sábado, 22 de março de 2014





a
SANGUESSUGA, PARASITA DO BRASIL.






A VERGONHA PARA O PAÍS...!

Esta mulher ao lado de Dilma ganha 88 mil reais por dia para não trabalhar...
A mulher da foto é Nice Lobão (e o seu pote de ouro !)

Essa bela e sorridente senhora da foto é a Deputada Nice Lobão.
Nada mais do que a mulher do senador e ministro das Minas e Energia Edson Lobão e mãe do Senador Lobão Filho.
Ela faz parte da turma de políticos maranhenses que têm força no Planalto Central, enquanto o povo do seu estado encontra-se, na sua maioria, em extrema pobreza, já que o Maranhão é o Estado mais pobre da Federação, segundo os índices da ONU.

Ela Tirou nada menos do que 82 licenças médicas, só no ano de 2011, e dos 101 dias trabalhados na Câmara ela apareceu somente em 19. Mesmo licenciada e afastada, continua recebendo seus vencimentos em média de R$ 100.000,00 ao mês e mais R$ 470.000,00 em verbas diversas.

Uma bolada anual de R$ 1.670.000,00 para quem trabalhou, efetivamente, 19 dias em 2011 ou o equivalente a R$ 88.000,00 por dia trabalhado.

Se ela é tão enferma assim, que renuncie ao seu mandato e vá cuidar de sua saúde.
A família Lobão está fazendo seu pé de meia, pé de calças, pé de camisas, pé de vestidos finos, pé de joias, etc, às custas do pobre contribuinte e dos eleitores ingênuos, miseráveis e/ou interesseiros, que eles compram, lá no Maranhão.
É a imoralidade, a farra com o dinheiro público e a bandalheira que continuam correndo soltas no país do futebol.

Da maneira que vai, o Brasil não aguenta o repuxo sem quebrar a banca com o que é desviado pelas mais diferentes formas de corrupção: propina, superfaturamento, caixa dois, para os partidos politicos, etc. e mais o que se paga em salários exorbitantes para alguns políticos que fazem de contas que trabalham. Isto é uma imoralidade!
Uma indecência! e que com a situação econômica mundial em bancarrota, esta podridão política não segura o rojão, o país poderá passar por sérias dificuldades.

Quebrar para nós, nos nossos bolsos, pobres mortais que somos aqueles que, com nossos suados impostos, sustentamos pessoas como essa que não dão retorno à sociedade, mas a sugam, e muito bem, é um seríssimo problema para mais breve do que pensamos.....

E OS APOSENTADOS COM A MERRECA DE SEU SALÁRIO MÍNIMO MENSAL E QUE VÃO MORRER "INTERNADOS" NO CHÃO DOS CORREDORES DOS IMUNDOS HOSPITAIS PÚBLICOS.
VAMOS FICAR COM A MÃO NO QUEIXO OU FAZER ALGUMA COISA?
Claro que vamos fazer, sim! Vamos informar à Nação com nossa forte ferramenta...a Internet.



sexta-feira, 7 de março de 2014

ESSES VERMELHOS PERDERAM O RESPEITO DE VEZ, EM SOLENIDADE PÚBLICA, SUBSTITUIRAM O HINO NACIONAL BRASILEIRO, PELA "INTERNACIONAL SOCIALISTA". 



