de um mandato ao outro.

À luz desse raciocínio, exclusivamente jurídico, terminei o parecer afirmando haver, independentemente das apurações dos desvios que estão sendo realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público (hipótese de dolo), fundamentação jurídica para o pedido de impeachment (hipótese de culpa).

Não deixei, todavia, de esclarecer que o julgamento do impeachment pelo Congresso é mais político que jurídico, lembrando o caso do presidente Fernando Collor, que afastado da Presidência pelo Congresso, foi absolvido pela suprema corte. Enviei meu parecer, com autorização do contratante, a dois eminentes professores, que o apoiaram (Modesto Carvalhosa, da USP, e Adilson Dallari, da PUC-SP) em suas conclusões.

IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 79, advogado, é professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e da Escola Superior de Guerra

Veja como publicado: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2015/02/1584267-ives-gandra-da-silva-martins-a-hipotese-de-culpa-para-o-impeachment.shtml




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