Vou relatar algo inacreditável ocorrido na data de ontem (11/02/14) durante uma missão policial pelo NSD/RJ. Tona-se fundamental a análise dos fatos por todos nós. É singular o momento em que vivemos na administração pública.
Fui designado com outros dois policias para realizarmos a segurança física da Ministra Maria do Rosário, Secretaria dos Direitos Humanos. Em que pese o fato da pessoa da ministra, ser de uma gentileza e educação muito pouco comuns nas esferas do Governo Federal, vide o temperamento irascível da atual mandatária da nação.
 Ao chegar com a dignitária em uma solenidade pública na sede da OAB/RJ, fomos ao plenário onde seria realizado o o ato inaugural da desapropriação da denominada "Casa da Morte" situado no município de Petrópolis, estado Rio de Jane iro.Essa residência segundo relatos de presos políticos, serviu de base de operações para agentes do DOI-CODI durante os anos 70.
 Não entrarei no mérito se ocorreram torturas ou não no local citado.
 Após as apresentações de praxe, foram compor a mesa de debates a citada ministra, o presidente da OAB-RJ Wadih Damous, o ex-frei Leonardo Boff, a ex-primeira dama Maria Thereza Goulart e o procurador geral do município de Petrópolis Marcus Vinicius de São Thiago.
Discursos inflamados com conotação ideológica não seriam surpreendentes, até pelo tema central do evento. Em seguida, foi anunciada a apresentação de um coral composto por adolescentes da cidade de Petrópolis. O maestro inicia com um discurso de exaltação ao guerrilheiro argentino Che Guevara e emenda com canções de cunho ideológico. Primeiro uma música lembrando a America Latina, os países libertos do "jugo imperialista" bem ao gosto dos presentes. A segunda música foi a interpretação de Cálice de autoria de Chico Buarque e Gilberto Gil. Aplausos. Ao término da segunda música, aconteceu o inacreditável. O maestro barbudo (quase um fundamentalista) pede a atenção de todos e brada em alto e bom som, com a sua voz grave, que a apresentação final seria especial. O momento mais esperado. E anuncia a INTERNACIONAL SOCIALISTA.
 Surpreendido, fiquei em estado catatônico. Adolescentes da platéia e adultos levantam-se, erguem os punhos cerrados e bradam a plenos pulmões o ode à esquerda. Fiquei envergonhado.
 Não foi entoado o HINO NACIONAL BRASILEIRO em um evento público, com autoridades representativas de segmentos diversos da sociedade, do judiciário e do executivo.
 Por toda a sua história de luta em defesa das garantias constitucionais, a OAB não merecia ser palco de um evento direcionado para um setor sectário e que não me representa. Fico preocupado com os adolescentes envolvidos em uma atmosfera deturpada e com valores míopes. Finalizando o meu relato, o evento foi gravado por emissoras estatais e privadas. Se alguém possui dúvidas da veracidade dos fatos acima, solicitem o vídeo. É chocante!!!

Ou mudamos, pelo voto, a cúpula intervencionista e comunista que ocupa o Brasil, ou seremos engolidos por ela !!!

 VEJA MATERIA PUBLICADA NA FOLHA DE SAO PAULO



quarta-feira, 5 de março de 2014


terça-feira, 4 de março de 2014





segunda-feira, 3 de março de 2014


As decisões de outubro

Nosso país estará decidindo se quer ser uma republiqueta bolivariana ou uma nação respeitável, alinhada com as democracias do planeta

Por  Percival Puggina, arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org , colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país,  membro do grupo Pensar, autor de crônicas contra o totalitarismo: "Cuba, a tragédia da utopia" e "Pombas e Gaviões"

Completou-se, na manhã de quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014, mais uma página na história da construção da hegemonia petista. Ela desenha para o Brasil um estado totalitário, à margem da democracia constitucional. Confirmou-se a formação de uma bancada governista dentro do Supremo Tribunal Federal, situação que passamos a partilhar com os países do eixo bolivariano que, há mais tempo, abandonaram o princípio da independência dos poderes. O STF, apesar de todos os seus pesares, ainda era um último recurso contra o arbítrio. Varreu-se, agora, a linha divisória que nos separava do mundo das trevas onde reina, todo poderoso, o partido que hegemonizou a política nacional. Cerrou-se a porta onde poderíamos bater para conter o braço longo do Estado em suas ingerências na vida privada e o uso abusivo do aparelho estatal. O petismo, que governa a República, que chefia e partidariza o Estado, que mantém a soldo a maioria parlamentar, capturou também o STF para seu aprisco.

O modelo institucional brasileiro, tão mal concebido, tão fácil de ser empalmado por quem tenha vocação totalitária, prevê que os membros dos tribunais superiores sejam indicados à aprovação parlamentar pelo chefe do respectivo poder executivo. Assim, quem indica os ministros do STF é a pessoa que preside a República. Essa norma, esculpida na Constituição, pressupunha o natural rodízio dos partidos no mais elevado escalão do poder nacional. Não cogitaram, os constituintes, a possibilidade de um mesmo partido exercer a presidência durante sucessivos mandatos, por 12 ou, mesmo, 16 anos. Pensaram que a gangorra das  maiorias e o rodízio dos governantes permitiriam a renovação do STF, preservando conveniente pluralidade. No entanto, a solidificação de uma hegemonia no governo da República foi transformando a Corte em colegiado a ele subalterno.

Quando Joaquim Barbosa, com a habitual sem cerimônia, afirmou ao novato Roberto Barroso que seu voto tinha todo jeito de ter vindo pronto quando chegou ao STF no ano passado, ele estava fazendo a leitura de um período muito triste da história do Brasil. O Supremo encolhendo como poder e sendo composto como mesa de banquete nos regabofes palacianos.

Diante desse cenário é importante levar em conta que a eleição do dia 5 de outubro não será como outras quaisquer. O que estará em disputa quase definitiva não é uma simples escolha entre dois ou mais nomes. Nosso país estará decidindo se quer ser uma republiqueta bolivariana ou uma nação respeitável, alinhada com as democracias do planeta. Impossível recusar esta verdade bem simples: não é entre tais democracias que o partido hoje hegemônico em nosso país gosta de estar. Seus dirigentes não escondem seu apreço pelas piores companhias, nem seus afetos pelos ditadores e demagogos que infernizam nações vizinhas, alinhadas com as confabulações do famigerado Foro de São Paulo. Em 5 de outubro estaremos fazendo uma escolha praticamente definitiva sobre o tipo de civilização em que queremos nos desenvolver como nação, que tipo de ambiente cultural queremos integrar, que tipo de direitos queremos exercer e de deveres aceitamos cumprir. Isso é bem mais do que eleger um governante.


Comentário do Jornal dos Amigos

O Partido dos Trabalhadores ainda não é um partido soberano no País. Depende ainda de uma base partidária de sustentação, e o maior partido dessa base, sem dúvidas, é o PMDB. A esperança (apesar dos pesares) está nesse partido romper de vez com o PT e lançar candidatura própria para a presidência da República ou aliar-se a outro partido que não faça parte da base aliada petista. Então teremos chance de livrar o Brasil da cubanização, sinônimo de tragédia, desespero, desolação, a mesma coisa que desgraça para todos.  

* * *

Enviado por Luciano de Moura
030214

Suboficial da Marinha do Brasil Peter Costa
solta sua indignação para a decisão do STF


Suboficial se revolta e convoca todos os brasileiros para intervenção militar no Brasil. Explica que não é golpe militar, mas colocar a casa em ordem, acabar com a roubalheira e anomalias como as indicações do Supremo.
Ele diz que todos os oficiais do Brasil já estão ciente desse protesto: "Vamos protestar antes que o Brasil vire uma Venezuela ou Cuba, os corruptos condenados estão sendo libertos etc." – vocifera.

Convoca para a manifestação pacífica, com todos de branco, que acontecerá no próximo dia 22 de março. Embora a manifestação seja pacífica, é preciso montar uma estratégia para conter os Black Blocs, o pau mandado da esquerda. Vide Venezuela.

Nossa bandeira leva as cores verde que representa a mata, amarelo que representa o ouro, azul que representa o céu e o branco que representa a paz. A mata está sendo consumida, o ouro já levaram quase tudo, o branco está encardido pela corrupção, só falta levarem nosso céu. Quando isso acontecer ficaremos sem a nossa bandeira.


Comentário do Jornal dos Amigos

Vamos ao fato. Quadrilha, segundo o Aurélio, é "bando de ladrões, assaltantes ou malfeitores". O que é o bando condenado por formação de quadrilha no episódio do "mensalão" senão ladrões que assaltaram os cofres públicos configurando malfeitos, como definiu a própria "presidenta" Dilma? Há uma relevante contradição na decisão do Supremo, que tornou-se inferior com a decisão. A indignação maior é que ainda não pegaram o chefe. Estamos todos preocupados com os destinos do Brasil. Devemos dar um basta na fragrante cubanização do Brasil a partir do programa “Mais Médicos” e outras excrecências ditadas pelo governo federal. Alguém já nos alertou que estamos instilando ódio. Ódio quem instila são os petistas aos que pretendem  a prosperidade sendo empresário, que paga impostos e propicia emprego, aos que desejam que haja respeito a Lei e a ordem ainda constituída. Nós estamos é realmente preocupados com o futuro democrático do País. Os nossos efusivos elogios ao suboficial pela coragem e que Deus o proteja. 



Charge de Miguel para o Jornal do Commercio 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Por Reinaldo Azevedo - Em 14 Fev 2014

O cinegrafista Santiago Andrade está morto. Não vai comparecer à próxima manifestação nem ao almoço de domingo. Quem o subtraiu da vida roubou também o pai, o marido, o amigo e a liberdade de imprensa.
Eu acuso Franklin Martins de ser o chefe de uma milícia oportunista contra a imprensa livre.
Eu acuso o governo federal e as estatais, que financiam páginas e veículos que pregam o ódio ao jornalismo independente, de ser corresponsáveis por essa morte.
Eu acuso o ministro José Eduardo Cardozo de ser, querendo ou não, na prática, um dos incitadores da desordem.
Eu acuso o ministro Gilberto Carvalho de especular com o confronto de todos contra todos.
Eu acuso jornalistas de praticar a sujeição voluntária porque se calam sobre o fato de que são caçados nas ruas pelos ditos "ativistas" e obrigados a trabalhar clandestinamente.
Eu acuso empresas e jornalistas de se render a milicianos das redes sociais e de se preocupar mais com "o que elas vão dizer de nós" do que com o que "nós temos de dizer a elas".
Eu acuso uns e outros de se deixar pautar por dinossauros com um iPad nas patas.
No começo deste mês, Franklin Martins participou de "um debate" com gente que concorda com ele num aparelho sindical a serviço do PT. Malhou a imprensa à vontade, num ambiente em que só o ressentimento superava a burrice. Num dado momento, afirmou: "Há por parte da maioria dos órgãos de comunicação uma oposição reiterada, sistemática, muitas vezes raivosa, contra o governo; [isso] implica que o governo tenha de fazer a disputa política de modo permanente; ou seja, não é de vez em quando; tem de fazer sempre."
Aí está a origem do mal. A afirmação de Martins é mentirosa. Não existe essa imprensa de oposição. É delírio autoritário de quem precisa inventar um fantasma para endurecer o jogo com os "inimigos". Ele será o homem forte da campanha de Dilma à reeleição e voltou a ser a mão que balança o berço na Secom, que distribui a verba de publicidade aos linchadores.
Constrangido por essa patrulha financiada por dinheiro público, que literalmente arma a mão de delinquentes, o jornalismo se intimida, se esconde e se esquece de que não é apenas uma caixa de ressonância de valores em disputa. Se nos cabe reportar a ação dos que não toleram a democracia, é preciso evidenciar que o regime de liberdades é inegociável e que os critérios com que se avalia a violência de quem luta contra uma tirania não servem para medir a ação dos que protestam num regime democrático.
Dois dias depois da morte de Santiago, o moribundo MST organizou uma arruaça em Brasília e feriu 30 policiais, oito deles com gravidade. A presidente decidiu receber a turba pra conversar.
Eu acuso a "red bloc" Dilma Rousseff de ser omissa, de abrigar a violência e de promover a baderna.
PS - Janio de Freitas especulou sobre a honorabilidade de Jonas Tadeu Nunes, advogado dos assassinos de Santiago, porque já foi defensor de Natalino Guimarães, chefe de milícia. Alguns figurões do direito defenderam os ladrões do mensalão, e ninguém, com razão, duvidou da sua honra. O compromisso do advogado é com o direito de defesa, não com o crime praticado. O colunista referiu-se a mim –"um comentarista que já aparecia na rádio..."– porque perguntei a Jonas, na Jovem Pan, se grupos de extrema esquerda financiavam arruaceiros. Janio indaga se não poderiam ser de extrema direita. Se ela existisse, se fosse organizada, se tivesse partido, se recebesse verbas do fundo partidário, se tivesse suas "Sininhos" e seus piratas de olhos cerúleos, talvez... Acontece que as antípodas direita e extrema-direita no Brasil são substantivos abstratos, que só existem na mente meio paranoica das esquerdas. Ah, sim: apareceu uma lista de financiadores dos "black blocs". Todos de esquerda. Quod erat demonstrandum.

Veja como publicado:

Lembre-se sempre:
"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil. Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece.
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domingo, 16 de fevereiro de 2014


Fico imaginando,  um produto que desentope pias, retira manchas de sangue e consegue retirar ferrugem, o que não é capaz de fazer com nosso organismo. Isso sem contar a quantidade de açúcar que entra na sua composição.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Casal do ano







quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Marco Antônio Villa disseca com maestria e lucidez a presidenta Dilma, e abre perspectiva sombria para o futuro próximo:


Artigo de Marco Antônio Villa 


  
O ESTADO DE S. PAULO
O Brasil é um país fantástico.Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos.O mais recente é Dilma Rousseff.
Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças.Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando,não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim,durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia.Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas.
Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada:virou ministra de Minas e Energia.Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop.Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito.
Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio.Nada fez digno de registro.Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa um projeto, uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula.
Nesse momento, quando foi definida como a futura ocupante da cadeira presidencial, é que foi desenhado o figurino de gestora eficiente, de profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar,durona,implacável e desinteressada de política.Como deveria ser uma presidente a primeira no imaginário popular.
Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi dura,muito dura.Dilma passou por uma cirurgia plástica, considerada essencial para, como disseram à época, dar um ar mais sereno e simpático à então candidata. Foi transformada em "mãe do PAC". Acompanhou Lula por todo o País. Para ela e só para ela a campanha eleitoral começou em 2008.Cada ato do governo foi motivo para um evento público, sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa. Seu criador foi apresentando homeopaticamente as qualidades da criatura ao eleitorado.Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser o seu tradutor, falando em nome dela e violando abertamente a legislação eleitoral.
Com base numa ampla aliança eleitoral e no uso descarado da máquina governamental, venceu a eleição. Foi recebida com enorme boa vontade pela imprensa. A fábula da gestora eficiente, da administradora cuidadosa e da chefe implacável durante meses foi sendo repetida. Seu figurino recebeu o reforço, mais que necessário, de combatente da corrupção.Também,pudera:não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir tantos ministros acusados de atos lesivos ao interesse público.
Com o esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no final do século 20 e um quadro econômico internacional extremamente complexo,a presidente teve de começar a viver no mundo real. E aí a figuração começou a mostrar suas fraquezas. O crescimento do produto interno bruto (PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral, logo não passou de uma recordação. Independentemente da ilusão do índice (em 2009 o crescimento foi negativo: -0,7%),apesar de todos os artifícios utilizados,em 2011 o crescimento foi de apenas 2,7%. Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%.Foi o pior biênio dos tempos contemporâneos, só ficando à frente,na América do Sul,do Paraguai. A desindustrialização aprofundou-se de tal forma que em 2012 o setor cresceu negativamente: -2,1%. O saldo da balança comercial caiu 35% em relação à 2011, o pior desempenho dos últimos dez anos,e em janeiro deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos. A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle.E a dívida pública federal disparou: chegou a R$ 2 trilhões.
As promessas eleitorais de 2010 nunca se materializaram.Os milhares de creches desmancharam-se no ar. O programa habitacional ficou notabilizado por acusações de corrupção. As obras de infraestrutura estão atrasadas e superfaturadas. Os bancos e empresas estatais transformaram-se em meros instrumentos políticos a Petrobrás é a mais afetada pelo desvario dilmista.
Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o óbvio: o governo Dilma Rousseff é um fracasso.
E pusilânime: abre o baú e recoloca velhas propostas como novos instrumentos de política econômica. É uma confissão de que não consegue pensar com originalidade. Nesse ritmo, logo veremos o ministro Guido Mantega anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da Sunab.
Ah, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande Bruzundanga. Lá, na cruel ironia de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente "devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total".
Como bom brasileiro :REPASSE PARA SEU CIRCULO DE AMIZADES SEM MODERAÇÃO

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.................





Por esse comprometimento com os bancos é que os magistrados ficam com o rabo preso, e seus despachos são ilicitos quando se trata de enquadrar os poderosos nas malhas da lei. Este é o Brasil corrupto, que vivemos em que existem duas leis, uma para os poderosos e outra para os cidadãos comuns.  



 


Esse Magistrado é admirador e ex- advogado do PT. Ganha R$20mil por mês, e paga quase R$17mil de prestação. Eles realmente sabem a receita da multiplicação dos pães. Além de demonstrar a relação "estranha" entre todos os Bancos e o Poder Judiciário no Brasil. Díficil acreditar em alguma coisa nesse país.

Ministro do STF relata ações de banco no qual obteve empréstimo milionário

Responsável no Supremo por dois recursos de autoria do Banco Mercantil do Brasil, Dias Toffoli conseguiu R$ 1,4 milhão em créditos, além de descontos de juros, numa operação considerada 'pouco usual' até por superintendente da instituição

29 de agosto de 2013 | 2h 11
Fábio Fabrini e Andreza Matais - O Estado de S.Paulo
Brasília - Relator de processos do Banco Mercantil do Brasil, o ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli obteve empréstimos de R$ 1,4 milhão da instituição financeira, a serem quitados em até 17 anos. Com sede em Minas, o banco de médio porte concedeu desconto nos juros dos dois empréstimos feitos pelo magistrado, após decisões nos processos. A alteração assegurou uma economia de R$ 636 mil no total de prestações a serem pagas.

 
Toffoli durante sessão de julgamento do mensalão - Ed Ferreira/AE
Ed Ferreira/AE
Toffoli durante sessão de julgamento do mensalão

Segundo o Código do Processo Civil, o Código de Processo Penal e o Regimento Interno do Supremo, que tem força de lei, cabe arguir a suspeição do magistrado quando alguma das partes do processo for sua credora.
Toffoli relata ações do Mercantil desde que assumiu a cadeira no Supremo, em 2009. Ele contraiu os dois empréstimos em 2011. A redução dos juros, em abril deste ano, foi considerada "pouco usual" para os padrões da instituição até por funcionário do banco.
O primeiro empréstimo, de R$ 931 mil, foi concedido em setembro de 2011, em 180 parcelas fixas de R$ 13,8 mil, a serem pagas até 2026. Conforme escritura da operação, registrada em cartório, Toffoli deu como garantia de pagamento sua casa no Lago Norte, em Brasília.
Liberado três meses depois, o segundo crédito, de R$ 463,1 mil, teve pagamento definido em 204 prestações fixas de R$ 6,7 mil, com vencimento até 2028. Para assegurar o pagamento da dívida, o banco aceitou o mesmo imóvel de Toffoli, fazendo uma "hipoteca em segundo grau".
Em ambos os casos, os juros fixados num primeiro momento foram de 1,35% ao mês.
As parcelas inicialmente definidas nos contratos somavam R$ 20,4 mil, mais que a remuneração líquida de Toffoli no Supremo à época, que girava em torno de R$ 17,5 mil. Em abril deste ano, as duas partes repactuaram os empréstimos, por meio de aditivos às cédulas de crédito originais, registrados em cartório.
Conforme os registros, o banco baixou a taxa para 1% ao mês. Com a alteração, a soma das prestações caiu para R$ 16,7 mil mensais - representa um comprometimento de 92% dos ganhos atuais do ministro no Supremo.
Toffoli afirmou ter outras fontes de renda e negou relação entre os processos dos quais é relator e os empréstimos. O banco não quis se pronunciar sobre o caso (mais informações abaixo).
Mais que VIP. O Estado consultou dois gerentes da agência responsável pelo relacionamento com Toffoli, em Brasília. As taxas oferecidas para empréstimo de mesma natureza e com garantias semelhantes a "clientes VIP" variaram entre 3% e 4% ao mês, com parcelamento em, no máximo, quatro anos.
O superintendente do Mercantil em Brasília, José Alencar da Cunha Neto, representou o banco em uma das operações com Toffoli. Ele afirmou que não participou da negociação, mas admitiu que a redução de juros, nas condições descritas nas escrituras do negócio, é atípica: "Não saberia dizer o que aconteceu com a negociação. Confesso que não é muito usual", disse.
Segundo Cunha, a redução é mais comum quando o cliente oferece mais garantias do pagamento. Assim, como o risco de calote fica menor, é possível aliviar os juros. No caso do ministro, conforme os documentos, isso não ocorreu.
Vaivém. Em um dos casos que Toffoli relata, o Mercantil tenta ser compensado por contribuições que afirma ter feito em porcentual maior que o realmente devido ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em junho de 2011, três meses antes do primeiro empréstimo, Toffoli negou recurso do Mercantil nesse processo. Segundo ele, não cabia reapreciação do caso, com base na jurisprudência do tribunal, por se tratar de "coisa julgada".
Depois de concedidos os dois empréstimos, em janeiro de 2012, ao analisar um agravo regimental do banco, o ministro suspendeu o processo até o julgamento de outros dois recursos nos quais foi reconhecida repercussão geral de questão similar. Na prática, a decisão manteve o caso em discussão no Supremo.
A repercussão geral é um instrumento que permite ao STF selecionar um recurso, considerado relevante, para julgamento. A decisão nesse recurso servirá de parâmetro para as demais instâncias em casos idênticos.

Em outro processo sob relatoria de Toffoli, o Mercantil questiona lei que aumentou de 3% para 4% a alíquota da Cofins para bancos. O processo foi distribuído ao ministro em 16 de setembro de 2011, 14 dias após o primeiro empréstimo. Em 28 de novembro do mesmo ano, ele reconheceu repercussão geral. "Foi uma decisão favorável, porque demonstra que é um assunto que o STF vai discutir", disse a advogada Daniela Procópio, do escritório que representa o banco.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?
Apenas 3:

1. Grécia  2. Portugal  3. Espanha.

Os três estão endividados até o pescoço..

Eis as razões, segundo definições clássicas de 


MARGARETH THATCHER  :

"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros".

 
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade".


"Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber".


"O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém".


"Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação".

Se você trabalha, você deve trabalhar mais duro ainda, pois milhões de pessoas dependem do seu trabalho.
São as pessoas que vivem do Fome -Zero, do Bolsa-Invasão, do Bolsa-Desemprego, do Bolsa-Escola, do Bolsa-Família, do Bolsa-Cota, do Auxílio-Reclusão, ou que recebem, sem trabalhar, o Vale-Leite, o Vale-Gás, o Vale-Tudo etc.



Se você é brasileiro passe adiante.

Fonte: Email


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Articulação do Jornal dos Amigos
270114

De Davos a Cuba

Dilma dorme em Lisboa entre Davos e Cuba e imprensa brasileira não perdoa


Dilma Rousseff com o chef do Eleven

Fonte: Dinheiro Vivo (Portugal)
27 janeiro, 2014

Depois de participar no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça -onde apelou ao investimento no Brasil e falou sobre os programas de erradicação de pobreza no seu país- a presidente brasileira fez escala em Lisboa antes de rumar a Cuba.

Dilma Rousseff -que viajou na companhia dos ministros das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e pelo assessor especial da presidência, Marco Aurélio Garcia- ficou hospedada no hotel Ritz, de sábado para domingo. A restante comitiva terá pernoitado no hotel Tivoli, onde ocuparam mais de 25 quartos, de acordo com o jornal Estado de São Paulo.

Em fim de semana de protestos em várias cidades do Brasil contra as despesas com a organização do Mundial de futebol, a imprensa brasileira destacou os gastos de Dilma com o alojamento na capital portuguesa, onde toda a comitiva terá ocupado mais de 45 quartos e pago uma fatura de 21 mil euros, ainda segundo o mesmo jornal.

A líder da maior economia da América Latina jantou no Eleven na noite de sábado, restaurante premiado com uma estrela Michelin. A visita não deixou indiferente o chef Joachim Koerper, que lidera na cozinha, e que não resistiu a postar uma fotografia com Dilma Rousseff na sua página de Facebook, onde é, aliás, visível o cansaço da presidente após o encontro de Davos.

A ementa também foi descrita pelo chef alemão. Dilma optou por uma refeição constituída por pratos e produtos tipicamente portugueses: brandade de bacalhau, presunto alentejano, cavala fumada, robalo e porco preto alentejano. Durante a refeição foram servidos, destaca também o chef, três diferentes tipos de queijos nacionais: Serpa, Ilha e Serra da Estrela.

A escala em Lisboa deveu-se a uma paragem técnica, avançou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto ao jornal "O Globo". Os dois aviões da comitiva presidencial partiram no domingo de manhã rumo a Cuba, onde a presidente vai inaugurar esta segunda-feira um porto financiado pelo Brasil.

"A opção por Lisboa foi a mais adequada, já que se trata do aeroporto mais a oeste no continente europeu com possibilidades de escala técnica", avançou a presidência brasileira em comunicado. Entretanto no outro lado do Atlântico, o fim de semana ficou marcado por fortes protestos nas principais cidades brasileiras. Em São Paulo, um homem foi baleado no sábado durante uma manifestação contra a organização do campeonato do mundo de futebol. O protesto contou com a participação de 2500 pessoas e terminou com a detenção de 128 manifestantes.

No Rio de Janeiro, o protesto juntou 300 pessoas em Copacabana tendo terminado em confrontos com a polícia. As manifestações, que tiveram lugar em 36 cidades brasileiras, foram convocadas pelo grupo de hackers Anonymous e contaram com a participação do grupo anarquista black block. Dilma Rousseff convocou, entretanto, uma reunião de emergência a realizar-se em meados desta semana, no regresso da viagem da presidente do Brasil a Cuba.


Comentário do Jornal dos Amigos

Nosso comentário é o mesmo de Cinthia Dorneles postado na página de Dinheiro Vivo. Demagogia e muita cara de pau. Fala de erradicação da pobreza, conter gastos daqui e dali, mas gasta tudo o que não deve com o dinheiro que sai do nosso bolso! Por isso o Brasil vai de mal a pior, bem diferente do que dona Dilma sustenta nos discursos que faz por aí. Agora vejamos sua estada em Cuba. Ela vai inaugurar obra financiada para os irmãos Castros (não para os cubanos). Segundo a Veja, a obra é de fazer inveja a qualquer exportador brasileiro, e de deixar os mais ricos visitantes de Davos de boca aberta. O BNDES investiu 682 milhões de dólares (mais de um bilhão e meio de reais) para reforma e ampliação do agora moderno Porto de Mariel. A área, equivalente à de Curitiba, recebeu 100 quilômetros de rede de água, 12 quilômetros de ferrovia e 70 quilômetros de estrada pavimentada em pista dupla. As indústrias estrangeiras que decidirem se instalar por ali poderão propor uma renda miserável aos trabalhadores, enquanto a ditadura confisca a maior parte dos salários, em programa semelhante ao Mais Médicos. Uma total falta de respeito para com o contribuinte brasileiro. Nós não autorizamos a financiar essa obra. Repudiamos esse ato em detrimento a milhões de brasileiros que não têm acesso a esgoto, água encanada e serviço médico.  Além do mais, não estamos em condições de subvencionar obras alheias em país algum. E por que a confidencialidade da operação entre os dois países? Por que o segredo até 2027? Com a palavra o povo que votou em Dilma, o Ministério Público, a Justiça e o Congresso.


Como sempre recebo por email



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O que poucos sabem é que, dentro destes mais de R$ 700 mil recebidos na conta de JOSÉ GENOÍNO, na data de 17.01.2014 a conta de doação registrou um depósito único de R$ 495.000,00.
Quem seria o abençoado "doador" de quase meio milhão de reais?
O valor foi depositado diretamente em espécie, por um funcionário Zé ninguém, que jamais alguém ouviu falar.


Mas o Zé Ruela trabalha no Diretório Municipal do PT de SP.
Qual seria a origem desse dinheiro?
Dinheiro público que os PTralhas recebem do Fundo Partidário?
Ou sobras do mensalão?
ATENÇÃO, PODER PÚBLICO !!!
EXIGIMOS A LISTAGEM DOS DOADORES, E QUANTO QUE CADA UM CONTRIBUIU.
Quer valer que numa dessas, metade do partido cai preso?
Bom dia!                          #momentoRevolta                            @[355226424609275:274:Conselhos do Charlie                          Sheen]










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